17 de dezembro de 2011

Palavras e afectos em torno de Resende

Sábado, Dezembro 17, 2011

"Deus e o Sentido da Existência" é o título do novo livro de Anselmo Borges

É editado pela Gradiva, encontrando-se à venda desde Outubro. A sua apresentação no Porto, no passado dia 15 de Dezembro, na Fundação Eng. António de Almeida, foi pretexto para uma conferência, com o mesmo título,  "Deus e o Sentido da Existência",  pelo reputado teólogo  Andrés Torres Queiruga,  Professor da Universidade de Santiago de Compostela, e que foi muito participada.
"No caso deste livro, estamos perante uma obra sobre o essencial do essencial, o tema dos temas, aquele cujo enigma uma vez resolvido faria suspender a Criação, e não resolvido, sustenta a matéria do incógnito a que chamamos humanidade. Eu diria que o livro de Anselmo Borges cumpre o objectivo a que se propõe, ao fazer-nos companhia na ordenação das ideias, sobretudo pelo modo como integra de forma abrangente os vários tipos de pensamento, procurando que nenhum modo de pensar seja excluído do entendimento, isto é, que ninguém possa ficar para trás.
Ou por outras palavras, mais do que pela forma como se encadeia e se desenrola o argumentário que edifica Deus e o Sentido da  Existência, o brilho deste livro resulta da forma como são convocados ao raciocínio os vários tipos do destinatário, o que faz que uma forma de integrar se transforme na própria estrutura da demonstração. Falo de generosidade porque, ao convocar os parceiros díspares, aqui se tece um discurso habitado, o que impele a que todos aqueles que passem por estas páginas se impliquem no seu raciocínio, inscrevendo-se em espaços de inclusão concêntrica" (Contra-Capa, do prefácio de Lídia Jorge) 
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Publicado por Marinho Borges Às 21:21

16 de dezembro de 2011

Palavras e afectos em torno de Resende

Sexta-feira, Dezembro 16, 2011


Inauguração, logo à tarde no Museu Municipal de Resende

Publicado por Marinho Borges Às 09:31

12 de dezembro de 2011

Palavras e afectos em torno de Resende

Segunda-feira, Dezembro 12, 2011


Conferência por Andrés Torres Queiruga "Deus e o Sentido da Existência" a propósito do último livro de Anselmo Borges

Conferência intitulada DEUS E O SENTIDO DA EXISTÊNCIA proferida por Andrés Torres Queiruga, Teólogo e Professor de Filosofia da Universidade de Santiago de Compostela. Por ocasião da recente publicação do livro Deus e o sentido da existência, de Anselmo Borges, na Gradiva. A conferência terá lugar na próxima quinta-feira,  dia 15 de Dezembro,  às 21h30m, na Fundação Eng. António de Almeida, na Rua do Tenente Valadim, n.º 325, no Porto.
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Publicado por Marinho Borges Às 14:20
 POR OLIMPIO FERNANDES

Os barbeiros e a sua unificação.
Joaquim Pinto, o responsável por este Museu, levantou uma interessante questão sobre o estatuto do obarbeiro, e que hoje já não fáz sentidochamar-se assim e a um cortador de barbas.
Acentua que a junção para cabeleireiro masculino ou cabeleireiro feminino,se organizava literalmente  o estatuto na profissão, já que hoje as barbearias nãocortam as barbas, ou porque há não clientes para esse serviço, mas também devido á grande evolução tecnológica e dos meios que hoje estão disponiveis para cortar a barba, logo ao sair de casa para o trabalho

Todos esses dados tem a lógica das transformações sociais e culturais. Por outro lado,  os barbeiros da minha geração estão velhos como eu.Possivelmente entenderam que cortar barbas não serviam os seus propósitos profissionais, não fazendo essa proposta de serviço, mas a cada um a sua razão no trabalho que diáriamente orientam nas suas casas.

Por mim, e agora o meu espaço pessoal sobre esta matéria questionada pelo nosso colega J.P, venho do tempo em que na barbearia , em Montemor-o-Velho,se pagava ao ano com milho e feijão, as barbas que eram só cortadas ao fim de semana!Claro que nada é como nos anos 50/60, pois não...

Mas acontece que faço questão de propor o serviço das barbas, não só porque é um trabalho pago por cinco euros e anida fico com a vantagem de poder comercializar o Jungle-Man, ou ainda o Spary emergência, produtos da L.R., que constituem um excelente apoio para cortar as barbas e tratamentos faciaisde muito agrado dos clientes, por isso do meu ponto de vista comercial vou continuar a propor um serviço que considero rentável e higienicamente valorizado

Como devem aceitar e compreender, não venho ensinar-vos o que quer que seja, venho transmitir-vos o que eu entendo fazer na minha casa e com resultados comerciais, apenas isso..

Além disso as propostas em limpesas de pele nos homens , é outra novidade de serviço com aceitação, há que inovar e procurar novos mercados e não deixar que o tempo e a idade, me retire esta noção do trabalho e o respeito que  estas atitudes, venham a pesar nas preferências dos clientes, sabendo das dificuldades  que temos e na generalidade em agradar a uma vasta corrente de clientes, pois eu não tenho essa pretensão.

Por fim e salvo melhor opinião, as Escolas da nossa profissão, quer em Lisboa,Porto, Coimbra, Figueira da Foz,fazem os programas de formação,incluindo a aprendizagem dos cortes das barbas, tanto no sector masculino como no feminino, mas a ideia do nosso colega está lançada e venham outras mais para este Museu, onde encontro motivação para partilhar o trabalho e as suas regras profissionais.

Olimpio Fernades


11 de dezembro de 2011

CADEIRA DE BARBEIRO DE ORIGEM ALEMANHA

Esta bonita cadeira mandada reconstruir e oferecida pelo Sr. Manfredo Paz para o futuro museu do barbeiro e cabeleireiro, que de momento está em onlin,, mas que nunca será esquecido este gesto de gratidão.

Devemos recordar que a preservação das peças ou utensílios antigos, fazem parte duma cultura, que é mostrar viva a memória dos nossos antepassados, e certamente de os homenagear, que foram actualizados como nós nos seus tempos.

Devemos sempre ter a nução que o antigo nunca muda, que são sempre antiguidades, e o que nós vemos hoje muito moderno, em breve serão objectos para a história das antiguidades, por isso a moda está sempre a ser ultrapassada por outra moda, e virá para a tal antiguidade que nunca muda.

10 de dezembro de 2011

JOÃO OLIVEIRA "BENFIQUISTA DE CORPO E ALMA"

Tenho o grande prazer de publicar esta fantastica foto mostrando a paichão do seu querido Clube Benfica, do meu grande amigoe cliente, desde que veio pela mão de seu pai Dr. Hélder de Oliveira.

O meu amigo João de Oliveira quando vem ao cabeleireiro cortar o cabelo, e tomar o café connosco, nunca vem com pressa, visto gostar muito de estar a falar exibindo sempre sua simpatia, e que é umcliente e amigo muito considerado por toda a equipa.

Muita amizade por este Benfiquista, tendo uma excelente conversa de amizade com seu pai, alem de ele ser do Sport.

Só espero que seu Benfica seja o Campeão para o ver ainda mais bem disposto, e tomarmos nosso café á saúde da VITORIA DO BENFICA!!!!!!!
Tesoura de corte de cabelo da marca Espanhola de José Monserrate, do ano 1966.

9 de dezembro de 2011

NAVALHAS DE BARBEAR "CABO EM MARFIM"

Esta bonitas navalhas de colecção são centenárias, e com optima conservação, que ainda não foram estriadas.

7 de dezembro de 2011

 BARBEIRO É UM NOME QUE FICA PARA SEMPRE.

Já não faz grande sentido o nome de barbeiro pelo que o seu desempenho não é actualmente fazer barbas mas sim cortar cabelos, o que faria mais sentido seria chamar cabeleireiro masculino e cabeleireiro feminino, e unificar somente cabeleireiros.

Sabemos que a palavra de barbeiro sempre existiu, visto o barbeiro fazia mais barbas do que cortava cabelos, porque á muitos séculos atráz, só o barbeiro é que fazia a barba, que o povo não tinha outros meios senão ir ao barbeiro barbear.

 Hoje não se fazem barbas e continua a ser o barbeiro o nome característico assim chamado na gira do povo, que jamais se esquecerão deste nome que o povo muito estimou e recorreu para tratarem não só do cabelo, mas sim da cura de algumas doenças e sangrias e tirar dentes.

O povo não o esquecem em o tratarem por barbeiros, que eles marcaram sua história com seu regimento próprio, e como tal em poucas palavras é um nome que é difícil esquecer, e que muito dignifica e honra uma classe ao dizerem que é um barbeiro.

AMIGOS QUE ESTIVERAM NA MINHA HOMENAGEM ATRIBUIDA PELO ILAC

AMIGOS DE RESENDE QUE ESTIVERAM NA MINHA HOMENAGEM PELO I.L.A.C. NO GRÉMIO LITERÁRIO EM LISBOA.

 TEMOS NA FOTO 1ª O Dr. VICTOR BORGES, O DR: MARINHO BORGES, E JOÃO NUNO MAGALHÃES  E EU, AMIGOS E CONTERRÂNEOS
NA 2ª O PRESIDENTE DO INSTITUTO LUSO ÁRABE DR. MANUEL PECHIRRA
NA 3ª O  ENG: JOSÉ ALMEIDA RIBEIRO E ARQ. CARLOS ALMEIDA RIBEIRO.

A todos o meu obrigado.
Joaquim Pinto

4 de dezembro de 2011

JORNAL DE RESENDE
PUBLICOU ESTA NOTÍCIA.

MARINHO BORGES
ESCREVEU O TEXTO.

José Mensurado (1931-2011)

Em nome de toda a equipa de cabeleireiros Apolo 70, os nossos sentimentos e com muita tristeza nos despedimos deste grande senhor, grande amigo e cliente, saudades

2 de dezembro de 2011

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

  FIGURA DA FOZ

Uma mulher da Rádio Foz do Mondego.

Conçeição Oliveira, natural de Tavarede, Figueira da Foz.Contra Ventos e Marés, foi um programa de rádio, durante muitos anos na Foz do Mondego, da sua responsabilidade.Tenho a particulariadade de lhe cortat o cabelo, á mais de 3o anos, com efeito apropriado ao seu estilo e estatura. O corte na nuca é acentuadamente elevado e curto, também dos lados.Todo ele no resto é cortado com a tesoura dentada ,deixando pontas muito finas para que depois se possam trabalhar com cera L.R., com as pontas dos dedos, que C.O. fáz com os tais toques pessoais e muito bem.

1 de dezembro de 2011

PAUS-RESENDE 

 Palavras e afectos em torno de Resende

Quinta-feira, Dezembro 01, 2011


Anselmo Borges falou, em Coimbra, de Jesus Cristo e d’ “Último Segredo”

A palestra decorreu na passada 3.ª feira, dia 29 de Novembro, no Instituto Universitário Justiça e Paz. Apesar da noite fria, a conferência despertou vivo interesse e foi muito participada, tendo contado com a presença de cerca de 150 pessoas, de entre as quais, docentes do ensino básico, secundário e superior, estudantes  universitários, padres, freiras, agnósticos, crentes que se interrogam…
Anselmo Borges começou por referir que apresentou o livro em Lisboa a convite da Gradiva e não de José Rodrigues dos Santos. Na altura teceu fortes críticas ao livro, mas a televisão e alguns órgãos de comunicação ignoraram-nas, podendo ficar a ideia que o livro tinha a bênção do apresentador, que até era padre. Esta conferência, em Coimbra, teve, quanto a mim,  dois objectivos. Serviu para desmistificar a ideia de que José Rodrigues dos Santos “inventou a pólvora”. Mas as bombas com que pensa ter atingido a Igreja e a comunidade dos cristãos não passam de bombinhas que lhe arrebentaram nas mãos. Muitas das questões que coloca já são objecto de  reflexão  há longo tempo por teólogos,  e outras são ridículas. Na Alemanha, como bem referiu Anselmo Borges, o estudo da teologia tem um outro estatuto,  sendo debatida nas respectivas universidades, onde há em cada uma delas uma faculdade de teologia afecta aos católicos e uma outra afecta aos protestantes. Em Portugal, depois da catequese existe praticamente o vazio, o que faz com que a maioria das pessoas se possa sentir escandalizada com algumas atoardas e não esteja preparada para as debater. Esta palestra,  cujo tema partiu do livro de José Rodrigues dos Santos, atingiu um outro objectivo mais vasto, pois  permitiu a clarificação e reflexão  de muitos aspectos do  percurso histórico de Jesus, da interpretação das suas palavras, acções e gestos  e o confronto com o Jesus da fé.
Anselmo Borges referiu que o autor de um livro estabelece  um contrato de confiança  com os seus leitores  quanto  à natureza da obra, que pode ser do ramo da ciência, da filosofia, da poesia, do romance…Ora José Rodrigues dos Santos ao jogar no duplo tabuleiro da vertente ficcional e histórico-teológico rompeu esse contrato. “Por isso, disse-lhe cara a cara para retirar a  passagem da página 11, onde escreveu que  todas as citações de fontes religiosas e todas as informações históricas e científicas incluídas neste romance são verdadeiras, referiu a dada altura.
Após a conferência, ficou a sensação que a maioria dos presentes ficou mais  interessada em continuar a debater questões ligadas à pessoa de Jesus Cristo e à religião do que em ler “O Último Segredo”. De qualquer forma, quem saiu daqui com  a pachorra de o ler lê-lo-á com outros olhos.
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