3 de novembro de 2010

DIA DO CABELEIREIRO NO BRASIL 03/NOVEMBRO

DIA DO CABELEIREIRO NO BRASIL DIA 03 DE NOVEMBRO

Comemora-se o dia do cabeleireiro, que me honra o ver este dia ser comemorado duma tão modesta e ilustre profissão.

Vou congratular me com o Brasil para comemorar este dia, e agradecer a gentil amiga Cláudia Mata, que me enviou este foto alusiva ao dia do cabeleireiro, que lhe dou meus parabéns e envio um grande beijinho, e que mantenha sempre o mesmo gosto e talento para desempenhar sua profissão com amor por ela, que tanto tem demonstrado.
Com amizade
Joaquim pinto

2 de novembro de 2010

ANTÓNIO JORGE LÉ "JORNALISTA"

Barbearias da Figueira da Foz no século XX


Por António Jorge Lé
Jornalista

Ambiente acolhedor e com um raio de sol a entrar pela porta. Na parede uma gaiola com um periquito ou um calendário. Corte e lavagem são mais caros, vê-se no preçário que está na parede meia caiada.

Lacas e Pitralon embrulham-se nas prateleiras com os perfumes e o espelho, na zona baixa do móvel está o pincel o assentador, as navalhas e as várias tesouras, até a máquina que corta e não aleija... As cadeiras e alguns jornais compõem o recheio da casa. Cá fora o letreiro. Este é o ambiente que envolve o conceito das barbearias do século XX. As conversas esbatiam os desagrado políticos, a partidários e clubistas. Jogava-se no totobola, comprava-se a lotaria e ouvia-se rádio...

O senhor Albuquerque foi quem abriu a barbearia que faz esquina entre as ruas Maestro David de Sousa e Bernardo Lopes. Montou a casa que anos depois estiveram vários profissionais do sector, como o Zé, o Tó-Zé, o Joaquim, entre outros.

Na Rua da Liberdade a história manda contar duas barbearias: no topo da artéria a do António Galizão, que esteve durante largos anos com porta aberta, donde era visível a sua habitual bicicleta estacionada no topo norte; e a que, a meio da rua, acolheu durante anos a arte do senhor Evangelista exactamente onde esteve depois o senhor Frederico. Na Rua da Fonte, um pouco acima do Thaity, João Rola abriu uma barbearia onde esteve anos mais tarde, até praticamente à morte, António dos Santos Monteiro.
A Barbearia Forte, ao lado do Europa, esteve muitos anos o simpático Palaio. Ao lado havia um salão também para senhoras.

Na “Rua do Casino”, ao lado da Tabacaria Pessoa, um empresário de Coimbra abriu a Barbearia Moderna. António Clemente, chegado do Brasil assumiu a casa e ali trabalhou durante anos. Por lá passaram Luís Freitas e o saudoso Valter, filho do dono.
Na mesma rua, exactamente onde se encontra o supermercado Ovo, havia o Godinho – outra barbearia da Figueira. Fazia esquina para a Rua do Mercado (Rua Francisco António Dinis).
Em frente ao Jardim Municipal situava-se o Moutinho, onde esteve o Rola, que hoje ainda desenvolve a profissão na Rua do Estendal.

Quem soube para a Igreja matriz pela Rua Fresca, e na porta pintada a azul, onde se encontra uma oficina de velocípedes, existia o João Ribeiro, outro oficial da barbearia.

No decurso do século XX e passeando pelas barbeias da Figueira, recorda-se uma outra no Largo do Carvão, que tinha também um salão de cabeleireiro. Não se pode esquecer ainda o Guerra, junto onde esteve a SolPrata. Durante anos, a seguir a seu pai, esteve o Alexandre. Subia-se um degrau alto e ali se estava. Depois fechou.
Na Praça Velha existia o Morais. Outro barbeiro que marcou uma época. Agora está lá ...?..., depois de seu pai. Neste rol de lembranças não se pode esquecer o Esteves, do lado oposto daquela praça.
Quem subia para a Casa Rádio, no tempo de Ângelo Tavares Gil, encontrava Barbearia Académica, do senhor Santos, subindo ia-se ao encontro da barbearia onde estava o Carriço.

Na Praça Nova havia duas na mesma linha de rua: o Matos e o Manuel “do Arroz”.
A caminho da Estação ainda havia barbearias. O filho do Guerra, ali no redondo da Singer, e o Albano, mais ou menos em frente à Nau.

Em frente à antiga Casa de Saúde havia a barbearia do Tonecas, diminuitivo carinhoso de António Coelho. Um exímio tocador de instrumentos de cordas no rancho de Vila Verde e um fã incondicional da alimentação saudável, onde o mel e o alho pontificavam.

Nas barbearias do Grande Hotel e do Casino, a partir dos anos 60, de Maio a Outubro (período da concessão), depois do Adelino, esteve o Tó-Zé (vindo da sua barbearia da Rua da Restauração) até ao fecho destas secções. Aqui havia também manicura – a Maria José e a Glória são apenas dois nomes que recordamos.

Segundo António José Ferreira Lé (Tó-Zé), hoje com 86 anos, por volta de 1940 “havia 22 barbearias na Figueira”. Havia ainda um barbeiro que estava afecto ao Quartel, “o Vítor, filho do Albano”, lembra.

Os engraxadores também faziam parte de algumas barbearias.
Recorde-se que a Figueira da Foz, onde não quero deixar de enumerar dos cabeleireiros Egídio, Mário Bertô, Cecília, Fernando, Alice, Né e Olímpio, entre outros, foi durante anos ponto obrigatório do célebre Festival Internacional do Penteado, onde o falecido Renzo Carlluci, preparavam cuidadosamente a montra das tendências dos penteado - muitas vezes marcava o curto, com nucas pronunciadas. Assim se fez a moda durante muitos anos.


30 de outubro de 2010

RTP1 - PORTUGAL NO CORAÇÃO APRESENTADO POR JOÃO BAIÃO E TÃNIA RIBAS DE OLIVEIRA

PORTUGAL NO CORAÇÃO APRESENTADO POR JOÃO BAIÃO E TÂNIA RIBAS DE OLIVEIRA NO DIA 27/10/2010

Mais um convite da comunicação social que tive o prazer de ser convidado pela RTP1 para fins profissionais da arte que exerço que é cabeleireiro.

Os meus agradecimentos Ao programa Portugal no Coração e aos simpáticos apresentados que a RTP1  Tem para a representar.

29 de outubro de 2010

EDUARDO MARÇAL GRILO

PROF. EDUARDO MARÇAL GRILO

EDITA LIVRO,  SE NÃO ESTUDAS ESTAS TRAMADO

Mais um livro editado pelo nosso estimado cliente, que ainda era Ministro já nos dava o prazer de ser cliente dos Pinto's Cabeleireiros do Apolo 70 em Lisboa.

É com forma de gratidão que tomo a liberdade de falar deste nosso tão estimado cliente, que é sempre notável no meu blog, escrever um pequeno comentário a cerca destes Senhores tão notáveis que marcam uma época com um desempenho e posição na nossa sociedade.

Prof. Marçal grilo os nossos parabens e cá o esperamos muitos anos a cortar o cabelo nos Pinto´s cabeleireiros Apolo 70 em Lisboa
Com amizade joaquim pinto

28 de outubro de 2010


JOSÉ DE ALMEIDA RIBEIRO
ENG. AGRÓNOMO

O nosso estimado cliente Sr . Eng. José de Almeida Ribeiro, há 34 anos que frequenta os Pinto's Cabeleireiros Apolo 70, em Lisboa. Desde a primeira vez que veio a esta casa jamais foi a outro lado cortar o cabelo.

Sempre com a sua agradável estima por todos, que é o seu cartão de visita, conserva as suas raízes simples com uma grande formação e simpatia, que ao longo dos tempos connosco tem compartilhado, revelando-se uma pessoa muito humana.
Sempre disponível para um diálogo construtivo, e sem preconceitos em conversar com os modestos profissionais, fala-nos sempre com a maior delicadeza, amizade e profundidade.

Desta vez a nosso pedido deixou-se fotografar na cadeira quando cortava o cabelo, para eu fazer uma pequeno apontamento no meu blog, porque já fazia parte do meu alvo de fotos de pessoas bastante notáveis, tal como o seu irmão Sr. Arq. Carlos de Almeida Ribeiro, que também faz parte da nossa seleccionada clientela.

Caro amigo Eng. José de Almeida Ribeiro, esperamos vê-lo cá a visitar os Pinto's  Cabeleireiros muitos anos, que muito agradecemos a sua presença.

Um abraço dos Pinto´s Cabeleireiros  Apolo 70 em Lisboa

24 de outubro de 2010

22 de outubro de 2010

MAQUINAS MANUAIS DE CORTAR CABELO

Maquinas manuais de cortar cabelo, que estão apenas para recordação, visto as barbearias que usavam, e quase obrigatório, deixaram de usar para dar lugar as eléctricas, e com carga de reserva.

21 de outubro de 2010

Quinta-feira, Outubro 21, 2010


11,5 Milhões de euros modernizam Escola Secundária D. Egas Moniz*

"Cerca de 11,5 milhões de euros vão ser investidos na requalificação e modernização da Escola Secundária D. Egas Moniz, em Resende. O anúncio foi transmitido na cerimónia de apresentação pública do projecto de modernização da Escola Secundária D. Egas Moniz de Resende, que decorreu no dia 19 de Outubro, nas instalações daquela Escola, na presença do director Regional da Educação do Norte, António Leite, e do presidente da Câmara Municipal de Resende, António Borges.
(...)O projecto desenvolvido pela Parque Escolar para a Escola Secundária D. Egas Moniz prevê a beneficiação do Pavilhão Gimnodesportivo e do edifício pré-existente que contempla 25 Salas de Aulas, a construção de um novo edifício com funções sociais e lectivas, implantado paralelamente à Rua da Ermida que definirá um novo pátio de entrada. Apresentará uma implantação em L, na qual o braço paralelo ao arruamento albergar o programa de natureza administrativa, serviços de apoio, refeitório, sala polivalente com bancada retráctil com 200 lugares sentados, pequeno auditório com lotação de 90 lugares e biblioteca. O programa do braço perpendicular à entrada destina-se a 21 salas de aula, incluindo laboratórios, oficinas de informática, electricidade, electrotecnia e expressão dramática, estúdios multimédia, salas de TIC e música, espaço de curso de termalismo e estufas para o curso de jardinagem.
A frente urbana da escola, voltada para a Rua da Ermida e para a Av. Dr. Francisco Sá Carneiro será valorizada, atribuindo-lhe uma maior representatividade e melhores condições de acesso, assim como os espaços exteriores serão objecto de beneficiação"
*Do Gabinete de Comunicação e Imagem da CM 
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Publicado por Marinho Borges Às 19:49

17 de outubro de 2010

AS BARBEIRAS DO SECULO XVI

As Barbeiras do século XVI que muitos desconhecem nos tempos de hoje

Hoje em dia consideramos moderno haver mulheres a trabalhar em barbeiras, hoje cabeleireiras de homens.
Temos aqui identificado que não são modernices as mulheres trabalharem em cabeleireiras de homens

vou sempre dizendo que devíamos conhecer um pouco mais da historia profissional, principalmente os que a exercem, para não nos considerarem que não sabemos de onde viemos, porque não considero um profissional completo senão souber da historia e origem da sua profissão.

Como vou referindo que os antigos barbeiro tinham outras tarefas a fazer, e eram ajudados pelas mulheres nas barbas.

Os barbeiros de antigamente tinham vários artífices tal como barbeiros de guarnecer, que era tratar das espadas dos reis, como estatuto cultural, e com ligação á corte, aonde tinhas outras tarefas nas pequenas cirurgião e tratar da arte dentaria.

Mais tarde vos irei divulgar a cerca destes homens dos sete ofícios, que me tenho debruçado em saber e estudar a historia destes grandes homens que foram os barbeiros de antigamente, e vos irei colocar aqui o regimento próprio dos barbeiros do século XVI, que com certeza que a maioria da classe dos barbeiros e cabeleireiros de hoje não sabem.

16 de outubro de 2010

OS BAREIROS, OS HOMENS DOS SETE OFICIOS

Os barbeiros, os homens dos sete ofícios noutros tempos de outrora.

Não sei se sabiam que os barbeiros de antigamente não eram simples barbeiros.
Agora também achamos novidade uma mulher barreira ou propriamente cabeleireira de homens. Pois não é moderno, uma mulher fazer barbas e cortar cabelos. Há cerca de 400 anos atrás a mulher do barbeiro ajudava a fazer as barbas e cortar cabelo, visto a tarefa do barbeiro era muito extensiva a outros trabalhos, e a mulher ajudava enquanto o barbeiro executava outros úteis trabalhos.

Um destes dia vos vou mostrar imagens da época mulheres a fazer as  barbas, e o barbeiros a dedicar se a tirar os dentes e nas pequenas cirurgias.

Quando possível vos vou fazer uma descrição sobre o desempenho dos tais homens dos sete ofícios, que nesta imagem era os barbeiros a colocar os postiços.

15 de outubro de 2010


SECADOR DE CABELO DOS CABELEIREIROS DE SENHORAS

Era aquecido por um motor que produzia o ar quente, e era conduzido para este aparelho que aquecia os cabelos
Estes objecto secadores eram colocados na parede na altura da cabeça da cliente para fazer o respectivo trabalho

13 de outubro de 2010

Bigodis para fazer as permanentes nos cabelos

Bigodis das permanentes que vão estando fora de moda nos cabeleireiros, dando lugar a outros objectos mais eficazes e mais modernos para a execução dos trabalhos das permanentes.

12 de outubro de 2010

Segunda-feira, Outubro 11, 2010


Colóquio “Religião e (in)felicidade”: um olhar

 Foi um Encontro onde muito se falou de felicidade, prazer, sofrimento e infelicidade. Mas apetece  perguntar:  a montante foi criada uma dinâmica de bem estar? As pessoas sentiram-se acolhidas pela organização? Andavam satisfeitas? Gostaram das conferências?
Sim. A intendência estava bem oleada. O secretariado  respondeu bem e esteve sempre atento.  A comida estava excelente. As pessoas cumprimentavam-se e falavam como se já se conhecessem. Foram trocados muitos “bons-dias” felizes. Viveram-se dois dias de novidade. Os participantes dirigiam-se para o anfiteatro (sempre cheio), onde sabiam  que os esperava a palavra  livre,  reflectida, convicta e corajosa.  Anselmo Borges foi um árbitro atento que fez cumprir horários, gerindo bem o tempo de cada conferência e das intervenções da assistência.  Em cada sessão, apetecia  continuar, aumentando a vontade de voltar.
O local onde decorreu o Colóquio também contou para este “bom clima”. O edifício do Seminário, construído nos anos 60, de linhas geométricas,  marca a diferença pela harmonia e beleza, conjugando austeridade e algum conforto.
Os participantes voltaram para casa com mais fé? Mais comprometidos com Deus? Não sabemos. Porque desconhecemos em que Deus as pessoas acreditam. Saíram, contudo, com mais dados e instrumentos de análise para retomarem a adesão à Palavra libertadora  do Evangelho, anunciadora de uma vida digna e feliz já na terra. A religião legal,  burocratizada e institucional e o Deus da ira, da vingança, da guerra e do poder ou legitimador do poder (no fundo, um deus de infelicidade) foram zurzidos com veemência. Muitas aprendizagens, consideradas como verdades, foram reconsideradas à luz de uma nova visão da compreensão da história e do mundo, para a qual contribuíram os avanços científicos e novas metodologias de investigação, designadamente a aplicação do método histórico-crítico como chave interpretativa das narrações bíblicas.
O que foi dito abala o que se aprendeu, mas ajuda a posicionar-nos no campo correcto e ir à luta, dialogando com os que põem em causa, muitas vezes justamente, e de forma recorrente, o percurso e as posições da Igreja e as concepções de Deus, veiculadas pelo Velho Testamento. Alguns críticos saltam até o campo da razoabilidade para a chacota. Em relação a estes estamos conversados. Contudo, com os outros é possível dialogar a partir do reconhecimento comum de factos que ocorreram no passado, designadamente da instrumentalização da religião, que distorceu a mensagem originária. E é enriquecedor para todos. O diálogo com o mundo cada vez mais secularizado supõe conhecimento , abertura cultural e convicções (que também se vão construindo).  Caso contrário, sobra a fuga,  o enquistamento e o definhamento da Igreja, cujo legado é insubstituível.
Neste sentido, este Colóquio fortaleceu ainda mais a fé daqueles que acham que deve ser apoiada no discernimento e na razão, aclarando situações que muitos teimam em manter dúbias. Foi uma chave que irá abrir muitas portas. Tem razão, pois, o Superior Geral da Sociedade Missionária da Boa Nova, quando na sessão de encerramento afirmou que estes Colóquios (que devem continuar)  cumprem  uma missão cívica e cultural.
O programa deste Colóquio uniu e reuniu  gente da cultura, crentes e não crentes. Apresentou novas perspectivas e novas propostas. Fortaleceu a esperança.  Trouxe alegria. Por isso, foi um festa. Que vai continuar.
Publicado por Marinho Borges Às 23:27

10 de outubro de 2010

Sexta-feira, Outubro 08, 2010


Amanhã à noite em Valadares: Apresentação do novo livro de Anselmo Borges


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domingo, 10 de outubro de 2010


Stop

Já era azar! Ser parado por um polícia, quando estava atrasado para o jantar. Resignado, encostou à berma e, mentalmente, fez uma "check-list" do que poderia estar mal: documentos, seguro, revisão periódica, triângulo, etc. Não tinha a certeza de ter tudo em condições - é sabido que, quando um polícia quer, há sempre algo errado, dos pneus ao alinhamento dos faróis!

Abriu o vidro, fixou o guarda e, logo, notou-lhe um inesperado sorriso: "Está contente com o carrinho?" Perplexo, retorquiu: "Estou, porquê?". Não entendia a pergunta. Seria alguma graça?.

"Mandei-o parar porque gostava de ter a sua opinião. Há dias, apareceu-me um carro igual a este, em segunda mão, a bom preço. Mas, antes de o comprar, gostava de saber se, de facto, será uma boa opção. Por isso, tenho pedido a opinião a quem conduz carros idênticos. Então está mesmo satisfeito? Ótimo! Agradeço-lhe e pode seguir".

História verdadeira passada, com um amigo meu, à saída da Régua.


Read more: http://duas-ou-tres.blogspot.com/#ixzz11zPu6xRw

9 de outubro de 2010

CADEIRA EM MADEIRA DO BARBEIRO

Uma relíquia de cadeira do antigo barbeiro, que foi usada nas barbearias de á uns anos atrás pelos nossos colegas de profissão.

7 de outubro de 2010

LAMINAS DE BARBEAR

Laminas de Barbear
Servem apenas para museu, visto ter dado lugar a outras mais modernas, mas é gratificante haver quem guarde estes objectos que os homens usaram tantos anos

4 de outubro de 2010

CAROLINA NUNES DA PONTE

Carolina Nunes da Ponte
Presidente da Associação Nacional de Esteticismo
Vice President Internacional Federacioon de Aistheticians  ""INFA"

Com o seu merecido prestigio alcançado em Portugal e no Estrangeiro, a nível profissional e pessoal, que a colocamos num lugar e marca difícil de igualar, visto o seu valoroso desempenho conseguiu honrar a profissão e as suas ilustres raízes.

Um nome que eu sempre ouvia falar no seu grande talento profissional, mas não a conhecia pessoalmente, e que tive a honra de me ser apresentada pelo primo meu grande amigo João Nuno Magalhães, quando estava de ferias em Resende, e em Lisboa sem saber a falar com um nosso grande amigo Dr. Manuel Pedro Magalhães, me disse que era sobrinho, e pedi o telefone dela  que o jornal do cabeleireiro a quer entrevistar.

Estava longe de saber que esta senhora Carolina Nunes da Ponte, era familiar desta boa família de Resende, das famílias Magalhães, e que estava associado ao trabalho arte e beleza.

 Resende tem sempre surpresas pela positiva, será por isso que sempre adoramos nossas origens, que não tem só boa cereja mas também gente de muito valor.

Amiga Carolina Nunes da Ponte, parabéns pelo seu êxito alcançado e continue por muitos anos que precisamos do seu trabalho em prol da sua profissão e arte que tem representado e precisamos de mais pessoas assim para isto andar para a frente e acompanharmos os passos a nível internacional.
Com amizade
Joaquim Pinto

Nascimento da Republica


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segunda-feira, 4 de outubro de 2010


Nascimento da República

Durante o mês de agosto, recebi do presidente da Câmara Municipal de Vila Real um simpático convite para participar nas comemorações da implantação da República. Vila Real é a minha terra natal.

Pediam-me que, na noite de 3 de outubro, fizesse uma intervenção pública, por ocasião do descerramento de uma lápide junto de uma casa onde, nos tempos que antecederam a Revolução, decorreram reuniões  da conspiração republicana. O último desses encontros foi em 3 de outubro de 1910, quando os conjurados aí então se reuniram, pela última vez, antes do assalto ao poder.

Por uma óbvia curiosidade, perguntei onde se situava, na cidade, essa casa. Fui informado que era na rua Avelino Patena, a conhecida "rua da Travessa", no centro da cidade. Inquiri sobre o número da porta. O meu interlocutor não sabia. Uns dias depois, esclareceu-me: era o nº 44.

Ontem à noite, sob a intempérie que massacrou o Norte, lá estive a falar da República, em frente ao 44 da rua Avelino Patena. Pude então revelar que aquela havia sido, precisamente, a casa onde eu nasci...

Quem quiser ler o texto pronunciado, pode fazê-lo aqui.


Read more: http://duas-ou-tres.blogspot.com/#ixzz11NFpvjeg
Exraido do Blog Duas ou Tres coisas do Embaixador Francisco Seixas da Costa.
Um abraço Joaquim Pinto

1 de outubro de 2010

Hunberto Coelho Homenageado em Resende

Publicado por Marinho Borges Às 09:36

Quinta-feira, Setembro 30, 2010


Câmara atribui nome de Humberto Coelho a rua*

Humberto Coelho, cuja mãe é natural deste concelho do norte do distrito de Viseu, vai também receber a medalha de honra do município durante uma cerimónia que assinalará o feriado municipal. "Esta distinção tem para mim um significado muito grande. É uma honra e uma grande distinção", disse à Lusa o antigo seleccionador nacional. Humberto Coelho lembrou também que, durante a sua juventude, muitas férias e festas, como o Natal, eram passadas em Resende, junto com a sua família. "Vinha cá muitas vezes. Tenho daqui recordações extraordinárias. É bom voltar às raízes que tenho nesta terra", salientou. Para Humberto Coelho, a homenagem de ontem deve ser também entendida como um sinal do reconhecimento à sua família materna que reside na freguesia de Cárquere. O presidente da Câmara de Resende, António Borges, considerou esta homenagem como "um sinal de admiração" que Resende tem por alguém que tem as suas origens no concelho. "Sempre o consideramos como um dos nossos", disse António Borges. O autarca considera que o município está "a fazer justiça" a Humberto Coelho, porque "percebe que este filho da terra é um exemplo de enorme elegância no trato". Para António Borges, Humberto Coelho "sempre teve um comportamento irrepreensível que até contrasta com os sons dominantes do futebol português".

*Transcrição do Diário de Viseu (link)
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Publicado por Marinho Borges Às 09:42