14 de março de 2011

segunda-feira, 14 de março de 2011


JOVENS TALENTOS - JESSICA DOS SANTOS/SÃO PAULO

Visagista Jéssica Santos apresenta sua trança
Olá pessoal, tudo bem?
Hoje vamos falar um pouquinho sobre tranças.
De acordo com a Visagista Jéssica Santos, expert em tranças. Esse antigo penteado dos tempos medievais nunca saiu de moda, pelo contrário cada vez mais criam uma nova e diferente forma de trançar os cabelos. Esses penteados são perfeitos para qualquer ocasião para o dia a dia, para ir a um casamento ou formatura.

Para festas assim, escolha a trança de uma forma mais sofisticada. A trança embutida é puro luxo podendo ser usada sempre que quiser. E a trança mais frouxa com alguns fios soltos nas laterais cria um look mais sensual e despojado.

O bom desse penteado é que são para todos os tipos de cabelo, desde os crespos até os extremamente lisos.
As tranças dão um toque de sensualidade e romantismo.

Jessica diz que nas tranças, as mulheres podem usar cores, fitas e lã para decorar as madeixas neste caso. "As clientes decidem o tamanho, cor, espessura e estilo que querem usar".

As tranças são classificadas em soltas/jamaicana, rasteiras, de raiz ou dread. O dread verdadeiro, que pode ser chamado de definitivo, é feito com agulha de crochê ou cera. Se a cliente não quiser um dread definitivo, existe o falso, que é feito com cabelo sintético ou lã.

Com este tipo de técnica nos cabelos, os fios precisam ser lavados a cada três dias apenas com xampu, de preferência anti-resíduo. Também é recomendável usar tônico capilar e cortar cremes ou condicionadores. "É bom á pessoa voltar todo mês para fazer uma manutenção no salão.


As tranças podem ser retiradas em casa ou no salão. Antes do procedimento, o ideal é usar um pouco de creme para pentear e molhar os cabelos. O mesmo deve ser feito com os dreads sintéticos e de lã. Os definitivos, no entanto, só saem quando os cabelos são cortados.


Jéssica dá uma  dica para quem tem cabelo muito liso ou fino é usar spray, cera ou pomada própria para cabelo que ajuda a fixar melhor a trança.

Se você estiver com pressa e também não tiver ninguém por perto para ajudá-la a fazer uma trança mais sofisticada. Uma dica de trança simples e rápida é: escovar todo o cabelo depois prenda em um rabo bem alto com um elástico e separe uma mechinha para enrolar no rabo e esconder o elástico.
Em seguida faça uma trança mais apertada que você conseguir a partir do rabo e prenda em baixo com outro elástico. Está pronta para arrasar. Se quiser um visual mais despojado dê uma leve bagunçada na trança.
Veja alguns modelos:

Trança Com lã -  by Jessica Santos
Despojada - by Jessica Santos
Rateirinha - by Jessica Santos
Quer saber mais sobre a Jessica?
(11) 88428709 ou (11) 56787826
Do Barbeiro ao Visagista
De Claudia Matta São Paulo. 
Com os meus Parabens 

11 de março de 2011

10 de março de 2011

9 de março de 2011

NAVALHAS DE BARBEAR DE USO PARTICULAR

Estojo de navalhas uma para cada dia de semana, já antigamente usava quem podia, pois eram clientes que tinham posses financeiros, e compravam este conjunto de navalhas Suecas, para quando iam ao barbeiros tinham então o seu Kit de navalhas e se davam ao luxo de ter uma para cada dia de semana.

Também tinham em casa, como sabem antigamente era uma tradição de ir o barbeiro a casa e tinha estes conjunto de navalhas para o barbeiro utilizar uma cada dia, eram modernices da época, uma forma de mostrar a diferença quem tinha dinheiro.

7 de março de 2011

 Tirado do BLOG.  PAUS-RESENDE 
 Do meu bom amigo Dr. Marinho Borges
Palavras e afectos em torno de Resende

Segunda-feira, Março 07, 2011


Desfile de Carnaval na vila de Resende

Etiquetas:
Publicado por Marinho Borges Às 10:00
PEDRAS DE AFIAR NAVALHAS DE BARBAR

Eram usadas nas barbearias, quase obrigatório para afiar as navalhas de barbear, era utilizado azeite ou sabão em cima da pedra para não deteriorar o fio da navalha.

Só era utilizada a pedra, quando estava o fio grosso, que só muito preciso é que se recorria á pedra, visto terem sempre o assentador, e era passada a navalha no assentador antes de barbear, até porque a lamina aquecia bastante e prevenia possíveis infecções.

6 de março de 2011

Idolos – Humberto Coelho


Nome: Humberto Manuel de Jesus Coelho
Data de nascimento: 20-5-1950
Naturalidade: Porto
Posição: defesa central
Clubes principais: Benfica e Paris Saint-Germain
Títulos: 8 (Campeonato Nacional), 5 (Taça de Portugal) e 1 (Supertaça).
Épocas no Benfica: 14 (68/75 e 77/84), Jogos: 496, Golos: 76
Outros Clubes: Ramaldense, Paris Saint-Germain e Las Vegas Quicksilver. Internacionalizações: 64.
Jogos pela Selecção Nacional: 64/6 golos
Quem joga ao lado de Humberto Coelho? Esta bem poderá ter sido uma das questões mais vezes colocadas pelos adeptos do Benfica nas tertúlias da bola. Titular absoluto deste os 18 anos de idade, no eixo da defensiva, ao longo de tantas épocas, contracenou, sucessivamente, com Raul, Zeca, Humberto Fernandes, Coluna, Messias, Rui Rodrigues, Barros, António Bastos Lopes, Eurico, Laranjeira, Alhinho, Alberto Bastos Lopes e Frederico. E outros mais na Selecção Nacional. Humberto constituiu-se uma espécie de imperador. Com direitos adquiridos, pois de forma tão preexcelente cumpria os seus deveres. Humberto era a chave da fortaleza quase sempre inexpugnável. Tipo guarda-mor do templo vermelho. O chefe da tribo. O que gritava revolta ou à serenidade apelava.
Nasceu em Cedofeita, no Porto, provavelmente com genes de líder. O pai era operário metalúrgico, daquela classe que tem como divisa “nada nem ninguém nos vergará”. Um lema que terá inculcado, desde a tenra idade, no filho Humberto, apesar da apetência deste por outras artes.
Só que o jovem tripeiro viveu uma infância pouco pacifica com a causa da bola. Era numa espécie de clandestinidade que exercitava o seu dom favorito. Os pais, o irmão mais velho até, amiúde o repreendiam, que futebol não era futuro, antes os livros, não fosse Humberto passar privações que a família bem conhecia. Da Escola de São João passou à Industrial, com aproveitamento satisfatório, mas sempre de ideia fixa no jogo da bola. Rapagão, José Águas era a sua referência primacial. Sonhava imitá-lo e aos golos de cabeça, numa altura em que o seu porte atlético não era nada desdenhável. Pela Mocidade Portuguesa, ainda praticou, na escola, basquetebol e voleibol, mas o apetite era outro. Tão voraz que, vencendo barreiras, daquelas quase intransponíveis, acabou por se fixar no Arsenal do Bessa, derivando de avançado para defesa-central.
Exibiu Humberto credenciais e, com apenas 13 anos, já o Leixões suspirava por aquele miúdo alto, mais alto que os demais, irrepreensível no jogo aéreo. Debalde, pois a voz firme da mãe com sério olhar à mistura, puseram-no em sentido, na prossecução do campeonato dos livros.
Algum tempo depois, já com endereço numa artéria da freguesia de Ramalde, finalmente o pai deu anuência e lá entrou a ficha de inscrição como juvenil do Ramaldense. Descoberto pelo FC Porto, nas Antas treinou, deixou a melhor das impressões, mas os dirigentes portistas acharam uma exorbitância a verba pedida pela transferência.
Agradeceu o Benfica, naquele ano mágico de 1966. Por apenas 40 contos, mais 25 para Humberto, com o compromisso de honra, selado à maneira, de melhorar a oferta no caso dele se impor no grémio da Luz. Mais parecia premonição. Coube a Ângelo Martins, treinador dos juniores, durante duas temporadas, a polidura executar. Com tanto sucesso que Humberto Coelho, pupilo modelo, pegou de estaca, embrionário estava o grande jogador, para um Benfica órfão de Félix ou Germano, que o mesmo é escrever de um central fora-de-série.
Na pré-época de 68, Otto Glória não hesitou e o facto mais relevante da digressão ao Brasil foi a entrada do capitão dos juniores na convocatória. Lá chegaram mais 30 contos a Ramalde, que no Benfica as escrituras eram para cumprir, cabendo cinco notas de mil mensalmente ao assalariado e ex-sonhador de utopias. Humberto Manuel de Jesus Coelho, de seu nome completo.
No primeiro jogo em Belém de Pará não actuou, mas no segundo marcou presença. E que presença! Frente ao Santos, com Pelé e tudo. Incumbido de marcar o génio foi. Aos 18 anos, logo haveria de caber a mais invejada das empreitadas. Saiu-se a contento, ainda que a vencer por 3-1, o Benfica viesse a consentir a igualdade. O medo estava exorcizado. Irreversivelmente…
Não mais perdeu Humberto a titularidade. Na abertura da temporada 68/69, era vê-lo a ganhar no palmómetro da Luz, num triunfo incontestável, de 4-1, frente ao Belenenses. Seguiram-se mais jogos, muitos jogos, adiada estava apenas a veia goleadora do defesa mais concretizador de toda a história do futebol luso. Foi com Hagan ao leme, no começo dos anos 70, que Humberto começou a comunicar no idioma do golo. O britânico era mesmo fleumático, não desmerecia a origem, avesso se mostrava ás substituições, por mais que a exigente plateia da Luz, de quando em vez, lhe propinasse umas ruidosas assobiadelas. E quando corria para o torto, a ordem era Humberto jogar na área, pelo lado direito das coisas, pelo golo, algumas vezes decisivo.
Haverá algum benfiquista dos 40 para cima, que não recorde o dramático jogo da Luz, em Novembro, dia de Verão de São Martinho, frente ao FC Porto, corria a época de 72/73, quando para espanto geral, a 15 minutos do fim da contenda, 0-2 era o resultado? Num quarto de hora apenas, explodiu o vulcão. Primeiro Vítor Baptista. Depois, Jaime Graça. No último minuto, Humberto, em postura de ponta-de-lança, haveria de sentenciar, obtendo o 3-2, num assomo inusitado de garra. De resto, em 16 temporadas, duas das quais ao serviço do Paris S. Germain, marcou 68 golos, o que lhe confere o 25º lugar entre os defesas mais concretizadores da história do futebol mundial.
Ganhador compulsivo, Humberto foi cimentando prestigio por todo lado onde o futebol falava mais alto. Sem surpresa foi convocado para a Selecção da Europa, em 19 de Agosto de 1981, na comemoração do 80º aniversário da Federação Checoslovaca de Futebol. Orientado pelo germânico Jupp Derwall, actuou ao lado de executantes do jaez de Blokhin, Krankl, Kaltz ou Pezzey. Um ano mais tarde, a consagração foi gigantesca. No Giants Stadium de Nova Iorque, perante 120 mil espectadores, Humberto actuou no meio de uma constelação de estrelas, em gala a favor das crianças da UNICEF. Para que conste, a Europa alinhou assim: Zoff (Itália); Krol (Holanda); Humberto Coelho (Portugal), Pezzey (Áustria) e Stojkovic (Jugoslávia); Beckenbauer (Alemanha), Antognoni (Itália) e Tardelli (Itália); Boniek (Polónia), Rossi (Itália) e Blokhin (União Soviética). Estávamos nos rescaldo do Mundial de Espanha e o antagonista foi o resto do Mundo, com N’Komo, Romeno, Júnior, Zico, Sócrates e Hugo Sanchez, entre outros. À chamada não faltaram também Schumacher (Alemanha), Keegan (Inglaterra), Neeskens (Holanda) e Platini (França). A Europa venceu por 3-2. Obrigado foi Humberto, taça nas mãos, a dar uma volta de honra ao estádio, colocando em clímax largas centenas, talvez milhares, de emigrantes portugueses.
A ele faltou, todavia, um título europeu. Esteve perto, bem perto, naquela final da Taça UEFA, com o Anderlecht, no final do ano de 83. Com menos resignação ainda se aceita o facto de jamais ter participado na fase final de um Europeu ou Mundial. Ele que fez parte de uma geração de futebolistas, como Eusébio, Simões, Jaime Graça, Nené, Vítor Baptista, Artur Jorge, Jordão, Vítor Martins, Toni, Alves, Rui Rodrigues, Artur, Carlos Manuel, Shéu, Bento, Pietra, Veloso, Álvaro, Diamantino ou Chalana, para nos socorrermos apenas, porventura com algum sectarismo, dos arquivos benfiquistas.
A ânsia de Humberto, já trintão, selar a ouro uma carreira magnifica, talvez tenha precipitado o adeus definitivo. Havia-se lesionado num treino da Selecção, antes de uma partida com a Finlândia, em Setembro de 83. Desesperado, tentou a recuperação, sempre com o Europeu de França na linha do horizonte, forçou em demasia, porque o tempo lhe parecia fugir. E fugiu mesmo.
À ribalta regressou, anos mais tarde, como seleccionador nacional. Então sim, pisou o palco que a vida de jogador, de forma impiedosa, lhe havia negado. A melhor das compensações não se fez esperar. Porque Deus é bom, dirão os crentes. Garbosamente, comemorou o terceiro lugar no Euro 2000. Justiça se fez.
Fonte FPF
Bola7 falou
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Um Abraço e Parabens Humberto Coelho
Joaquim Pinto

BACIA DO BARBEIRO DE BARBEAR E DO BARBEIRO SANGRADOR:

Como devem observar estas bacias tem uma diferença, visto que uma era para barbear e a outra para as sangrias, que vos vou explicar para que não sabem.

A primeira ou a de cima tem o cavado mais largo que era para encaixar no pescoço do cliente e segurava com agua dentro para o barbeiro o barbear. A de baixo tem o cavado mais estreito, que é bem notável, que era para encaixar no braço que como sabem é mais estreito que o pescoço, e que então era para as sangrias.

5 de março de 2011

Prof. Anselmo Borges

Religiões proféticas

por ANSELMO BORGES, PADRE E PROFESSOR DE FILOSOFIAHoje35 comentários
Continuo a reflexão da semana passada sobre as religiões mundiais. Hoje, sobre as religiões proféticas, abraâmicas, monoteístas.
Em primeiro lugar, o judaísmo. Quantos cristãos se lembram de que Jesus era judeu e de que os primeiros discípulos também? Não se pode esquecer o que há de comum entre judaísmo e cristianismo. Também o cristão acredita em um só Deus, o Deus criador e consumador do mundo e da história, em quem o homem pode, com razões, pôr a sua confiança. Também aceita a Bíblia Hebraica ("Antigo Testamento") e reza os Salmos. Também o cristão está vinculado por uma ética da justiça e da promoção da paz, na base do amor de Deus e do próximo. Como disse Thomas Mann, referindo-se aos Dez Mandamentos, eles são "manifestação fundamental e rocha da decência humana", "o ABC da conduta humana".
Há hoje 1300 milhões de muçulmanos, seguindo o Profeta Maomé, que está na base do islão. Como os judeus e os cristãos, os muçulmanos crêem num só Deus, o criador misericordioso, providente e juiz da História. Mas, enquanto para os judeus o centro é constituído por Israel como povo e terra de Deus e para os cristãos central é Jesus Cristo como Messias e Filho de Deus, esse centro para os muçulmanos é o Alcorão como palavra e livro de Deus. Ele é o livro vivo e sagrado para os muçulmanos em todo o mundo. Nele, encontram o seu modelo de vida, de que fazem parte os chamados cinco pilares do islão: acreditar que Alá é o único Deus e Maomé o seu profeta; rezar cinco vezes ao dia; auxiliar os pobres; jejuar durante o mês do Ramadão; ir em peregrinação a Meca uma vez na vida.
E o modelo cristão? O fundamento da espiritualidade cristã não se encontra em dogmas por vezes incompreensíveis ou em sublimes mandamentos morais nem numa grande teoria ou num sistema eclesiástico. O modelo de vida cristão é pura e simplesmente Jesus de Nazaré como o Messias, o Cristo, o Ungido e Enviado de Deus. Na vida e na morte, o fundamento da autêntica espiritualidade cristã é Jesus Cristo, um desafio vivo para a nossa relação com os homens e com o próprio Deus, orientação e critério para mais de 2 mil milhões de seres humanos em todo o mundo. Cristão é aquele ou aquela que na sua vida e também na morte se esforça por orientar-se na prática por este Jesus Cristo e o seu Evangelho do Reino de Deus. A cruz só se entende à luz da sua vida e dos conflitos que criou. Mas os cristãos são transportados pela convicção de fé de que a sua morte não foi o fim: a ressurreição significa que Jesus está em Deus, que morreu não para o nada, mas para a Realidade mais real, isto é, foi recebido na vida eterna de Deus. Ele é, assim, o modelo cristão de vida em pessoa.
Logo a partir desta experiência existencial resulta que nenhuma religião se pode considerar como a única via de salvação. Quem poderia reclamar esse privilégio? Pelo contrário, percebe-se que as religiões, agora do ponto de vista teológico, em vez do confronto precisam de entrar no diálogo, corrigir-se e enriquecer-se mutuamente, colaborar.

Extraído do Diario de Noticias
Março 05/2011
Parabéns Prof. Anselmo Borges.




CRIANÇAS NO CABELEIREIRO APOLO  70 LISBOA

Desde muito cedo se vão habituando aos usos e costumes das civilizações dos pais. 
 As crianças  tudo vão fixando a passagem pela sua  imfancia, e sempre vão imitando os pais como os bons sítios que os pais frequentam, e lhes vai ensinando sua maneira de viver em sociedade cívica, e disciplinada.

Os estabelecimentos em geral quem é servidor de clientes, tem que forçosamente ir acarinhando as criação, por duas razões. Primeiro porque são as coisas mais lindas do mundo, segundo é que um estabelecimento precisa de fidelizar nova geração, que por razões naturais os mais idosos vão partindo, e os mais novos vão dando continuidade ao tal perseguimento dum estabelecimento com o movimento para e seguir com a mesma normalidade.

Felicidades para esta criança, que mostra que é preciso mostar aos adultos que já tem um bom comportamento a cortar o sue cabelo, que se mantém sossegado e com simpatia, os Pinto's cabeleireiros Apolo 70 em Lisboa agradecem a visita destes meninos ainda de chucha.


4 de março de 2011

EXPOSIÇÃO DE ANTIGUIDADES DE BARBEIRO E CABELEIREIRO

Já la vai uns tempos que esteve esta exposição na F. I. L., a convite do Clube Artístico dos Cabeleireiros de Portugal.

Estas bonitas cadeiras uma do barbeiro dentista do ano de 1808, de ferro forjado, e uma cadeira de barbeiro tradicional em madeira, já bastante antiga.

Penso que é muito interessante observarem o gosto que tenho pela preservação dos utensílios usados pelos nossos colegas de outrora.

domingo, 27 de fevereiro de 2011


A ARTE EM CABELO

Do Barbeiro ao Visagista

Publicado por Claudia Matta  São Paulo 

A artista plástica chinesa Hong Chun Zhang retrata na tela os lindos cabelos em trança. Muito lindo!





Fonte: http://www.hongchunzhang.com/
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SECADOR DE CABELO A CORRENTE 110

Este secador de cabelo ainda a corrente 110, foi dos primitivos com pé nos cabeleireiros de senhoras, só tenho conhecimento de outro no museu da wella na Alemanha.

Tiveram o seu tempo, e que já tinham substituído os de parede que era movimentados por um motor que ligavam uns tantos, mas as características eram iguais com estes tubos com os mesmos orifícios para sair o ar quente

2 de março de 2011

PROF: JOSÉ MEDEIROS FERREIRA

 PARABÉNS PROF. JOSÉ MEDEIROS FERREIRA

Um feliz final de tarde

Ontem vivi um feliz final de tarde na reitoria da Universidade Nova de Lisboa, por ocasião do lançamento do livro O Longo Curso de José Medeiros Ferreira, organizado pelos meus antigos alunos-hoje distintos Professores universitários-Maria Inácia Rezola e Pedro Aires de Oliveira, e editado com tanta qualidade pela Tinta da China.A sessão presidida pelo Reitor António Rendas foi tudo menos pomposa.Foi muito agradável ver o anfiteatro pleno de amigos velhos e novos, e ouvir as palavras, jamais de circunstância, do Reitor, dos Professores Rui Santos, Fernando Rosas, Villaverde Cabral, Inácia Rezola e Pedro Oliveira.
Como contrapartida de tanta generosidade académica, publiquei, na mesma editora, um novo livro sobre Os Acores na Política Internacional.
Como disse na sessão ontem foi o dia de eu dizer Muito Obrigado!
ESTOJO PORTÁTIL DE LIMPEZA DE BOCA DO BARBEIRO DENTISTA.

Este curiosa caixa com a respectiva ferramenta do babeiro dentista, quando ia a casa tirar os dentes, também tinha estes utensílios para a respectiva limpeza de boca,

Já na altura era bem estudada esta imaginação, visto ter peças dentista as de agora, em ponto pequeno. Como devem calcular é bastante antiga, que ninguém se lembra de tal peça, mas estudos feitos em Portugal. de ser principio do século X1X.

1 de março de 2011

SECADOR DE CABELO DOS PRIMITIVOS

Era assim que começaram os modelos de secadores de cabelo, pois eram bastantes pesados, e menos potentes que os da actualidade, que com o avanço da tecnologia vão sendo muito mais leves e muito mais potentes.

Foi para mim um grande fascínio e de grande importância que vou sempre mantendo vivas as memorias destes nossos queridos colegas que partiram, e nós os vamos recordando mostrando os utensílios por eles utilizados.
NAVALHA DE BARBEAR MARCA CORNETA E DE ORIGEM SOLINGEN

Esta tradicional navalha de barbear de origem Alemanha solingen, não vamos pensar que origem corneta, mas sim uma autorização da marca solingen para ser comercializada no Brasil, e Portugal á mais de cem anos.

Muita gente um pouco mal informada dizem que é marca Portuguesa ou Brasileira, mas sim com uma contrato com a marca solingen, se comercializou esta bonita peça de arte que brilhou noutros tempos nas tradicionais barbearias noutros tempos.

Podem consultar em cutelarias solingen e vêem a historia. desta tão distinta navalha.