12 de fevereiro de 2012

PROFESSOR  . DOUTOR: ROBERTO FRANCO FREIRE "BRASIL"

Este nosso cliente habitual de Nacionalidade Brasileira, ´ja não é a primeira vez que aparece no blog, como noticia de um grande senhor que é um catedrático e vem guardando sempre que possível o seu corte de cabelo para o fazer nos Pinto's Cabeleireiros Apolo 70 em Lisboa, que nos visita sempre com grande simpatia e amizade.

O que se passa agora com o Prof. Roberto Franco Freire, é que chegou aqui á dias e mal o conhecíamos pelo seu aspecto com elegância, por que tinha perdido de peso 60 quilos, passou dos 160 para os 100 quilos.
Uma boa notícia em o vermos assim, e que lhes demos os sinceros parabéns, e fica aqui uma agradável opinião aos que são mais fortes que não desanimem que aparece sempre uma solução para o problema.
  
Professor Dr. Roberto Franco Freire, Parabéns pela mudança da fisionomia que voltou ao tempo de jovem.


O REGRESSO DO SABÃO E DO PINCEL "APRESENTADO POR LUIS GOUCHA VOCE NA TV EM 27/08/2010"




 VOCÊ NA TV APRESENTADO POR MANUEL LUIS GOUCHA

Catarina  Fragata,  Luís Pereira  e  Rui Melo
Os mentores desta ideia

Esta jovem equipa criaram uma empresa do regresso do sabão e do pincel, que de momento está a ser um verdadeiro êxito no mercado Português.

Como vi grande interesse  ao renascer esta bela ideia associei me a eles para ir a este programa Você na TV apresentado por Manuel Luís Goucha, que o que me consta redobrou o sucesso na comercialização.

Só tenho a dar os para bens a esta equipa jovem empreendedora que tem grande futuro visto eu confirmar serem de grande talento e actuais para vencerem nos tempos futuros.

Atentamente 
Joaquim Pinto

Rogério Pinheiro Leal Nunes "Jornalista de Nacionalidade Brasileira Edita Livro" A NOVA ERICEIRA



Rogério Pinheiro Leal Nunes
Jornalista de Nacionalidade Brasileira


Edita livro A NOVA ERICEIRA

Fui encontrar numa exposição na Ericeira onde estava integrado, e falei com ele e vi neste jovem jornalista com uma vasta cultura e muito interessado em desenvolver o estudo sobre a Ericeira.

Foi em 1818que viera da Freguesia Ericeira fundar a 1ª companhia pesqueira do Brasil

Muito gostaria que lesem este livro que irão ficar muito entusiasmados visto eu ler um pouco e fico emocionado na descrição que este jovem jornalista escreve. Vale a pena comprar o livro ,que iram saber de coisas que não me passavam pela ideia, porque ele fez um estudo muito a fundo sobre a Ericeira.

amigo Rogério Pinheiro Leal Nunes, parabéns e boa sorte para sua carreira.
Com amizade
Joaquim Pinto

8 de fevereiro de 2012

Domingo, Fevereiro 05, 2012

Debate no Porto em torno do livro de Anselmo Borges “Corpo e Transcendência”

Na perspectiva do autor do livro ora apresentado, o debate é a melhor forma de levantar e partilhar questões constantes ou subjacentes às temáticas do mesmo, contribuindo desta forma para motivar os participantes para a sua leitura. Dando corpo a este figurino, decorreu,  no passado dia 27 de Janeiro,  na Fundação Eng.º António de Almeida, o debate “O Corpo, o Tempo e Deus”, moderado por Anselmo Borges, e que contou com a participação de Daniel Serrão, Frei Bento Domingues e José Pacheco Pereira. Foi um acontecimento cultural marcante pela qualidade das intervenções, tendo  despertado vivo interesse na numerosa assistência, que rondou as 250 pessoas.
Anselmo Borges começou por referir que  a cultura deverá ter um papel decisivo  para ultrapassar a brutal crise em que nos encontramos, abrindo novos horizontes de análise e de perspectiva.  A propósito,  Adriano Moreira,  no prefácio de “Corpo e Transcendência”,  chama a atenção para a “contribuição oportuna, actual e  exigente” deste  livro para a necessidade de promover o encontro entre a cultura dita cientifica e das humanidades , “neste  mundo sem governança , em que proliferam as ameaças”. Prosseguindo, Anselmo Borges afirmou que a antropologia tem de começar pelo corpo, mas de tal maneira que se supere tanto o dualismo como uma concepção materialista reducionista. Eu sou um corpo que diz eu, que se realiza com os outros no tempo e aberto à Transcendência.  “No fundo, este livro trata do enigma humano”, concluiu, para dar a palavra aos três intervenientes.
O Professor Daniel Serrão começou por sublinhar que um novo livro de Anselmo Borges não é uma banalidade, é um acontecimento, e Corpo e transcendência não foge à regra: é um acontecimento cultural que vai obrigar a intelligentsia portuguesa a ler e a reflectir. “Porque não é um livro fácil, dado que aborda com coragem os mais difíceis problemas da antropologia, da filosofia e da teologia”.
Entrando no tema, disse que a biologia evolutiva e a genética molecular mostraram que o corpo do homem é igual ao corpo de qualquer primata não humano. Só uma pequena parte do lobo frontal do cérebro é diferente, mas é ela que transforma o corpo animal numa corporeidade humana. Que é humana porque através dela se exprime uma forma particular de ser e de estar no mundo que é especificamente humana. “Sem cérebro humano não há pessoa humana”. Mas esta condição necessária é também causa eficiente?, perguntou. Há aqui uma diferença de natureza que se tem mostrado até hoje intransponível pela ciência. Damásio, no seu recente livro sobre a consciência, reconhece esta dificuldade, mas afirma que ainda é cedo para a ciência se considerar derrotada. É uma esperança legítima, mas não é mais do que uma esperança, disse Daniel Serrão. Continuando, afirmou que hoje sabemos que parte das capacidades e desempenhos humanos que eram tidos como capacidades da alma são bem explicados pela fisiologia cerebral actual; têm, como se diz, correlatos morfofuncionais. O que não tem correlato morfológico neuronal é a autoconsciência, o conhecimento de si próprio por si próprio, o eu nuclear ao qual tudo se refere. A autoconsciência é um espaço tão virtual que nem espaço é e está fora da categoria temporal, é um permanente agora. E concluiu: “Porque transcende o corpo, não morre quando o corpo morre.”
Frei Bento Domingues enalteceu o contributo de Anselmo Borges no desenvolvimento de uma cultura  em que a preocupação, o horizonte e o método foram sempre guiados mais pelas interrogações do que pelas respostas. Para além dos argumentos da autoridade que enumeram aquilo em que se deve acreditar, importa sustentar a razoabilidade daquilo que é apresentado como verdade. Assim, os recentes livros de Anselmo Borges “Deus e o sentido da existência” ( Gradiva) e “Corpo e Transcendência” (Almedina,  em reedição revista e aumentada) dão muito que pensar, evitando respostas apressadas.
José Pacheco Pereira apresentou-se como incréu, o que o diferenciava do pensamento e da visão dos colegas de mesa. Salientou que  Deus não se encontra na evolução,  entendendo  que os contributos do paradigma da sociobiologia poderão explicar as funções das religiões. Para este historiador e comentador político, a aceitação de um código de valores não passa de uma convenção partilhada.   Mesmo a auto-consciência/auto-gnose poderão constituir um mecanismo de adaptação. E acha que a robótica e as neurociências poderão dar uma contribuição importante  para o emergir desta mesma auto-consciência. Argumentou que a religião remete para o mistério as vertentes do desconhecido ou verdades que fogem à explicação lógica ou racional. A fé para ele é a adesão  a algo tido como certo. Deus a existir deveria mostra-se e aparecer num local “improvável”, como uma cooperativa alentejana. Apesar de tudo, reconhece “o papel da religião como dador de complexidade e isso pode ajudar a fazer o mundo melhor”, já que a tecnologia não muda a sociedade.
A partir destas e de outras posições de Pacheco Pereira, gerou-se uma viva  troca de pontos de vista entre os três elementos da mesa e a assistência.  Este debate mostrou, como disse Anselmo Borges na síntese final, que o homem é um ser que faz perguntas . Este serão poderá ter constituído a oportunidade  para que muitos dos presentes venham a ler o livro “Corpo e Transcendência”, onde se enquadram, se sistematizam e actualizam  perspectivas de resposta e reflexões para muitas das questões aí levantadas.
Publicado por Marinho Borges Às 16:49
SINOPSE do Livro “O RISO – Mecanismos do Cómico” de Paulo Morgado

Paulo Morgado acredita que o riso é um sinal de inteligência próprio do ser humano e sobre o qual importa reflectir num momento crucial de reinvenção da sociedade actual.
Partindo da obra homónima de Henri Bergson, intitulada “O Riso”, o autor conduz-nos numa viagem sem precedentes no pensamento e na ensaística portuguesa, num tom sagaz, irónico, e sempre acutilante, a que já nos tinha habituado nos seus anteriores quatro livros onde abordava os fenómenos da negociação e da corrupção.
Um dos mais destacados gestores portugueses da actualidade volta a surpreender-nos na escrita com um ensaio filosófico sobre os mecanismos do cómico,  demonstrando que existe uma estreita correlação entre o cómico e a inteligência, facto que alarga os horizontes de aplicação dos ensinamentos do livro. Poderá, então, o cómico aplicar-se à gestão de empresas?
O autor parte de uma estrutura baseada em sete pilares – Analogia, Transposição, Ambiguidade, Absurdo, Contraste, Ressalto e Caricatura –, para explicar, com grande detalhe, como é que estes se podem conjugar para despoletar o riso (ou o pensamento…). Os exemplos de utilização destes mecanismos são abundantes ao longo das páginas de “O Riso em Bergson – Mecanismos do Cómico”, não faltando hilariantes piadas e anedotas, que ilustram de forma apropriada e criativa os diversos passos do pensamento do autor.
Este livro constitui, ainda, uma óptima oportunidade para aqueles que procuram uma perspectiva diferente da obra-prima de Bergson, que Paulo Morgado nos faz revisitar de forma inovadora, reflectindo a separação de um século que existe entre ambos e o facto de o francês ser um intuicionista enquanto Paulo Morgado é um analítico.



6 de fevereiro de 2012

Campeonato da Europa de Cabeleireiros na Belgica em 1981



Quanto daria hoje para me reunir com esta equipa que participou no campeonato da Europa  de cabeleireiros, em 1981 na Bélgica, que com muitas saudades deles já não estão todos entre nos, e aqui fica a minha gratidão e a minha homenagem a estes saudosos e grandes amigos e colegas que já nos deixaram á bastante tempo, e para mim o me sentir com a amizade deles é hoje lembra los.

 PAUS-RESENDE

Anselmo Borges nos Açores para falar em simpósio sobre o luto

Este simpósio decorrerá no Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada, nos próximos dias 9, 10 e 11 de Fevereiro, onde Anselmo Borges proferirá duas comunicações: i) "Uma nova auto-identidade após o luto" e ii) "Luto de Deus".
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Publicado por Marinho Borges Às 15:07

5 de fevereiro de 2012

DO BARBEIRO A COMUNICAÇÃO SOCIAL


O barbeiro de antigamente que era caraterizado como o sabe tudo, ou seja que dava as noticias na freguesia, a todos os clientes que entravam na barbearia logo sabiam as noticias, que fazia parte da cultura dos povos, a informação no local tão característico que era a barbearia.
      Era em primeiro lugar posto nas barbearias os editais das câmaras do comselho que os Presidentes autarcas expunham nos salões de barbearias, para as noticias se espalharem por todo o lado, que vinham á barbearia por vezes para uma só informação e nem sempre cortar a barba ou cabelo.
     Não considerem que o barbeiro seria os homens da simples homem da má língua, mas homens de grande valor na sociedade pela qualidade de executarem muito uteis serviços ao povo que ficaram bem marcados na historia por tal desempenho.
     Todos sabemos que á 200 anos não havia correios, não havia avião, não havia comboio, muito menos havia informática, e não iremos pensar que a comunicação se fazia como agora, que nuns segundos comunicamos para todo o mundo.
    Tabelem vos queria dizer que a barbearia servia de grande interesse ao povo, visto fazerem la todos os negócios, e era lá que se ia sabendo o preço da compra e venda de todos os géneros e frutas que se produzia nas freguesias, e também nos dias de feiras, ao sair da missa e também na taberna.
     Resumindo temos que ter o barbeiro como um homem confidencial e útil á sociedade que serviu do cavador ao rei, que era assim o barbeiro de outrora, mas como tal do barbeiro á informática e á comunicação social muito mudou, considerando coisas estas avançadas, mas não podemos esquecer o
barbeiro antigo e o seu grande valor que teve na sociedade.

 RR Center - 48 lojas em Portugal Continental e Ilhas
 Museu do Barbeiro e Cabeleireiro
 LINC: PAUS-RESENDE
 exposiçao no museu de resende peças de barbearia - Pesquisa do Google
 PAUS-RESENDE: Joaquim Pinto (Pinto's Cabeleireiros) foi distinguido pelo Instituto Luso-Árabe para a Cooperação com a Medalha de Mérito da Cooperação

4 de fevereiro de 2012

 Tirado do blog  PAUS-RESENDE

Marinho Borges 

 Feriados para quê?

por ANSELMO BORGESHoje43 comentários
Não esperava voltar aos feriados. Se volto, é por causa da troika e do debate que se gerou. Não creio que o atraso nacional se deva propriamente aos feriados ou que seja a sua supressão que nos vai fazer dar um salto em frente. As razões do atraso - a ordem é arbitrária - são mais fundas: sem negar manchas felizes de excelência, uma educação coxa; falta de produtividade; não temos uma cultura do trabalho - a religião também influenciou; uma industrialização atrasada; o velho encosto ao Estado protector, que engordou desmesuradamente; incompetência na governação; assimetrias sociais gritantes; a corrupção e a aldrabice atávicas - não apareceram agora, por causa do fisco, mais de cem mil filhos inexistentes, e, nos centros de saúde, dois milhões de utentes-fantasmas?; excesso de administradores nas empresas públicas, com privilégios e prémios imerecidos; justiça lenta e sentida como desigual; desemprego galopante; uma multidão ondulante pendurada da política e dos partidos; cumplicidades entre a política e interesses privados... Quando se lê o estudo recente "A Qualidade da Democracia em Portugal: a Perspectiva dos Cidadãos", há razões sérias para preocupação.
Mas compreendo até certo ponto o projecto em curso, sobretudo porque há a tendência para as "pontes" e todo o problema dos gastos por causa da produção em cadeia.
Claro que o homem precisa de trabalhar. Essa é mesmo uma das suas características: é transformando o mundo que se humaniza. E esta relação com o mundo é mais do que uma relação de trabalho para a produção de bens para a subsistência, porque o trabalho é também realização própria, social e histórica, já que é construindo o mundo que a humanidade ergue a sua história de fazer-se. Cá está: o desemprego não é então dramático apenas por colocar em risco a subsistência, mas também a realização de si e o reconhecimento devido ao facto de contribuição na obra comum. Portugal precisa de responsabilidade no trabalho, de boa gestão, de educação e formação excelentes, de iniciativa e empreendimento, justiça social, estímulos salariais.
Mas o ser humano não se define apenas pelo trabalho. A sua relação com o mundo e com os outros é também de gáudio, de gratidão, de criação, de contemplação da beleza. O seu ser não se esgota na produção: destrói-se a si próprio, quando vive para sobreviver. Pelo contrário, sobrevive para viver, e viver tem em si a sua finalidade, e, nesse viver, estão presentes e gozosos a festividade, o "luxo", o gratuito, a alegria genuína e expansiva de ser, o inútil do ponto de vista da produção - "o fascinante esplendor do inútil", escreveu George Steiner.
Feriado quer dizer, atendendo ao étimo, precisamente dia festivo. Vale em si mesmo e por si mesmo. Tem a sua finalidade em si próprio e não é meio para outra coisa, concretamente para que os trabalhadores recuperem forças para poderem trabalhar outra vez e mais. É da natureza do feriado ser um acontecimento não programado: é um "luxo", uma "graça" inesperada. Para haver tempo para a família e o homem lembrar-se de que é criador festivo e não simples besta de carga.

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TAÇA DO SABÃO DE BARBEAR EM PORCELANA INGLEZA

3 de fevereiro de 2012

Palavras e afectos em torno de Resende

Sexta-feira, Fevereiro 03, 2012


Proposta para as 4 freguesias a extinguir

Um grupo de resendenses fez-me chegar a seguinte proposta de agregação de freguesias em Resende: i)  Feirão agrega-se à Panchorra; são próximas,  serranas e tem boas vias de comunicação; ii) Freigil junta-se a S. Cipriano, porque é o seu prolongamento natural e têm muitas afinidades (andam nas respectivas  bandas e há bastantes casais "mistos"); iii) Miomães agrega-se a Anreade, porque são duas freguesias ribeirinhas, com Caldas de Aregos a uni-las; e iv) Felgueiras junta-se a Cárquere; já tiveram  esta experiência em termos paroquiais; vai ser dificil de concretizar,  devido à oposição dos muitos "estrangeirados" a residir fora da freguesia.
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OLIMPIO FERNANDES "CABELEIREIRO"

quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2012


Vamos animar o Bairro Novo com o Festival de Penteados e cortes de cabelo. Vá estando atento ás proximas notícias.


Para já temos a data de 2 e 3 de Junho 2012, com o apoio do Casino da Figueira da Foz, mas o trabalho da minha colega Graça Fernandes , e o meu apoio, iremos i percorrer um longo caminho na organização de um certame que trazia á Figueira da Foz, centenas de profissionais do sector, no passado recente.
Claro que não temos a pretensão de igualar aqueles Festivais , até porque tinham o apoio da Câmara Municipal, Associação dos cabeleireiros, em Lisboa , e ainda fortes
colaborações das empresas ligadas aos cabeleireiros e barbeiros..
Neste projecto, a parceria importante , é o Casino, sem duvida, mas podemos garantir outro apoio o da STILCOUP. do meu particular amigo Manuel dos Santos, uma das grandes empresas do país.
Inclusive, foi a StILCOUP, que na Cova Gala, nos apoiou o único certame que se realizou na Freguesia de S.Pedro, entre outros que ainda reconheço válidos, mas não deu para continuar!O programa está a ser elaborado para aqueles dias já citados e posso informarque a STILCOUP nos vai presentear com a vinda de um cabeleireiro de França ou da Alemanha, o que dará ao certame uma imagem internacionalizada.
Por outro lado é nossa preocupação motivar os colegas da Figueira e do concelho, fazer do festival a sua envolvencia , e quem sabe se neste quadro, não vão surgir profissionais , que agarrem este projecto no futuro.
A presença do meu colega Joaquim Pinto, do museu do barbeiro e cabeleireiro, seria uma enorme mostra do que foi a nossa profissão , em tempos recuados, mas tudo se vai ordenando para que o festival seja de novo o encontro da arte no casino da Figueira da Foz.
O Clube Artístico, do Porto , que esteve na Cova Gala, no ultimo evento, é uma certeza com o seu grupo de  profissionais, esperando conviver com aqueles colegas, no próximo dia 26 do corrente, na cidade nortenha , face ao lançamento de novos cortes para senhoras e homens,
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Navalha de barbear

Modelo especial da fabrica Espanhola de José Monserrat, que lançou esta linda peça de colecção nº 14