10 de agosto de 2016
3 de agosto de 2016
Museu do barbeiro e cabeleireiro
OS BARBEIROS E A SUA HISTÓRIA
Os barbeiros e a sua história no Século XVII/XVIII.
No século XVII e XVIII, os barbeiros eram profissionais que viajavam
pelas províncias oferecendo seus serviços que incluíam corte de cabelo,
sangrias, benzedura e venda de raízes, dentre outras coisas. Como
sujeitos em trânsito, os barbeiros levavam histórias, cousas e
acontecimentos muito variados, vividos por eles nas localidades.
Os barbeiros praticaram todos este notáveis trabalhos de dentista
barbeiro cirurgião e curandeiro e sangrador livremente mas tinha que
passar dois anos de pratica nos hospitais, ate que o cirurgião mor lhes
passasse a carteira, para exercer essa pratica de serviços.
Só foram proibidos pelo Senado da altura que em 31 de Julho de 1871, que quis ficar em dentista ficou e quem quis optou por barbeiro, que foi aqui que os barbeiros tiveram que se dedicar a uma só trabalho, embora se foi praticando muito tempo mesmo sem autorização. Ainda era menino e moço em 1950, me lembro um barbeiro na minha terra era que arrancava os dentes.
Só foram proibidos pelo Senado da altura que em 31 de Julho de 1871, que quis ficar em dentista ficou e quem quis optou por barbeiro, que foi aqui que os barbeiros tiveram que se dedicar a uma só trabalho, embora se foi praticando muito tempo mesmo sem autorização. Ainda era menino e moço em 1950, me lembro um barbeiro na minha terra era que arrancava os dentes.
Os barbeiros eram pessoas extremamente interessantes, pois, além do
serviço de barbearia, eles também praticavam o comércio, e toda sorte de
serviços rápidos demandados pelas comunidades, incluindo algumas
práticas de cura. Antes de 1871, muitas pessoas resolviam seus problemas
de saúde recorrendo a boticário, cirurgiões-barbeiros, barbeiros,
sangradores e curandeiros, e barbeiros tratar das espadas dos reis.
Os barbeiro, além de cortar e pentear os cabelos e barbear, alugava
sanguessugas para os médicos-cirurgiões e clientes, fazia curativos e
operações cirúrgicas pouco importantes. Por terem grande habilidade
manual, os barbeiros faziam também extracções dentárias, porque a época
ainda não existia a odontologia e muitos cirurgiões na maior parte,
cirurgiões práticos não intervinham na boca das pessoas, por receio ou
por desconhecimento de que isso seria possível.
Os novos tempos trouxeram à barbearias as infindáveis conversas sobre futebol e política, além de outras variedades.
A barbearia, assim organizada, faz lembrar das barbearias antigas e traz ao presente alguns vestígios de um passado no qual os médicos não possuíam a autoridade conquistada na
actualidade. A higiene era praticada com outros parâmetros que os da actualidade.
A barbearia, assim organizada, faz lembrar das barbearias antigas e traz ao presente alguns vestígios de um passado no qual os médicos não possuíam a autoridade conquistada na
actualidade. A higiene era praticada com outros parâmetros que os da actualidade.
. Os barbeiros eram, portanto, pessoas de referência, conselheiros
sociais, além de profissionais envolvidos com a solução de problemas de
saúde do espírito e do corpo.
Nas barbearias passaram diversas gerações de homens à busca de um bom
corte de cabelo, boa conversa e ajuda para as suas aflições, dúvidas e
males.
Valorizemos esses espaços de cultura, entendendo todo o seu significado histórico, social e cultural, pois os barbeiros foram a profissão única que tem regimento próprio.
Atentamente.
Valorizemos esses espaços de cultura, entendendo todo o seu significado histórico, social e cultural, pois os barbeiros foram a profissão única que tem regimento próprio.
Atentamente.
30 de julho de 2016
23 de julho de 2016
29 de junho de 2016
29 de maio de 2016
POr Olimpio Fernandes

Joaquim Pinto, o colega distante e sempre perto,
È o cabeleireiro em Portugal, mais premiado e no estrangeiro.Fundador do Museu do Barbeiro e do Cabeleireiro, no Centro Comercial Apolo, em Lisboa, tendo a rara simplicidade, a um colega de aldeia, como é o meu caso, de me tratar de igual para igual, porque sabemos do elitismo, de uns tantos tontos, apetece-me divagar com os pobres devaneios de alguns colegas.Hoje no Festival no Casino, com entradas gratuitas, Joaquim Pinto,s...ubiu ao palco , durante anos.Hoje, vou ficar pelos bastidores,orgulhando-me do êxito dos meus colegas, os quais vão suportar as minhas "birras"de os "empurrar" para estes dias em que nos sentimos felizes na profissão. Logo dou noticias aos meus visitantes do festival que nos identifica numa bela profissão,quando sinto na prática, que os exitos dos meus colegas, são para mim a satisfação, não é Alexandra, Luigi e outros mais.
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È o cabeleireiro em Portugal, mais premiado e no estrangeiro.Fundador do Museu do Barbeiro e do Cabeleireiro, no Centro Comercial Apolo, em Lisboa, tendo a rara simplicidade, a um colega de aldeia, como é o meu caso, de me tratar de igual para igual, porque sabemos do elitismo, de uns tantos tontos, apetece-me divagar com os pobres devaneios de alguns colegas.Hoje no Festival no Casino, com entradas gratuitas, Joaquim Pinto,s...ubiu ao palco , durante anos.Hoje, vou ficar pelos bastidores,orgulhando-me do êxito dos meus colegas, os quais vão suportar as minhas "birras"de os "empurrar" para estes dias em que nos sentimos felizes na profissão. Logo dou noticias aos meus visitantes do festival que nos identifica numa bela profissão,quando sinto na prática, que os exitos dos meus colegas, são para mim a satisfação, não é Alexandra, Luigi e outros mais.
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Há quarenta anos no Centro Comercial Apolo 70
Faço amanhã 40 anos que comecei a trabalhar no centro Comercial Apolo 70 e propriamente no cabeleireiro,
Muitas histórias e boas para contar, que foi frequentado por grandes personalidades da vida empresarial e politica e da vida social deste Pais, Guardo com saudades muitas amizades dos amigos do Apolo e em especial meus estimados clientes que muitos me acompanham á 40 anos. um abraço amigo a todos e espero enquanto eu puder de prestar todo meu profissionalismo e a maior atenção por todos os que visitam os Pinto?s Cabeleireiros Apolo 70 em Lisboa. um abraço amigo "Joaquim Pinto".
27 de maio de 2016
24 de maio de 2016
11 de maio de 2016
9 de maio de 2016
18 de abril de 2016
14 de abril de 2016
7 de abril de 2016
Condecoração da Camara Municipal de Resende
Presidente da Câmara Municipal de Resende Dr. Garcez Trindade, ao entregar a Medalha de Mérito de Ouro do Município.
Joaquim Pinto muito sensibilizado e agradecido pela condecoração, e deixa um grande agradecimento ao ex. Presidente da Câmara, hoje Presidente da Assembleia geral, Eng. António Borges.
5 de abril de 2016
Por Emb. Francisco Seixas da Costa
O ouro da vida
No passado sábado desloquei-me à sede de um pequeno município no Douro.
Tratava-se da entrega de uma medalha de ouro municipal a um amigo, que
reside em Lisboa, promovida pela Câmara Municipal da terra de onde é
originário.
A distinção era justificada, entre outras razões, pela projeção que esse
meu amigo dá à sua terra, através do seu prestígio e honradez
profissionais. Tratou-se de uma dentre as várias personalidades locais
que receberam o galardão.
Foi uma cerimónia simples, mas, curiosamente, não foi uma cerimónia
"vazia", feita de retórica balofa, pelo que não foi nada penosa de
acompanhar. Das palavras genuínas que alguns dos homenageados
pronunciaram ficou patente o gosto pelo reconhecimento que haviam obtido
mas, principalmente, pelo facto do respetivo percurso de vida, muito
diverso de caso para caso, ter merecido uma consagração em face dos seus
concidadãos, funcionando assim como um exemplo para estes. Estavam ali
muito poucos "doutores & engenheiros"; na sua maioria era tudo gente
simples, que arregaçara as mangas da vida e fora capaz de trocar as
voltas ao destino menos fácil que o seu início de vida indiciava.
Deixo aqui um abraço ao meu amigo Joaquim Pinto pelo merecido galardão que lhe foi atribuído.
3 de março de 2016
terça-feira, 1 de março de 2016
Micael. Cova Gala
Um corte com 4 versões de penteados.Claro que os estimados visitantes não notam os pormenores, nem a tanto são obrigados. No facebook, temos contactos profissionais, desde a Figueira, Santana, Porto, Braga, Guimarães, Lisboa, Museu do barbeiro-cabeleireiro, então sim: vou fazer um teste aos diferentes arranjos, e alterações nos penteados, porque parecendo iguais, não me perece que o sejam.
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