22 de outubro de 2014

Pe Dr. Joaquim Correia Duarte, Ilustre Pessoa de Resende


O Pe Dr, Joaquim Correia Duarte, veio a Lisboa em funções do seu trabalho, e tambem receber uma distinção honrosa que  é bem merecida, uma pessoa muito acarinhada e muito  distinta no conselho de Resende, e deu-me a honra de uma agradável visita ao cabeleireiro, e também fez uma visita ao museu do barbeiro e cabeleireiro, onde teve a amabilidade de não se importar ser fotografado dentro do salão do museu.

Os Pinto's cabeleireiros do Apolo 70 em Lisboa ficaram orgulhosos e agradecidos pela pessoa ilustre de Resende fazer esta visita.

21 de outubro de 2014

RTP1 AGORA NÓS, VISITOU OS PINTO'S CABELEIREIROS APOLO 70 E NÃO SE IMPORTARAM DE SEREM FOTOGRAFADOS



Daniel Castro a barbear um técnico da reportagem, que sexta feira irá ser apresentado no programa RTP1 "Agora Nós"  por Tânia Ribas e Pedro Vasconcelos. esteja atento.

19 de outubro de 2014

PENTES EM OSSO QUE ERAM OS MAIS USADOS NAS BARBEARIAS DE OUTROS TEMPOS


Já la vão os tempos que os pentes mais usados nas barbearias eram em osso, chifre tartaruga e marfim. hoje tudo mudou, e temos que usar materiais mais sintético, visto que não compensava o preço que custaria um pente feito com este material, e certamente é proibido usar alguns materiais, como por exemplo o marfim.

O MESTRE BARBEIRO E O BAÚ PARA IR DE PORTA EM PORTA FAZER AS BARBAS




18 de outubro de 2014

POR OLIMPIO FIGUEIRA DA FOZ

sábado, 18 de outubro de 2014

Diogo Henrique, num corte em que pode variar o penteado.

Veterano nos cabelos, não perco oportunidade para me motivar com jovens que procuram outros cortes do seu inocente tempo.
O Diogo vai surpreender a família, já que uma das funções do cabeleireiro é também provocar as inovações.variando os trabalhos sempre que possível e ao gosto de cada um.

Navalha de Barbear Exposta no Museu do Barbeiro e Cabeleireiro


17 de outubro de 2014



Joaquim Pinto, o «desportista de penteados» café Portugal

Iniciou-se como barbeiro, mas as barbas caíram em desuso e hoje é «cabeleireiro de homens». Na sua actividade profissional, Joaquim Pinto não se limita a cortar cabelos, quis perceber as origens do ofício. Percorreu feiras e antiquários, coleccionou utensílios e documentos sobre a actividade de barbeiro. A colecção de navalhas, borrifadores, ferros de frisar bigodes  Uma colecção partilhada na Internet.

Sara Pelicano | sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012

No caminho de casa para a escola, e vice-versa, em São Martinho de Mouros, concelho de Resende, Joaquim Pinto passava pelo barbeiro da aldeia. O ofício seduzia-o. O olhar prendia-se sempre no ritmo de corte das tesouras lançando tufos de cabelo para o chão, nas navalhas que aparavam as barbas. Finda a escola, Joaquim ingressa na barbearia para tentar a sua sorte como funcionário. Começa a sua viagem pelo mundo das barbas e cabelos.
Dos 45 anos de ofício, 37 foram passados na loja número 45 do Centro Comercial Apolo 70, em Lisboa. Após uma passagem pela tropa, Joaquim Pinto mudou-se para a capital, corria o ano de 1966. Desta data guarda a sua primeira tesoura. Começa aqui a aventura de coleccionador e explorador da história da barbearia.

«Sou um desportista dos penteados. Passei muitos anos a trabalhar em paralelo com a Associação Portuguesa de Barbearias com o objectivo de apresentar novas tendências de penteados. Mas tudo cansa e satura e entendi que para ser um cabeleireiro completo tem de se saber as origens da profissão. Não podemos andar numa profissão sem saber de onde ela veio, como é que ela foi», explica o cabeleireiro de homens, como gosta de ser hoje referenciado.

«Não desprestigio o barbeiro, porque também o fui. Mas a verdade é que com a vulgarização das giletes e mesmo o facto de a barba deixar de ser moda, o barbeiro passou a ser um cabeleireiro. Tratamos essencialmente de cabelos», diz.
O espírito coleccionador levou Joaquim Pinto a percorrer durante anos feiras de antiguidades, antiquários, muitas cidades e países. Reuniu um acervo vasto onde consta, além da sua primeira tesoura, uma outra peça, alvo de grande curiosidade, a navalha que barbeou o Rei D. Carlos I (reinou entre 1889 e 1908). Uma colecção que inclui também ferros de frisar bigodes, borrifadores de álcool, taças e pincéis, mesa de barbeiro.

Há curiosidades como o aparelho de desbastar o cabelo e fazer a barba. O cabeleireiro de homens guarda um exemplar deste utensílio «feito na época da primeira guerra mundial (1914-1916), as tropas desbastarem o cabelo quando estavam em campanha». Entre as malas de barbeiro e dentista há uma curiosa toda feita em cortiça. Joaquim Pinto afiança que era de um barbeiro alentejano, que como muitos há alguns anos, iam de casa em casa fazer barbas, cortar cabelo e arranjar dentes se fosse caso disso. E ainda centenárias navalhas com cabo de marfim em perfeito estado de conservação.

«Já perdi as conta às peças que tenho guardadas. Aqui no cabeleireiro tenho algumas coisas expostas, mas a maioria está armazenada. Durante anos participei em exposições. Ainda hoje o faço, convidam-me e envio algumas peças para a mostra», conta.

Joaquim quis acompanhar os tempos e inaugurou o Museu do Barbeiro e Cabeleireiro on-line. Uma página que ele próprio alimenta com fotografias, documentos e descrições das peças que colecciona. A iniciativa é acompanhada por um blogue que faz questão de actualizar diariamente. Partilha através das novas tecnologias histórias deste ofício que remonta à antiguidade.

Na Idade Média, o barbeiro era médico, dentista e cabeleireiro de homens e mulheres. Pelo século XIII, iniciou-se um declínio do ofício quando os médicos reclamaram apenas para si o direito de receitar e operar. Os barbeiros recuperam de novos dois «poderes» no século XVI. Mas volvidos dois séculos, o ofício entra em franca decadência. O barbeiro deixa de ser o dentista, médico, sangrador, amolador e fica apenas com a actividade de fazer barbas e cabelos. Mais recentemente, a vulgarização das lâminas descartáveis e a preferência por um rosto sem barba, reconduzem o barbeiro a novas funções, apenas o tratador de cabelos, ou seja, cabeleireiro.

Na loja 45 do Centro Comercial Apolo 70 estantes e prateleiras mostram algumas das peças coleccionadas por Joaquim. Há também recortes de jornais que revelam a notoriedade alcançada por este «desportista dos penteados». Os clientes procuram o requinte e pacatez da casa.

«Religião, futebol e política são coisas que nesta casa não se falam. São os três assuntos que geram discórdia e aqui ouvimos os clientes e pouco mais», afirma Joaquim, que acrescenta: «esse é outro aspecto que mudou muito no barbeiro. Antigamente a barbearia era espaço de conversas, as pessoas passavam ali os dias. Hoje não. Eu não quero essa algazarra na minha casa».

A esta política de gestão, Joaquim junta a mestria no corte de cabelo. Duas razões que o levaram a juntar uma clientela de classe média alta. Joaquim Pinto prefere deixar os clientes no anonimato. Contudo, a título de curiosidade adiantamos que Joaquim foi «a última pessoa a barbear Sá Carneiro», um mês antes do acidente de aviação que retirou a vida ao político.

A pesquisa e documentação do ofício de barbeiro já valeram a Joaquim Pinto algumas distinções, como Medalha de Mérito da Cooperação e um Diploma entregues pelo Instituto Luso-Árabe para a Cooperação, em 2011, uns anos antes, em 2007, ganhou o prémio Cabeleireiro de Homens na primeira edição da «Hair Fashion Portugal Awards», que teve lugar no Casino do Estoril, e já recebeu um louvor do município de Resende.

Aos 66 anos confessa que «há já alguns anos que deixei de procurar novas peças». Agora interessa-lhe especialmente divulgar o que já possui. Além de Portugal, já expôs no Brasil, em França e revela ao mundo todos os dias a sua colecção no museu online e no blogue (criado em 2009) que conta já mais de 50 mil visitantes. 

FORMAÇÃO PROFISSIONAL >>> REFLEXÃO

A FORMAÇÃO PROFISSIONAL >>>REFLEXÃO

“cabeleireiro de homens e de senhoras “

A FORMAÇÃO É A BASE FUNDAMENTAL PARA O SUCESSO DE QUALQUER PROFISSÃO.
O APRENDER ... É JUNTAR A TEORIA À PRÁTICA NO LABOR DO DIA-A-DIA.

RECENTEMENTE; em entrevista a um periódico semanal, o Professor de Educação Visual de Tecnológica, “LUIS SEQUEIRA,” afirmou o seguinte:
- ENSINAR OS ALUNOS A PENSAR...
- DEVEM APRENDER DE FORMA AUTÓNOMA...

POR MOMENTOS; pensei e reflecti sobres este conceito de enorme visão e alcance, o qual
é adaptável às várias áreas de ensino geral e técnico/profissional.

FELIZES OS ALUNOS ou FORMANDOS; que possam rever-se nos seus MESTRES, através das suas capacidades de comunicação, na suas qualidades de ensino e de intelectualidade, emanações de índole humanísticas e pedagógicas.
"Os alunos devem falar por si e por os seus professores."

É, A PARTIR DA BASE INICIAL;
que se preparam e projectam os futuros profissionais.
A formação deve ser olhada com realismo e rigor , com critérios de desígnios em intensidade,
com persistência em ideias, com conceitos actualizados. Só desta forma, será possível aos
jovens encarar com toda a realidade o seu futuro.

NOS ÚLTIMOS TEMPOS; muito se tem falado e escrito sobre: as Novas Tecnologias e das Novas Oportunidades, na Auto Educação e na Valorização Pessoal e Profissional, na Excelência da Qualidade, na MOTIVAÇÃO. Todos estes princípios, são fundamentais para marcar a diferença.

A PROFISSÃO DE CABELEIREIRO; “ é sui generis.” Os conceitos tecnológicos são uma constan-te, similares à velocidade em que se identificam novas necessidades na aprendizagem/formação.Assim, como no dia-a-dia de qualquer profissional nos campos do conhecimento e seu desenvolvimento, na concepção de novas ideias e de novas técnicas, de novas competências, no aprofundar em soluções práticas para o melhor desempenho, na inovação e progresso abrindo janelas de oportunidades no interagir entre o inovar e potenciar , perspectivando o presente,caminhando para um futuro de sustentabilidade.

É UMA PROFISSÃO REGULAMENTADA; por uma carteira profissional que terá de continuar a serpor vários questões e motivos. Fundamentalmente, porque lidam com saúde pública. O profissional cabeleireiro actua e aplica produtos químicos sobre o Organismo. Altera a sua estrutura física e química. Faz embelezamento do ecossistema capilar, (couro cabeludo/cabelo).Geralmente, são os primeiros profissionais a detectar os primeiros sintomas de anomalias e das deficiências estruturais do couro cabeludo/cabelo, procurando dentro do possível e na bases do seus conhecimentos, proporcionar melhor qualidade de vida e beleza aos mesmos. Contribuindo desta forma, para o bem-estar e para a elevação da auto estimado indivíduo. Por vezes, com efeitos psicossociais.

AO LONGO DA HISTÓRIA (milenar), DOS BARBEIROS E CABELEIREIROS, tem sido uma constante demonstração das suas reais capacidades em várias vertentes estas, tanto no campo pessoal como no profissional, construindo de alguma forma, para o bem-estar do ser humano.

A FORMAÇÃO DO BARBEIRO/CABELEIREIRO; estamos em pleno Século XXI. Os jovens formandos do presente e do futuro não devem estar limitados a determinadas regras durante a sua aprendizagem. Devem ter alguma liberdade autónoma. Esta, devidamente controlada, em que a sua imaginação, criatividade e capacidades sejam apoiadas, transmitindo-lhes um sentido de confiança pelo gosto de aprender e não umac hatice. Esta, normalmente, converte-se em “seca.” É, no espírito da seca, ninguém consegue ter o verdadeiro estímulo em aprender... “ Nem Albert Einstein.”

O MERCADO DE TRABALHO; para os muitos recém-chegados formandos, qualificados pela saída da sua qualificação, encontram pela frente, vários obstáculos como todo o tipo de resistências à sua integração. Motivos? De vária ordem...

A formação
de base é, como a “Cartilha João de Deus”. A profissão de barbeiro e cabeleireiro é de progressão. Requer muito esforço, muitos sacrifícios, muitas práticas, muita cultura profissional,paciência e abnegação. Saber ouvir os conselhos e saber respeitar os que têm maior experiência e sabedoria. Diga-se com toda a frontalidade: nem sempre os” SÁBIOS” têm resposta para tudo mas têm o dever comportamental de civilidade e de humanização em apoiar e transmitir todo o seus conhecimentos e experiência profissional aos mais inteligentes, aos mais capazes, aos mais competitivos e motivados para que possam alcançar os seus objectivos. “ É uma atitude que exige responsabilidade todos os intervenientes.”

“ O PIOR QUE PODE SUCEDER” A QUALQUER PROFISSIONAL; no local de trabalho é, a Desmotivação,a descrença... É, o não acreditar nas suas reais capacidades e em si próprio.“ A letargia e a apatia,” não são boas companheiras para a constante procura da tal motivação...Cada um tem o seu próprio talento, devendo desenvolver essas capacidades, utilizando todas as suas energias e ferramentas afim de poder alcançar o sucesso e o seu bem-estar, tanto pessoal como profissional.

JÁ É NOTÁVEL ALGUMA DIFERENCIAÇÃO; entre a Formação do Sector Público e o Privado.É, fácil de compreender e entender a diferença, obvia, em alguns formandos. É o mercadode trabalho que faz a diferenciação e a respectiva avaliação.Serão aqueles que têm as melhores condições de adaptação na execução das tarefas técnico/artísticas, na educação profissional que maiores possibilidades têm em singrar na carreira profissional que abraçaram.O mercado no seu dia- a- dia é, cada vez mais competitivo e exigente nos cuidados e na elezacapilar. Para tal, é necessário estar devidamente preparado e motivado para vencer todasas vicissitudes e desafios.“Fazer a diferença” é tomar aquela atitude única, no momento certo, que gera os resultados esperados.

A RECICLAGEM >>> ACTUALIZAÇÃO; é abrangente a todas as profissões na actualização da cultura técnico/profissional e científica no conhecimento e desenvolvimento de novas metodologias e tecnologias com nas acções na área pedagógico.Neste contexto; é necessário, (temporalmente), haver acções de formação de actualização e de recordatório com práticas e actualizadas para todos os profissionais.

UM LÉXICO TÉCNICO/PROFISSIONAL; é necessário criar-se um glossário de temos técnico/profissional." seria lógico e racional." Todos se devem reger pela mesma linguagem, com o mesmo significado e sentido; utilizando a terminologia UNIVERSALISTA da nossa LÍNGUA, cujos termos sejam transversais a todos os profissionais.

Seria racional, com incidência objectiva na dignificação dos significados técnicos/científicos a
serem divulgados e explicados por todos de igual modo. Assim, seria o evitar as dúvidas por
parte de formandos, em geral, por uma boa parte de alguns profissionais.Obviamente, não é caracterizante e dignificante que cada um use termologias ao seu belo sabor...Sobre este preâmbulo, não existe aqui qualquer objecção e muito menos sensibilizar ou melindrar seja quem for a sua actuação ou sensibilidade..“ No bom português, disse-se: a estrutura do edifício é iniciada pela base.” A mesma regra é aplicada profissão do barbeiro/cabeleireiro, ou seja a educação técnico/profissional.

A ACTUAL APRENDIZAGEM;
seria necessário haver algumas alterações nos critérios da actual formação. A carga horária destinada a alguns módulos, deveria ser reduzida e transferir o excedente horário a outras competências formativas, indo estas, ao encontro das actuais realidades e necessicidades do mercado emergente nos Serviços à Comunidade na Beleza e Estética dos Cabelos na procurada inovação e da tal excelência de qualidade, fundamentais para a diferenciação.

COMO ?
Haver um diálogo aberto, frontal e de concordância entre os Organismos Representativos da Classe e a Entidade Reguladora da Formação Profissional, neste caso: o I.E.F.P., que através do consenso, haja uma maior visibilidade e rigor um futuro mais promissor e de estabilidade para todos.

SÍNTESE CONCLUSIVA:
É neste período de desenvolvimento e de abertura a novas culturas, das inovações tecnológicas, das novas oportunidades em que todos os jovens devem escolher entre o marasmo ou a suas reais capacidades, apoiando-se nos seus valores pessoais, culturais e profissionais na Arte Criativa de Transformação da Metamorfose Visual do indivíduo, demonstrando as suas virtudes pessoais e qualidades profissionais.

texto elaborado e cedido por:
JOSÉ MANUEL LOPES.
Linc.Duas ou três coisas
LINC:
Museu do Barbeiro e Cabeleireiro - Joaquim Pinto

FORMAÇÃO PROFISSIONAL >>> REFLEXÃO

A FORMAÇÃO PROFISSIONAL >>>REFLEXÃO

“cabeleireiro de homens e de senhoras “

A FORMAÇÃO É A BASE FUNDAMENTAL PARA O SUCESSO DE QUALQUER PROFISSÃO.
O APRENDER ... É JUNTAR A TEORIA À PRÁTICA NO LABOR DO DIA-A-DIA.

RECENTEMENTE; em entrevista a um periódico semanal, o Professor de Educação Visual de Tecnológica, “LUIS SEQUEIRA,” afirmou o seguinte:
- ENSINAR OS ALUNOS A PENSAR...
- DEVEM APRENDER DE FORMA AUTÓNOMA...

POR MOMENTOS; pensei e reflecti sobres este conceito de enorme visão e alcance, o qual
é adaptável às várias áreas de ensino geral e técnico/profissional.

FELIZES OS ALUNOS ou FORMANDOS; que possam rever-se nos seus MESTRES, através das suas capacidades de comunicação, na suas qualidades de ensino e de intelectualidade, emanações de índole humanísticas e pedagógicas.
"Os alunos devem falar por si e por os seus professores."

É, A PARTIR DA BASE INICIAL;
que se preparam e projectam os futuros profissionais.
A formação deve ser olhada com realismo e rigor , com critérios de desígnios em intensidade,
com persistência em ideias, com conceitos actualizados. Só desta forma, será possível aos
jovens encarar com toda a realidade o seu futuro.

NOS ÚLTIMOS TEMPOS; muito se tem falado e escrito sobre: as Novas Tecnologias e das Novas Oportunidades, na Auto Educação e na Valorização Pessoal e Profissional, na Excelência da Qualidade, na MOTIVAÇÃO. Todos estes princípios, são fundamentais para marcar a diferença.

A PROFISSÃO DE CABELEIREIRO; “ é sui generis.” Os conceitos tecnológicos são uma constan-te, similares à velocidade em que se identificam novas necessidades na aprendizagem/formação.Assim, como no dia-a-dia de qualquer profissional nos campos do conhecimento e seu desenvolvimento, na concepção de novas ideias e de novas técnicas, de novas competências, no aprofundar em soluções práticas para o melhor desempenho, na inovação e progresso abrindo janelas de oportunidades no interagir entre o inovar e potenciar , perspectivando o presente,caminhando para um futuro de sustentabilidade.

É UMA PROFISSÃO REGULAMENTADA; por uma carteira profissional que terá de continuar a serpor vários questões e motivos. Fundamentalmente, porque lidam com saúde pública. O profissional cabeleireiro actua e aplica produtos químicos sobre o Organismo. Altera a sua estrutura física e química. Faz embelezamento do ecossistema capilar, (couro cabeludo/cabelo).Geralmente, são os primeiros profissionais a detectar os primeiros sintomas de anomalias e das deficiências estruturais do couro cabeludo/cabelo, procurando dentro do possível e na bases do seus conhecimentos, proporcionar melhor qualidade de vida e beleza aos mesmos. Contribuindo desta forma, para o bem-estar e para a elevação da auto estimado indivíduo. Por vezes, com efeitos psicossociais.

AO LONGO DA HISTÓRIA (milenar), DOS BARBEIROS E CABELEIREIROS, tem sido uma constante demonstração das suas reais capacidades em várias vertentes estas, tanto no campo pessoal como no profissional, construindo de alguma forma, para o bem-estar do ser humano.

A FORMAÇÃO DO BARBEIRO/CABELEIREIRO; estamos em pleno Século XXI. Os jovens formandos do presente e do futuro não devem estar limitados a determinadas regras durante a sua aprendizagem. Devem ter alguma liberdade autónoma. Esta, devidamente controlada, em que a sua imaginação, criatividade e capacidades sejam apoiadas, transmitindo-lhes um sentido de confiança pelo gosto de aprender e não umac hatice. Esta, normalmente, converte-se em “seca.” É, no espírito da seca, ninguém consegue ter o verdadeiro estímulo em aprender... “ Nem Albert Einstein.”

O MERCADO DE TRABALHO; para os muitos recém-chegados formandos, qualificados pela saída da sua qualificação, encontram pela frente, vários obstáculos como todo o tipo de resistências à sua integração. Motivos? De vária ordem...

A formação
de base é, como a “Cartilha João de Deus”. A profissão de barbeiro e cabeleireiro é de progressão. Requer muito esforço, muitos sacrifícios, muitas práticas, muita cultura profissional,paciência e abnegação. Saber ouvir os conselhos e saber respeitar os que têm maior experiência e sabedoria. Diga-se com toda a frontalidade: nem sempre os” SÁBIOS” têm resposta para tudo mas têm o dever comportamental de civilidade e de humanização em apoiar e transmitir todo o seus conhecimentos e experiência profissional aos mais inteligentes, aos mais capazes, aos mais competitivos e motivados para que possam alcançar os seus objectivos. “ É uma atitude que exige responsabilidade todos os intervenientes.”

“ O PIOR QUE PODE SUCEDER” A QUALQUER PROFISSIONAL; no local de trabalho é, a Desmotivação,a descrença... É, o não acreditar nas suas reais capacidades e em si próprio.“ A letargia e a apatia,” não são boas companheiras para a constante procura da tal motivação...Cada um tem o seu próprio talento, devendo desenvolver essas capacidades, utilizando todas as suas energias e ferramentas afim de poder alcançar o sucesso e o seu bem-estar, tanto pessoal como profissional.

JÁ É NOTÁVEL ALGUMA DIFERENCIAÇÃO; entre a Formação do Sector Público e o Privado.É, fácil de compreender e entender a diferença, obvia, em alguns formandos. É o mercadode trabalho que faz a diferenciação e a respectiva avaliação.Serão aqueles que têm as melhores condições de adaptação na execução das tarefas técnico/artísticas, na educação profissional que maiores possibilidades têm em singrar na carreira profissional que abraçaram.O mercado no seu dia- a- dia é, cada vez mais competitivo e exigente nos cuidados e na elezacapilar. Para tal, é necessário estar devidamente preparado e motivado para vencer todasas vicissitudes e desafios.“Fazer a diferença” é tomar aquela atitude única, no momento certo, que gera os resultados esperados.

A RECICLAGEM >>> ACTUALIZAÇÃO; é abrangente a todas as profissões na actualização da cultura técnico/profissional e científica no conhecimento e desenvolvimento de novas metodologias e tecnologias com nas acções na área pedagógico.Neste contexto; é necessário, (temporalmente), haver acções de formação de actualização e de recordatório com práticas e actualizadas para todos os profissionais.

UM LÉXICO TÉCNICO/PROFISSIONAL; é necessário criar-se um glossário de temos técnico/profissional." seria lógico e racional." Todos se devem reger pela mesma linguagem, com o mesmo significado e sentido; utilizando a terminologia UNIVERSALISTA da nossa LÍNGUA, cujos termos sejam transversais a todos os profissionais.

Seria racional, com incidência objectiva na dignificação dos significados técnicos/científicos a
serem divulgados e explicados por todos de igual modo. Assim, seria o evitar as dúvidas por
parte de formandos, em geral, por uma boa parte de alguns profissionais.Obviamente, não é caracterizante e dignificante que cada um use termologias ao seu belo sabor...Sobre este preâmbulo, não existe aqui qualquer objecção e muito menos sensibilizar ou melindrar seja quem for a sua actuação ou sensibilidade..“ No bom português, disse-se: a estrutura do edifício é iniciada pela base.” A mesma regra é aplicada profissão do barbeiro/cabeleireiro, ou seja a educação técnico/profissional.

A ACTUAL APRENDIZAGEM;
seria necessário haver algumas alterações nos critérios da actual formação. A carga horária destinada a alguns módulos, deveria ser reduzida e transferir o excedente horário a outras competências formativas, indo estas, ao encontro das actuais realidades e necessicidades do mercado emergente nos Serviços à Comunidade na Beleza e Estética dos Cabelos na procurada inovação e da tal excelência de qualidade, fundamentais para a diferenciação.

COMO ?
Haver um diálogo aberto, frontal e de concordância entre os Organismos Representativos da Classe e a Entidade Reguladora da Formação Profissional, neste caso: o I.E.F.P., que através do consenso, haja uma maior visibilidade e rigor um futuro mais promissor e de estabilidade para todos.

SÍNTESE CONCLUSIVA:
É neste período de desenvolvimento e de abertura a novas culturas, das inovações tecnológicas, das novas oportunidades em que todos os jovens devem escolher entre o marasmo ou a suas reais capacidades, apoiando-se nos seus valores pessoais, culturais e profissionais na Arte Criativa de Transformação da Metamorfose Visual do indivíduo, demonstrando as suas virtudes pessoais e qualidades profissionais.

texto elaborado e cedido por:
JOSÉ MANUEL LOPES.
Linc.Duas ou três coisas
LINC:
Museu do Barbeiro e Cabeleireiro - Joaquim Pinto

15 de outubro de 2014


quarta-feira, Outubro 15, 2014

Distinguidos os melhores alunos de Resende

No passado dia 5 de outubro, pelas 11 horas, decorreu no auditório municipal de Resende a cerimónia que distinguiu os melhores alunos do 2.º e 3.º ciclos e do ensino secundário. A cerimónia contou com a presença do Presidente da Câmara, Dr.º Garcez Trindade e restante executivo, do Presidente da Assembleia Municipal Eng.º António Borges e dos diretores do Agrupamento de Escolas de Resende e do Externato D. Afonso Henriques.
Os alunos distinguidos, no total 64, receberam um diploma de mérito acompanhado de um cheque no valor de 124,79€ (alunos do 2.º e 3.º ciclos), de 149,94€ (para a melhor média do secundário), 124,79€ (para o segundo melhor) e 99,76€ (para o terceiro melhor).
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14 de outubro de 2014

PINTO'S CABELEIREIROS APOLO 70


Uma cadeira de barbearia em madeira, de antiga barbearia que faz parte do museu do barbeiro e cabeleireiro

11 de outubro de 2014

RODRIGO SOARES DE MATOS, PENTEADO PELO SEU CABELEIREIRO AMANDIO MONTEIRO NOBRE


Rodrigo Sobral de Matos
13 anos 8º ano de escolaridade
Quer ser Médico Veterinário

Nos honra muito com a visita aos Pinto's cabeleireiros Apolo 70 em Lisboa, e ser penteado pelo seu cabeleireiro Amândio Nobre, e muito nos agrada em ter-mos esta bela juventude a frequentar o salão, que é um bom  sinal para dar continuidade a um salão que marcou uma época a bem servir pessoas de muito prestigio.

Temos que apostar nestes jovens e que nos tragam as melhores ideias para desenvolverem este nosso querido pais, não me atrevo a dizer do meu pouco saber quem terá culpa, mas aos olhos vistos teremos que ter esperança, para as futuras gerações que andem menos preocupados com o futuro, por isso estamos muito confiante que este jovem estudante será um dos que amanha trará boas ideias para este pais, e como ele já as tem, visto ser o objectivo futuro é ser medico veterinário.
Deixamos aqui votos de felicidades e que o seu objectivo seja alcançado.

Amigo Rodrigo contamos sempre com tua visita, e é pena de ainda não seres medico, que eu arranjava-te um cliente para consulta, que era o meu Becas que ás vezes precisa de assistência.

9 de outubro de 2014

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

O Jornal dos Cabeleireiros (Empresa Rui Romano ) lançou as novas tendências Outono Inverno.2014

Seis propostas , sendo que a quarta fotografia (corte para homem ) mostram que nesta profissão
as inovações são sempre desejadas pelos pro fissionais, por forma  a deixar o rame-rame, tão perigoso como estagnado.As mulheres e felizmente muitos homens, não perdoam ao seu cabeleireiro, se não lhes transmitem, algo de novo no seu visual
Rui Romano, com este jornal, divulgado pelo país, presta um excelente serviço de informação aos cabeleireiros.
Já agora e mal me ficaria, estou em condições para alterar os cortes de homens, sendo o primeiro "cobaia" o artista da Vila de São Pedro, o Pedro Cruz.
O Jornal dos cabeleireiros, nas páginas interiores, divulga também o festival da Figueira da Foz, esperando poder inserir neste cantinho dos desabafos, a noticia, talvez amanhã, isto porque o nosso colega Joaquim Pinto,(Museu do barbeiro e do cabeleireiro) fará também a sua mensagem aos nossos colegas espalhados pelo país.

8 de outubro de 2014

NAVALHA DE BARBEAR BASTANTE ANTIGA COM LAMINA DESCARTAVEL


Esta navalha de barbear fins do século 19, ja tinha lamina descontável, o leva a crer que a novidade surgiu na década 60/70 do século 20. Pois vêem com certeza que a imagem não mente, e tinham uma particularidade que por vezes muitos desconhecem, esta na valha tem aquela ponta no fim da lamina que era para os barbeiros dentistas enquanto faziam a barba ao cliente aproveitavam tirar alguma pedra dos dentes, que seria uma coisa abreviada para aquele trabalho.

7 de outubro de 2014

 DO BARBEIRO AO CABELEIREIRO DE HOMENS

O oficio dos barbeiros remonta às mais longínquas épocas, tendo sempre especiais atributos aderentes à sua profissão.

Tiveram sempre grande influência junto dos grandes senhores da Terra. De ordem social, cultural e profissional. Passaram-lhes pela mão do simples lavrador até ao Rei.
Essa grande influência que tiveram não provinha só da Função de Barbear e cortar cabelos, mas doutras especificações diversas que prestavam noutras mestrias tais como; Barbeiros Dentistas, Barbeiros de Barbear, Barbeiros de guarnecer, Médico e Cirurgiões, e Sagradores, afiavam todos ferros cortantes, tratavam das espadas dos Reis, faziam tranças postiças, perucas e cortavam os cabelos das damas.




Mas com o regimento aprovado em 1786 cabeleireiros de senhoras e como tinham a sua regulamentação autorizado pelo Senado de Lisboa, contenderam-se com os barbeiros em 1826, por estes continuaram a cortar as marrafas. A regulamentação mais antiga à cerca dos barbeiros foi no ano 100 DC já naquele tempo quem transgredisse tinha que pagar 5 dinarios ao agente ou ao sócio. Este documentos gravado em Bronze, escrito em Latim está exposto no Museu Nacional de Arqueologia 117. 22-2.

Foi na idade media que esta profissão atingiu as suas máxima amplitude, e considerada a maior importância social. As primeiras carteiras passadas em Portugal, autorizadas foi EL Rei D. Afonso V, foi um 14-10-1448, depois de dois anos de pratica no Hospital lhe era passada pelo cirurgião Mor. Em 1551 havia práticos em Lisboa 57 médicos, 60 cirurgiões, 197 barbeiros e 25 parteiras.

Uma profissão cheia de histórias e peripécias, tal como esta. Os Barbeiros eram solicitados por todo o povo para tirar dentes, sangrar e pequenas cirurgia, e quando não entendia a doença, escrevia ao cirurgião e dizia-lhe o que entendia, o cirurgião escrevia do outro lado da carta como havia de fazer, tivemos nomes de barbeiros notáveis tais como Francisco de Assis Vai, foi professor de Anatomia e Cirurgia e Manuel Constâncio, também professor de Anatomia e cirurgia e fundador da escola de Medicina em Lisboa e foram Barbeiros.

Em França Ambrósio Pare, primeiro mestre de Cirurgia, ensinou a cirurgia do Rei. Em Inglaterra há um livro autenticado pela Majesty Queen Elízabeth the Mother titulado Barbers A History of Barbers Surgions, que descreve um nome de barbeiros cirurgiões do ano 1308 até ao fim do século XIX, um livro digno de se ver: no fim do século XIII e principio do século XIV, travou-se renhida luta entre os médicos e barbeiros, esta luta teve um caracter especial em França, até que estes são vencidos, sendo-lhes então interditos de receitar por largos tempos. Entre as duas profissões acentuadas rivalidades até que no século XVI novamente aos barbeiros lhes é permitido receitar e fazer operações, claro que nessa época não existia a alta cirurgia.

Os Barbeiros ganharam grande importância a partir do ano 1000 não só pela arte que ocupada em tonsurar os monges, mas também sangrá-los. Os barbeiros sagradores breve passaram a cirurgiões. Em alguns países França e Inglaterra protegeram-se altamente; pôr exemplo em Londres organizaram-se em colégios especiais, com privilégios e garantias dadas pôr Eduardo IV em 1462, e o mesmo aconteceu em França, em Itália e em Espanha. Mas há um ditado que diz: “que ao mais alto sobe ao mais alto pode cair.” Assim aconteceu com estes ilustres profissionais, ao terem as mais distintas posições da Europa, e caíram a degradação quase total, quando lhes foi proibido operar, receitar sangrar e tirar dentes, no fim do século XIX, ao seja 13/07/1870, por ordem do senado de Lisboa, lhes foi proibido exercer estas funções. Desde ai entram numa autentica pobreza eram então alvos de ridicularizadas comédias alusivas aos pobres barbeiros.

A revista ABC, trazia um anúncio com os seguintes dizeres:” Defendei-vos do dragão, era o pobre barbeiro”. A conhecida opera o Barbeiro de Sevilha, o Figaro que caricaturista da actualidade apresentava-se como barbeiro em estado de miséria. Assim não aconteceu com o nosso saudoso caricaturista Rafael Bordalo Pinheiro, que inverte os casos apresenta o barbeiro com grande trufa, bonita barba e todo janota e que o Barbeiro tem que se levar da pobreza que o cerca. Esta profissão esteve em estado de pobreza até a década de 1950.

Gostaria de falar um pouco a cerca da integração e mudança para cabeleireiros de Homens, mas adianto um pouco graças ao evento do corte Francês, ou seja corte Hardy e que este criador Georges Hardy nos veio ajudar com a sua técnica em 1954 e Gean Hugo, também em 1955: e felizmente criou-se a primeira escola dos barbeiros e cabeleireiros em Portugal, em 1952, e o clube Artístico dos cabeleireiros de Portugal em 1950 através de muitas técnicas, reciclagens, congressos e grandes demonstrações da arte consegui-se sair um pouco de tal situação.

A minha opinião é, saiam das vossas casas convivam troquem impressões, não chega por na porta cabeleireiro de Homens e dizer que a profissão mudou-nos, em nossas casas somos os melhores, mas precisamos de ver outros a trabalhar, e depois poderemos certificar que é necessário com todo o apreço e admiração, pelos barbeiros antepassados, mas hoje também queremos vencer, apelando à união da classe entre os grandes amigos cabeleireiros homens e cabeleireiros de senhoras, todas as organizações que representa a classe, que com profissionalismo obediência e trabalho vão dar boa continuidade à tão Prestigiada profissão, Que tão digna é do nosso profissionalismo e dedicação.

Com amizade
Linc. Pinto's Cabeleireiros

NAVALHA DE BARBEAR Nº 14 FILARMONICA


Navalha de barbear nº 14 Filarmónica, um modelo especial de coleção, que tive a sorte como colecionador de a encontrar num antiquario no estrangeiro, e que não exitei logo em a comprar, para fazer parte da minha selecionada coleção de navalhas de barbear

Recordar a Inauguração do Museu do Barbeiro e Cabeleireiro

Inauguração do Museu do Cabeleireiro


27 Fev 2014
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VAM 3904
Decorreu, no dia 27 de fevereiro, a inauguração do Museu do Cabeleireiro, em Lisboa. Este museu resulta da iniciativa do profissional Joaquim Pinto, que tem vindo a colecionar peças relacionadas com a profissão desde há mais de 20 anos.
VAM 3880
Esta coleção, que já esteve exposta em diversas localidades do país e está, inclusivamente, disponível para visualização online, em www.museudobarbeiroecabeleireiroonline.com, pode agora ser apreciada ao vivo no centro comercial Apolo 70, em Lisboa. Na cerimónia de inauguração, Joaquim Pinto contou com a presença de familiares, amigos e colegas de profissão.
VAM 3883

5 de outubro de 2014

O MESTRE BARBEIRO E O FERRO DE FRISAR BIGODES

Os ferros de frisar bigodes eram usados em todas as barbearias de outros tempos, porque era uma tradição ou seja uma obrigação torcer o bigode moldar as pontas e fazer aquele bigode com pontas bem torcidas, que era a moda de antigamente.

A lamparina que a foto mostra era para aquecer o ferro para frisar, punha-se um pouco de álcool a arder na lamparina, e depois de quente se procedia a operação do jeito do bigode.