8 de maio de 2015
7 de maio de 2015
Navalhas de Barbear
Sete navalhas de barbear uma para cada dia da semana. mas como sabemos sempre houve as chamadas diferenças nas classes sociais, pois era para quem podia e se dava ao luxo de ter uma navalha para cada dia de semana, num belíssimo estojo, apesar das navalhas serem as mesmas da mesma fabrica e do mesmo modelo, mas usa quem pode e quem podia.
6 de maio de 2015
3 de maio de 2015
Dia da Mãe
Dia da mãe que comemoramos hoje este dia dos mais importantes do ano, nos deixa muitas saudades a aqueles que já a perdeu que é o meu caso, limito-me a ter sempre a memoria de que nos preparou para a vida que nos educou e o tirou muitas vezes da boca para dar aos filhos.
Entendo que o dia da mãe é pouco que merecia os 364 dias do anos serem sempre recordada aquela que dá ou deu tudo por nós, e que seja lembrada o dia da mãe 365 dias do ano
29 de abril de 2015
Os meus parabens a estes colegas cabeleireiros
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Profissionais da Figueira da Foz,
Foram estes profissionais que o ano passado representaram a Figueira no
festival no Casino. Para 31 de Maio 2015,, teremos aqui brevemente os 5
representantes da cidade, já inscritos e que vão iniciar a segunda parte
do certame, pelas 14horas, naquela data..
Se queres participar e viver um dia altamente profissional com colegas do país, telefona-me 936589866
18 de abril de 2015
16 de abril de 2015
Olimpio Fernandes Cova Gala Figueira da Foz, um Artista
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Ganhar a vida com o prazer de cortar cabelos.
Amigo Olimpio, enquanto nos visitarem estes clientes e fazerem estes trabalhos nunca se considere fora de prazo, que o meu amigo deve ser a cortar cabelos família do vinho do Porto.
14 de abril de 2015
Museu do Barbeiro e Cabeleireiro foi visitado pelo Pelouro da Cultura da C M L
Foi uma honrosa visita ao museu ontem dia 13/04/2015 pelas 15HOO, e que foi muito importante a Câmara trazer 15 pessoas para visitar, onde muito apreciaram ao recordarem as pessas que algumas já conheceram, quando na juventude, e outras nunca tinham visto.
Fico muito surpreendido pelo interesse que a câmara de Lisboa teve e que apontaram todos os pormenores com que se ia fazendo a discrição das peças, e contando a historia dos barbeiros e cabeleireiros, e da forma como se foi coleccionando tão importaste e interessante colecção que é digna de visitar
8 de abril de 2015
quarta-feira, 8 de abril de 2015
O perfil num corte de cabelo.
Num corte de homem ou mulher, os meus mestres tinham razão.Não te esqueça de cortar os cabelos tendo por base o perfil das mulheres.
O resultado nos homens é igual como aconteceu com o Caifá, v
O resultado nos homens é igual como aconteceu com o Caifá, v
5 de abril de 2015
Olimpio Fernandes grande cabeleireiro em Cova Gala Figueira da Foz, Portugal
Á cabeleireiros que nunca deviam envelhecer.
A comunicação Social devia pesquisar os grandes talentos profissionais, como é o colega Olímpio Fernandes da figueira da Foz, com os seus anos bem passados, ainda faz ver os novos com a sua inovação da moda do cabelo, que este nosso colega, ainda tem capacidade para organizar o festival dos cabeleireiros no Casino da Figueira da Foz, e sempre criador dos cortes e penteados que publica no seu blog.
A profissão lhe deve muito, e não só não é um cabeleireiro qualquer, que já foi diretor de jornal mais que uma vez, e que devo dizer que escreve muito bem. Parabéns amigo Olímpio o amigo Pinto o felicita.
Cabeleireiros de Homens em Portugal dois Amigos Nortenhos
Se alguém se lembra deles são os vencedores em Portugal no 1º Hair Feshion no Casino do Estoril e no 2º Hair Feshion na Casa da Alfandega no Porto nos trofeus Cabeleireiros de Homens.
Somos amigos colegas e conterrâneos e cada um marcou sua presença um na cidade do Porto outro em Lisboa, e que temos honrado muito a profissão, e as nossas origens
Barbeiros marcaram presença na população
Os barbeiros em tempos que já la vão, e que vamos lembrando as memória do passado, os barbeiros andavam de porta em porta com a caixa ou baú, com a despectiva ferramenta a atender seus clientes para fazer o seu ato cívico irem á missa com a barba feita.
Neste dia sagrado especialmente tudo ia á missa, e era uma questão cultural e asseio na sociedade aparecerem de barba feita, senão a sociedade os chamava anti-higiénicos e falta de postura. Pois o barbeiro mais se tinha que despachar especialmente no dia do senhor estarem de cara lavada, e para receberem a cruz de Cristo em casa, que era e ainda é o dia mais importante da nossa fé cristã
31 de março de 2015
28 de março de 2015
Pelouro da Cultura da Camara Municipal de Lisboa
O Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa, já anunciou na sua agenda cultural a visita ao Museu do Barbeiro e Cabeleireiro no dia 13/04/2015.
è com imensa satisfação, o merecer uma visita assim, e levei a cabo de as entidades oficiais terem interesse na visita e na divulgação, onde deixo os meus agradecimentos.
25 de março de 2015
Museu do Barbeiro e Cabeleireiro
Museu do Barbeiro e Cabeleireiro
Cortar e afeitar é uma arte que já tem barbas
Nelson Jerónimo Rodrigues
Revista Life Cooleur
Na cave do Centro Comercial Apolo 70, em Lisboa,
há um baú de recordações com mil e um objetos que ajuda a contar a história dos cabelos, barbas e afins. Lâminas e navalhas, ferros de revirar bigodes ou utensílios de barbeiro-dentista são algumas das preciosidades reveladas neste museu pelo cabeleireiro Joaquim Pinto. Então, como vai ser? Uma mise, uma permanente ou um corte à escovinha?
Revista Life Cooleur
Na cave do Centro Comercial Apolo 70, em Lisboa,
há um baú de recordações com mil e um objetos que ajuda a contar a história dos cabelos, barbas e afins. Lâminas e navalhas, ferros de revirar bigodes ou utensílios de barbeiro-dentista são algumas das preciosidades reveladas neste museu pelo cabeleireiro Joaquim Pinto. Então, como vai ser? Uma mise, uma permanente ou um corte à escovinha?
Foi inaugurado há pouco mais de um ano (fevereiro de 2014) mas tem
uma história quase tão longa quanto os cabelos de Sanção. O Museu do
Barbeiro e Cabeleireiro resulta de três décadas da pesquisa e recolha de
Joaquim Pinto, cabeleireiro desde 1966 que dedicou boa parte da vida a
juntar relíquias relacionadas com a sua profissão.
Depois de muitos anos a mostrar a coleção aqui e ali - expôs em todo o país e até em França - decidiu abrir um espaço permanente onde o espólio pudesse ser admirado quase todos os dias (apenas encerra ao domingo). A cave do Apolo 70 pode parecer um local inusitado mas tem uma razão de ser: é lá que funciona o salão Pinto`s Cabeleireiros, inaugurado em 1971 no mais antigo centro comercial de Lisboa. E assim, enquanto dá umas tesouradas e apara uns bigodes, pode dar um saltinho à loja vizinha e abrir (gratuitamente) o museu a todos os interessados.
Tesoura e navalhas que fizeram história
O espaço divide-se em duas pequenas salas (contíguas) repletas de objetos. Na primeira saltam à vista duas imponentes cadeiras de barbeiro, uma centenária, oferecida por um colega de profissão de Almeirim, e a outra com cerca de 150 anos, comprada numa feira de Oeiras por 45 contos. Ainda mais valiosas são a navalha de barbear e a escova do rei D. Carlos, emolduradas junto às tesouras que, nas mãos do próprio Joaquim Pinto, cortaram pela última vez o cabelo ao ex-primeiro ministro Sá Carneiro.
De todas as peças, a favorita de Joaquim Pinto é um conjunto de navalhas de barbear, uma para cada dia da semana, mas há outra que lhe traz ainda mais memórias: a ferramenta utilizada na primeira vez que cortou (profissionalmente) o cabelo a alguém (num salão que teve em Moscavide) no final dos anos 60. Mas antes disso já a recruta e a guerra colonial tinham sido passadas de tesoura e máquina zero na mão. O jeito revelado foi tanto que, ainda hoje, corta o cabelo ao Comandante e a outros homens da sua antiga companhia.
A história dos cabelos e da barba é contada através de objetos muito antigos, como uma bacia em louça da Companhia das Índias, e outros mais tecnológicos (para a época) que parecem saídos dos filmes de ficção científica do início do século passado. São os casos de um secador de pé com corrente de 110 volts ou de uma máquina de fazer permanentes a quente utilizada nos anos 40. Curiosos são também os antigos ferros de frisar cabelos e bigodes, uma maleta em cortiça de um barbeiro ambulante alentejano e um diploma da Associação de Barbeiros, Cabeleireiros e… Amoladores. Sim, em 1855 os três ofícios faziam parte da mesma corporação.
Em tempos idos os barbeiros tinham ainda mais responsabilidades. Até 1870 alguns também arrancavam dentes, função recordada, por exemplo, com um estojo portátil de higiene oral, e outros ainda faziam pequenas cirurgias e sangramentos, como mostram algumas bacias e utensílios da época. Na altura não havia anestesia mas uma bebida alcoólica (quanto mais forte melhor) ajudava a disfarçar a dor.
Segredos bem guardados e relíquias para o mundo ver
Num canto do museu encontramos mais preciosidades, com destaque para uma coleção de giletes descartáveis e para uma cadeira de barbeiro bicentenária em madeira. Já na divisão mais pequena do museu estão expostos vários livros, ilustrações e cartazes mas o que mais sobressai são os frascos outrora utilizados para guardar produtos indispensáveis numa barbearia, como a brilhantina, a água de colónia ou o pó de talco.
Junto a eles, uma moldura com recortes de jornais mostra algumas das muitas notícias sobre Joaquim Pinto e o seu estabelecimento. “A Catedral do corte e penteado”, titula uma, “A arte de ser discreto”, diz a outra, e por aí em diante. Uma fama que vem de longe e continua a atrair inúmeros ilustres, da política ao mundo dos negócios. Muitos acabam por deixar escapar alguns segredos e até desabafar sobre a vida pessoal mas o que contam fica no segredo dos Deuses. Haverá melhores confidentes que os barbeiros? “Nem os padres!”, brinca Joaquim. O que é para guardar não sai das paredes do salão. O resto está à vista de todos no Museu do Barbeiro e Cabeleireiro.
Depois de muitos anos a mostrar a coleção aqui e ali - expôs em todo o país e até em França - decidiu abrir um espaço permanente onde o espólio pudesse ser admirado quase todos os dias (apenas encerra ao domingo). A cave do Apolo 70 pode parecer um local inusitado mas tem uma razão de ser: é lá que funciona o salão Pinto`s Cabeleireiros, inaugurado em 1971 no mais antigo centro comercial de Lisboa. E assim, enquanto dá umas tesouradas e apara uns bigodes, pode dar um saltinho à loja vizinha e abrir (gratuitamente) o museu a todos os interessados.
Tesoura e navalhas que fizeram história
O espaço divide-se em duas pequenas salas (contíguas) repletas de objetos. Na primeira saltam à vista duas imponentes cadeiras de barbeiro, uma centenária, oferecida por um colega de profissão de Almeirim, e a outra com cerca de 150 anos, comprada numa feira de Oeiras por 45 contos. Ainda mais valiosas são a navalha de barbear e a escova do rei D. Carlos, emolduradas junto às tesouras que, nas mãos do próprio Joaquim Pinto, cortaram pela última vez o cabelo ao ex-primeiro ministro Sá Carneiro.
De todas as peças, a favorita de Joaquim Pinto é um conjunto de navalhas de barbear, uma para cada dia da semana, mas há outra que lhe traz ainda mais memórias: a ferramenta utilizada na primeira vez que cortou (profissionalmente) o cabelo a alguém (num salão que teve em Moscavide) no final dos anos 60. Mas antes disso já a recruta e a guerra colonial tinham sido passadas de tesoura e máquina zero na mão. O jeito revelado foi tanto que, ainda hoje, corta o cabelo ao Comandante e a outros homens da sua antiga companhia.
A história dos cabelos e da barba é contada através de objetos muito antigos, como uma bacia em louça da Companhia das Índias, e outros mais tecnológicos (para a época) que parecem saídos dos filmes de ficção científica do início do século passado. São os casos de um secador de pé com corrente de 110 volts ou de uma máquina de fazer permanentes a quente utilizada nos anos 40. Curiosos são também os antigos ferros de frisar cabelos e bigodes, uma maleta em cortiça de um barbeiro ambulante alentejano e um diploma da Associação de Barbeiros, Cabeleireiros e… Amoladores. Sim, em 1855 os três ofícios faziam parte da mesma corporação.
Em tempos idos os barbeiros tinham ainda mais responsabilidades. Até 1870 alguns também arrancavam dentes, função recordada, por exemplo, com um estojo portátil de higiene oral, e outros ainda faziam pequenas cirurgias e sangramentos, como mostram algumas bacias e utensílios da época. Na altura não havia anestesia mas uma bebida alcoólica (quanto mais forte melhor) ajudava a disfarçar a dor.
Segredos bem guardados e relíquias para o mundo ver
Num canto do museu encontramos mais preciosidades, com destaque para uma coleção de giletes descartáveis e para uma cadeira de barbeiro bicentenária em madeira. Já na divisão mais pequena do museu estão expostos vários livros, ilustrações e cartazes mas o que mais sobressai são os frascos outrora utilizados para guardar produtos indispensáveis numa barbearia, como a brilhantina, a água de colónia ou o pó de talco.
Junto a eles, uma moldura com recortes de jornais mostra algumas das muitas notícias sobre Joaquim Pinto e o seu estabelecimento. “A Catedral do corte e penteado”, titula uma, “A arte de ser discreto”, diz a outra, e por aí em diante. Uma fama que vem de longe e continua a atrair inúmeros ilustres, da política ao mundo dos negócios. Muitos acabam por deixar escapar alguns segredos e até desabafar sobre a vida pessoal mas o que contam fica no segredo dos Deuses. Haverá melhores confidentes que os barbeiros? “Nem os padres!”, brinca Joaquim. O que é para guardar não sai das paredes do salão. O resto está à vista de todos no Museu do Barbeiro e Cabeleireiro.
2015-03- 23
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