26 de janeiro de 2013

O BARBEIRO O NOME PRIMITIVO E QUE NUNCA ACABA


O nome barbeiro foi o nome apropriado a esta profissão, por nos tempos primitivos das civilizações humanas que começaram a cortar as barbas, e certamente muito mais acidou que cortar o cabelo, logo se ia recorrendo ao artista que começou a cortar a barba e não fazer a barba como habitualmente o povo dizia vamos fazer a barba, e seria mais correcto desfazer a barba.

Então desde essa data começou por ser chamado  barbeiro e não cabeleireiro, que será difil esquecer a palavra barbeiro. 
A razão de o barbeiro não esquecer a tradição é porque foram uns artista conceituados a nível mundial pelos seu desempenho no povo que ficará para sempre o chamado o barbeiro do povo, e o confidente na sociedade.

Hoje já não se fazem barbas, ou muito poucas, e porque não são cabeleireiros? alguem me responderá? Pois creio que daqui a poucos anos terá que mudar bastante que o mesmo cabeleireiro será o que corta o cabelelo a homens e senhoras e como lhe quem chamar? Será que um médico não é medico de senhoras e de homens? será outros cursos serão de senhoras e de homens? o povo é que dita os habitos senão iriamos ter mulheres soldados para mulheres e homens soldados para homens

POR OLIMPIO FERNANDES 


O gosto e a exigência do Daniel Cruz.

O dia de trabalho estava a terminar, quando fui agradavelmente surpreendido pela preferência
deste curioso corte de cabelo.
O Daniel trazia uma revista e pretendia que na sua nuca se marcásse 3 ou 4 vincos pronunciados,
do vértice até ao limite do cabelo, assim se fez para a sua satisfação, enquanto a outra parte da cabeleira muito curta fosse acentuadamente picotada.
São estes jovens que me fazem correr por aí fora, á procura de novas tendências, para as quais é meu dever
profissional dar-lhe resposta.

25 de janeiro de 2013

RECORDANDO OS TEMPOS QUE PARTICIPAVA EM CONCURSOS A NÍVEL NACIONAL E INTERNACIONAL



O tempo passa e o recordar é viver, e de vez em quando devemos recordar os momentos profissionais que ao longo da nossa carreira nos empenhamos com grande carinho profissional com muito empenho em prol da nossa querida profissão.

Devemos elogiar todos os que participaram, mesmo que ficassem no ultimo lugar, é sempre de louvar que hoje ficamos em ultimo e amanhã ficaremos em primeiro, e por isso é tão gratificante o ultimo como o primeiro, que a força de vontade que tem em mostrar os trabalhos merecem o mesmo agradecimento..

22 de janeiro de 2013



  DO BARBEIRO AO CABELEIREIRO DE HOMENS

O oficio dos barbeiros remonta às mais longínquas épocas, tendo sempre especiais atributos aderentes à sua profissão.
Tiveram sempre grande influência junto dos grandes senhores da Terra. De ordem social, cultural e profissional. Passaram-lhes pela mão do simples lavrador até ao Rei.
Essa grande influência que tiveram não provinha só da Função de Barbear e cortar cabelos, mas doutras especificações diversas que prestavam noutras mestrias tais como; Barbeiros Dentistas, Barbeiros de Barbear, Barbeiros de guarnecer, Médico e Cirurgiões, e Sagradores, afiavam todos ferros cortantes, tratavam das espadas dos Reis, faziam tranças postiças, perucas e cortavam os cabelos das damas.


DR. ALBERTO PIRES 

NO MOMENTO EM QUE RECEBE O DIPLOMA DO CURSO DE DIREITO NA UNIVERSIDADE AUTÓNOMA EM LISBOA
UM CASO BASTANTE DIGNO QUE MERECE TODA A NOSSA HOMENAGEM E OS SINCEROS PARABÉNS.

O Dr. Alberto Pires, Que assim o podemos tratar, visto ter concluído seu curso de direito na Universidade Autónoma em Lisboa, e que é um caso pouco vulgar.

Reformou-se aos 65 anos de idade e candidatou-se no curso de direito, e qual foi nosso espanto aos 70 anos de idade conclui o curso de Direito, que devemos mesmo admirar com esta idade não perdeu ano nenhum.

Meu cliente á mais de 30 anos nos Pinto's Cabeleireiros Apol 70 em Lisbos, onde tenho acompanhado esta sua carreira, que via nele uma cabeça bastante inteligente, e que o mostrou com esta grande proeza que muito compartilhamos a alegria e como grande amigos que somos dele, nos associamos e compartilhamos esta proeza, que merece bem o nosso apoio de amigo.

Dr. Alberto Pires o meu bom amigo já fazia parte da nossa clientela de prestigio, mas agora aida nos sentimos mais gratificantes com um cliente assim, que é muito de respeitar.

Com amizade
Joaquim Pinto

21 de janeiro de 2013


NAVALHA DE BARBEAR FEITA ARTESANAL NA HOLANDA, CABO EM CHIFRE E MADEIRA


Esta  navalha invulgar feita em moldes artesanais, e peça maravilhosa feita na Holanda  e oferecida pelo meu estimado cliente Eng. Hugo Cardoso, que aqui lhe deixo os meus agradecimentos, pela estimada oferta.

Devo dizer sendo que sendo dos maiores coleccionadores de navalhas a nível da Europa, que pelo menos que eu saiba, que posso dizer que minha colecção ultrapassa as 300 navalhas de barbear.

queria aqui dizer que devo muito aos meus estimados clientes que esta colecção cresceu, porque eles me ofereceram muitas, algumas trazem do estrangeiro, outras que tinham dos familiares, e sabendo que sou um fascinado pela preservação das antiguidades, colaboraram comigo oferecendo, e a todos os que contribuíram  os meus agradecimentos

20 de janeiro de 2013


Sábado, Janeiro 19, 2013

A regra de ouro e a empatia*

*Título do artigo de Anselmo Borges, publicado no DN de hoje, que pode ler aqui.
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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Os homens também se cuidam.

POR OLIMPIO FERNANDES 
COVA GALA FIGUEIRA DA FOZ


As fotografias são da autoria do tio António Agostinho, enquanto o verdadeiro fotógrafo, Pedro Cruz,
usufruia de um trabalho em fazer uma limpeza na face é o mesmo que tomar o necessário banho..
Sem preconceitos ou teias de aranha , cada vez mais os homens se cuidam nos cabeleireiros de homens, sobretudo em Lisboa e Porto, mas na Cova Gala, este serviço tem cada vez mais aceitação nos homens,alguns pescadores ,onde as temperaturas agrestes lhes provocam danos faciais...
Aliás, este jovem artista na sua arte de clicar e fazer com que as imagens captadas nos transmitam algo, tem a sensibilidade da evolução e do bem estar e este trabalho desenvolvido no meu salão, está pois em sintonia com a sua capacidade em compreender que os homens se cuidam para que as mulheres os aceitem modernos e assumidos na sua masculinidade.
duas ou três coisas

notas pouco diárias de Francisco Seixas da Costa

sábado, 19 de janeiro de 2013

Despedidas

Estes têm sido, como é natural, os dias das despedidas, dos amigos e dos conhecidos. É um ciclo por que já passámos outras vezes e que sempre nos dá alguma medida daquilo que, ao longo de cada posto, fomos criando de relação pessoal e profissional. É um período algo "stressante" mas muito agradável, em que nos damos conta de que talvez devêssemos ter passado mais tempo com essas pessoas. Mas a vida é o que é.

Ontem, ao final da tarde, mais de duas centenas de amigos tiveram a amabilidade e a simpatia de afrontar a temperatura negativa e a neve que cobria as ruas de Paris, para virem juntar-se a nós num encontro, não de "adieu" mas de "au revoir". Tive então oportunidade de assumir, perante eles, que nós, os diplomatas, somos uns verdadeiros privilegiados. Menos por aquilo que os sinais exteriores indiciam mas, muito mais, pelas oportunidades que fomos tendo, ao longo desta vida errante, de conhecer gente diferente, muitas pessoas interessantes, oriundas de outras culturas e com diversas perspetivas de vida. Guardamos para a vida amigos de imensas nacionalidades, alguns com quem mantemos relações regulares, outros que fomos reencontrando, outros que cruzamos a espaços, com o email e o facebook a ajudar. Essa é a verdadeira riqueza que se acumula numa carreira como a nossa, a qual, no meu caso, se suspende no final do mês.

Com boa música à mistura - Irene Lima no violoncelo, Adriano Jordão ao piano -, juntámos algumas das muitas pessoas que Paris nos proporcionou o ensejo de conhecer. Sentimos pena por não ser possivel ter conosco todos quantos nos ajudaram a transformar este nosso posto de Paris na bela jornada profissional e humana que foi. Mas cada um sabe bem o que lhe devemos.

Dei comigo a pensar que é muito interessante olhar, em perspetiva, para esse círculo de relações. Os embaixadores são diferentes uns dos outros, nas ideias, na forma de estar, nas opções que tomam. Tudo isso ajuda a defini-los, pela positiva e pela negativa. São medidos no plano profissional, desde logo por Lisboa, mas também pelos diversos setores que se ligam às embaixadas: comunidade, empresários, meios culturais, imprensa e, também, pelos estrangeiros, os outros diplomatas, autoridades e amigos locais de Portugal. Mas são igualmente avaliados no plano humano, pelo que projetam, pelo que dizem, pelo modo como se relacionam. É assim, em toda a parte.

Não conheço nenhum embaixador que, em algum posto, tenha feito a unanimidade. Há quem goste de nós, mas há sempre quem nos olhe de forma distante. É a lei da vida. No que me toca, e por onde passei, tentei sempre garantir duas coisas. Em primeiro lugar, que os interesses portugueses fossem protegidos: a imagem do país, os interesses económicos, os valores culturais, a defesa dos direitos das comunidades, a manutenção de uma interlocução positiva e eficaz com as entidades locais. Mas cuidei também, sempre, em que, no plano pessoal e humano, fosse possível manter uma relação com as pessoas de onde transparecesse o respeito que devemos aos outros, a cordialidade que há que transmitir na relação com terceiros. Se consegui, ou não, fazer isso, não me compete a mim dizê-lo.

Ontem à tarde, nos dourados quase aristocráticos da rue de Noisiel, não deixei de recordar - talvez para surpresa de alguns - que, ao longo de todo este tempo em Paris, nunca me deixei de considerar embaixador de "todo" o Portugal que por aqui está, desde logo a começar por quantos vieram para França em condições muito difíceis, em registos de tragédia e de aventura humana que o país não tinha o direito de lhes exigir. E, por isso, ao lado de embaixadores estrangeiros, de empresários portugueses e franceses, de figuras gradas da vida social parisiense, tivemos o gosto de ter conosco amigos que vieram para França "a salto", que viveram no "bidonville" de Champigny, que passaram "as passas do Algarve" ou que são oriundos dessa geração. Gente de todas - de todas! - as cores políticas, de todos os estratos sociais. Hoje, simplesmente, amigos.

No final, confesso gostei muito que a última música, escolhida e interpretada pelo Adriano Jordão e pela Irene Lima, tivesse sido de Fernando Lopes-Graça. Uma canção popular transmontana.

19 de janeiro de 2013


Do Barbeiro ao Cabeleireiro


Mudam-se os tempos, mudam-se os hábitos...

Nenhuma outra frase poderia ilustrar melhor a passagem dos Barbeiros a Cabeleireiros de Homens. Merecem esses artistas da barba e do cabelo, que desde tempos idos traçaram o caminho que ainda hoje percorremos, que façamos um pouco de história para explicar como foi caindo em desuso o Barbeiro.
A profissão de Barbeiro chegou a ser a uma das mais importantes, no dealbar da Idade Média- Sec. XII/XIII- , quando os artesãos passaram a constituir, imediatamente a seguir ao clero e à nobreza, a mais poderosa classe social. Ao Barbeiro competia não apenas o cortar do cabelo e barbas, mas também os mistérios da cirurgia e da aplicação de tratamentos "médicos". O Barbeiro era, então, muito considerado e movia-se com facilidade nas mais altas esferas, estando mesmo por dentro de alguns segredos de estado, pois, por exemplo na qualidade de Camareiro, entrava na intimidade real e sabia mais do que podia contar...
Só cerca do século XVI se faz a clara divisão entre a actividade do Barbeiro e a do Físico (médico) e da parteira e foram definidas as atribuições de cada um. Porém, diz-nos a tradição, que o Barbeiro continuou a ser procurado para resolver muitas questões que transcendiam largamente a sua função.
Mas como e porquê se passou a chamar Cabeleireiro de Homens? Não foi certamente por iniciativa destes, nem aconteceu de um dia para o outro! Na verdade foi a mudança dos hábitos dos clientes que impôs a alteração, A substituição da navalha pela prática lâmina de barbear descartável e fácil de usar em casa, afastou da cadeira do Barbeiro os seus habituais clientes da barba. Até a moda de rostos sem pêlos foi disso uma consequência. As grandes barbas, trabalhadas com esmero pelo Barbeiro, cederam o lugar aos rostos limpos, tendo ficado ainda durante algum tempo ainda o gosto pelos bigodes.
Em presença desta difícil situação, restava ao Barbeiro especializar-se no corte e tratamento dos cabelos. Mas não bastava saber cortar, era preciso ir mais longe e eis que o Barbeiro envereda pelas tintas, permanentes e demais artes. O Pai desta evolução é o francês Georges Hardy que em 1954 esteve em Portugal e explicou a sua inovadora técnica. Seguidor do novo método, Jean Hugo, também veio a Portugal em 1955, explicar aos Barbeiros nacionais como evoluir dentro da profissão, rentabilizando-a.
Por esta altura já os barbeiros Portugueses se encontravam unidos enquanto classe e já tinham mesmo uma escola profissional. Na verdade a primeira escola foi inaugurada em 1952.
Foi desta forma que os ventos da mudança, soprando fortes, levaram o ancestral Barbeiro, cujas origens se perdem nos tempos, a ceder lugar ao moderno Cabeleireiro de Homens que hoje em dia exibe com orgulho o seu saber técnico-artístico. Linc. para o Museu do Barbeiro

16 de janeiro de 2013

FRANCISCO BARÃO  DIAS

Francisco Barão Dias, Estudante de Engenharia Civil,  no I S T, a frequentar o 3º ano, e que nos deu o prazer de ser fotografado nos Pinto's- Cabeleireiros Apolo 70 em Lisboa, para o nosso blog Joaquim Pinto Pinto's Cabeleireiros, e que ´´e uma garantia que vai enriquecer os artigos já publicados anteriormente. que este nosso bom amigo e cliente desde criança, sempre mereceu nossa simpatia e amizade, que ele desde criança sempre se comportou cinicamente com muita correcção  porque quem sai aos seus não e' de admirar, que e de família de muito nível e bem formada e muito nossos amigos.

No corte de cabelo e' muito simples desde criança com muito poucas exigências gostando de falar muito pouco do seu Benfica, mas sim gosta muito de falarmos na família  e que alem dos pais e irmã tem pessoas na família de grande responsabilidade no Pais. e que vamos falando que e' um bocado bem passado quando a visita ao Salão.

Filho de Pais Arquitectos,  Pai Sr Olavo Dias, a Mae dona Teresa Barão e a mana, Leonor Barão Dias, onde deixo aqui um abraço para todos, que são uma família muito nossa amiga como nos somos deles.

Meu caro amigo Francisco Barão Dias, Foi uma honra falar do meu amigo no meu Blog, e desejo as melhores felicidades, e que finalize o seu curso de engenharia, para fazer parte de tantos Engenheiros clientes do Apolo 70, que pelo seu grande talento vai ser um homem de sucesso, que os Pinto's Cabeleireiros do Apolo nos vamos de orgulhar de termos mais um cliente de a fazer parte da nossa clientela de notáveis.

Também tem um Bolog no IST para irem pondo as matérias que vão dando e todos irem trocando as melhores impressões, que e um curso muito exigente.

O blog do Francisco Barão Dias.   Ratos do Técnico

http://ratosdotecnico.blogspot.pt/2012/01/3-teste-de-quimica-20102011_21.html

Com amizade
Joaquim Pinto

13 de janeiro de 2013

O BARBEIRO ANTIGO TINHA SEMPRE UMA TABERNA AO LADO


As antigas barbearias tinham sempre uma taberna ao lado, não porque fossem da pinga, que eu irei explicar a frente porque se faziam ao pé ou perto, por razões de interesse e negocio.

Noutros tempos que dispunham mais do tempo, e como sabem que se esperava nas barbearias, para cortar o cabelo e fazer a barba  e até tirar o dente e outras coisas ligadas a alguns tratamentos cirúrgicos quando o mestre barbeiro era solicitado  e então teriam por vezes de esperar, até que era impensável noutros tempos de fazer a marcação e chegar á hora certa com sua vez marcada.

Como estou falando no tema das barbearias tinham por perto uma taberna, enquanto esperavam iam os clientes ao lado beber seu copo de vinho e não só, comer um petisco, e reza a tradição que ate parecia mal o barbeiro não ir acompanhando um cliente que estava á espera e deixava o que estava a servir e iria num repente tomar seu copo, que era outra vida talvez se podia dizer que eram mais sociaveis que hoje, que eles faziam isto em conjunto para associarem seus negócios e interesses e o relacionamento com os clientes nos dois lados.

11 de janeiro de 2013



 DR: RUI MANUEL XIMENES CALVINHO

A FIDELIZAÇÃO DE UM CLIENTE QUE NOS MERECE A MAIOR ATENÇÃO

Nosso cliente á mais de três décadas, e estando a viver em Coimbra, e antes morava no Algarve, e nestes anos todos nunca deixou de contar o cabelo nos "Pinto's Cabeleireiros Apolo em 70 Lisboa"

Ao Dr. Rui Manuel Ximenes Calvinho, Expressamos aqui a nossa gratidão e amizade por um cliente que se dedicou á fidelização e afecto por esta casa que não á palavras para agradecer, a sua visita como todos os outros clientes.

Sempre conversador em coisas de grande interesse na vida empresarial e cultural, que lembro bastantes conversas com ele á bastantes anos, e que agora venho a confirmar que ele estava muito adiantado no tempo, e que era melhor que ele se tivesse enganado, mas que falava certo, que fui aprendendo com eles e outros clientes aproveitando as boas experiências de vida. 

Recordamos com saudades a sua visita com sua filha ainda muito pequena, e com sua esposa, todos com uma excelente simpatia, que deixo aqui um abraço para elas, e para o meu grande amigo e cliente só tenho a orgulhar-me  e em ter clientes tão amigos e fieis como o dr. Rui Manuel Ximenes Calvinho no corte de cabelo.

Resta-me agradecer em nome dos Pinto's Cabeleireiros Apolo 70, a sua sempre desejada visita para o seu corte de cabelo, e já agora também devemos dizer que o tratamos muito bem, que bem merece como a todos os nossos estimados clientes, que lhe desejamos um Bom Ano de 2013.

Com amizade.
Joaquim Pinto.


ANTIGUIDADES DO BARBEIRO E CABELEIREIRO




10 de janeiro de 2013



terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Mais um corte de cabelo com sucesso

O jovem chama-se Gonçalo Lopes, natural da figueira da Foz.
A frente é volumosa em cabelo para lhe dar mais expressão á sua juventude, enquanto que na nuca , também optei por corte em quadrado e a mesma porção de cabelo para fazer o equilibrio total do corte, tendo em conta a sua altura de atleta, pois é um promissor jogador de futebol da Naval da Figueira da Foz.

9 de janeiro de 2013



Quarta-feira, Janeiro 09, 2013

Entrevista com a Sra. Presidente da Assembleia Municipal de Resende, Dra. Teresa Pais Duarte dos Santos
Decorreu ao longo de um almoço no restaurante Gentleman. Foi publicada no Jornal de Resende, número de Dezembro de 2012, podendo ser lida aqui.
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5 de janeiro de 2013



A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS CABELEIREIROS, NÃO É SÓ CORTAR CABELOS

OS CABELEIREIROS TEM DUAS PROFISSÕES PARALELAS

A PROFISSÃO DE CORTE E DE RELAÇÕES PÚBLICAS
Primeiro temos que aprender as relações publicas e humanas visto irmos depois com o tempo trabalharmos com uma peça inteligente que nos vai ver pelo espelho todos nossos gestos todos os manejos da ferramenta,  e todo o nosso perfil e postura  porque não é uma peça qualquer que vamos esculpir, e que podemos fazer os gestos que entendemos, mas que devemos aprender primeiro a tal postura, sabendo moderar a voz, e sobretudo terá sempre que se ouvir mais alto que será o cliente. temos que muitas vezes sermos hospitaleiros, e temos boa psicologia para por vezes dar uma palavra de animo a um cliente que não venha nos seu dias, e sermos humanos nunca termos uma palavra de desagrado, mas sim de boas relações publicas e humanas.

Depois de sabermos dominara posição de falarmos com o cliente, então vamos para aprendizagem de executar os cortes de cabelo, que estando seguros do que digo  a  traz  iram ver que nos iremos fazer uns cabeleireiros capazes de enfrentarmos o futuro e a concorrência dos nossos colegas, e virmos a ser uns profissionais devidamente preparado, que a nossa profissão de cabeleireiros executa as duas ao mesmos tempo, mas é uma profissão excelente e digna, que podemos ter só uma cadeira de estudo mas a cadeira do barbeiro e cabeleireiro vale por muitas das universidades, que adquirimos muitos conhecimentos em primeiro lugar a sermos uns profissionais e uns bons confidente, que nos presamos de o ser.