2 de março de 2014
Inauguração do Museu do Cabeleireiro
27 Fevereiro de 2014
Esta coleção, que já esteve exposta em diversas localidades do país e está, inclusivamente, disponível para visualização online, em www.museudobarbeiroecabeleireiroonline.com, pode agora ser apreciada ao vivo no centro comercial Apolo 70, em Lisboa. Na cerimónia de inauguração, Joaquim Pinto contou com a presença de familiares, amigos e colegas de profissão.
1 de março de 2014
INAUGURAÇÃO DO MUSEU DO BARBEIRO E CABELEIREIRO "JOAQUIM PINTO"
O meu amigo Carlos Lopes Foi o que inaugurou o Museu do barbeiro e cabeleireiro no dia 27/02/2014 cinco minutos antes da hora porque ele tinha que ir para a televisão para um entrevista.
Pois não poderia ser mais bem escolhido visto ter acompanhado diversas exposições pelo Pais, com a a Caixa geral de Deposito na comemoração dos 120 anos , e eu também trazia algumas peças da minha colecção.
Amigo Carlos Lopes obrigado pela rápida visita +a inauguração, mas me deixou a promessa de vir em breve ver com tempo o museu do barbeiro e cabeleireiro.
26 de fevereiro de 2014
OLIMPIO FERNANDES FIGUEIRA DA FOZ
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Crónica Sobre a Moral.
Batista Bastos continua a proporcionar-me excelentes momentos de
reflexão, de quietude e frontalidade, com este seu Tempo de Combate.
____O banqueiro Filipe Pinhel e um vistoso grupo de quadros superiores resolveram
associarar-se num objectivo protestatário e criar os Reformados Indignados.
Pinhel recebe, mensalmente, o equivalente a 14 mil contos ( moeda antiga ) correspondente aos descontos de que diz ter sido esportulado durante uma vida de trabalho insano e muito fatigante.
Disse, também, que não foi à manifestação de 2 de Março, porque tinha outros com promissos. De contrário, certamente, veríamos o banqueiro, senão de punho vertical, pelo menos a cantar a Grândola, vila morena
Não me parece que Batista Bastos, um velho combatente pela liberdade e a democracia, tenha inveja dos banqueiros, o que pretende desmontar é o seu falso sentimento de solidariedade colectiva que não existe nestes tipos de sórdida Imoralidade, quando se sabe que muitas famílias estendem as mãos a um caldo nas Instituições
Publicado por
Olímpio
às
22:06
Nenhum comentário:
Confessado agnóstico,( escreveu já que estaria contra os que usassem
aniquilar a liberdade religiosa, o que demonstra o seu espirito
libertador, cuja solidariedade e humanismo, é superior a muitos que se
dizem cristãos ) Batista Bastos, escreveu sobre a hipocrisia da moral em
mesa farta.
____O banqueiro Filipe Pinhel e um vistoso grupo de quadros superiores resolveram
associarar-se num objectivo protestatário e criar os Reformados Indignados.
Pinhel recebe, mensalmente, o equivalente a 14 mil contos ( moeda antiga ) correspondente aos descontos de que diz ter sido esportulado durante uma vida de trabalho insano e muito fatigante.
Disse, também, que não foi à manifestação de 2 de Março, porque tinha outros com promissos. De contrário, certamente, veríamos o banqueiro, senão de punho vertical, pelo menos a cantar a Grândola, vila morena
Não me parece que Batista Bastos, um velho combatente pela liberdade e a democracia, tenha inveja dos banqueiros, o que pretende desmontar é o seu falso sentimento de solidariedade colectiva que não existe nestes tipos de sórdida Imoralidade, quando se sabe que muitas famílias estendem as mãos a um caldo nas Instituições
25 de fevereiro de 2014
MORREU MÁRIO COLUNA
O nosso querido amigo e cliente Mário Coluna deixou nos e que nos deixa muitas saudades que nos vai lembrar sempre a amizade com nos tratava nos Pinto's Cabeleireiros do Apolo 70 em Lisboa, onde enviamos os nossos sentimentos em nome de toda a equipa.
Fico com uma recordação deste grande amigo, que quando vinha a Portugal sempre nos visitava, e tenho uma proposta dele para me tornar sócio do Benfica, muito lhe agradeço, só que ele já não volta a ver seus amigos e o seu Benfica.
Com saudades do nosso amigo. Mário Coluna
Joaquim Pinto e toda a equipa
14 de fevereiro de 2014
MUSEU DO BARBEIRO E CABELEIREIRO NO CENTRO COMERCIAL APOLO 70
Caros amigos ficam convidados para a inauguração do museu do barbeiro e cabeleireiros, que é o primeiro em Portugal. que é inaugurado a 27/02/2014
OLIMPIO FERNANDES COVA GALA FIGUEIRA DA FOZ
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Gosto do silêncio da noite. Mais própriamente da madrugada. É quase sempre nessas horas tardias que venho até ao computador, e escrevo o que me dá para tal.
Por vezes caio em lapsos, e só com a luz do dia seguinte, reparo neles.
Hoje foi este : - o dito Sr. a quem eu frisava o grande bigode, chamava-se Alfredo Mendes. O apelido Garrafão, que ele não enjeitava, até o aceitava com gozo, foi-lhe atribuido por ser um homem forte, e barrigudo... Recordo-me que um dia um automóvel em marcha lenta deu-lhe um toque, e ele caiu desamparado na estrada de paralelípipedos. Pesado como era não se levantou, apesar de nada ter sofrido; logo acorreram pessoas para o socorrer, e ele só dizia - "aí, agora é que deram cabo do Garrafão... lá se foi o Garrafão..."
Depois disso ainda viveu muitos anos, e já partiu há muitos também. Porém ainda o recordo,
"e o vejo" vestido com o seu sobretudo de cabedal, e de bengala na mão a caminhar.
Ah, e recordo também o acto de lhe frisar o bigode de estimação.
O ferro de frisar bigodes. Saliento a importancia do museu do barbeiro e cabeleireiro, do meu colega Joaquim Pinto, pois assim podemos conhecer as nossas origens na profissão Nos anos 50 em Montemor aprendi a frisar o farto bigode ao Sr. Alfredo Garrafão, montemorense idoso e que tinha gosto no seu longo bigode. Obrigado colega J.P. por estas extraordinárias memórias que certifica a nossa bonita profissão
Fernando Tordo não tem talento neste país!!!
Cantou como ninguém o adeus á tristeza, agora vai dizer adeus ao seu país ,rumando ao Recife, Brasil, porque nos seus concertos tem sido difícil juntar público suficiente!
Para mim foi chocante esta noticia, quando partem os melhores compositores, músicos, poetas, pergunto ao vento que passa, que país eu tenho e vou deixar ao meu neto ( a todas as crianças deste belo pedaço de terra, do Minho ao Algarve, quando vejo partir estas referências culturais. País que esgota os espetáculos de Liliane Marise, e prefere a penúria social e a linguagem da Casa dos Segredos, enquanto as televisões mercenárias( porque estupidas e que nos enfiam os piores conteúdos) não percebem que estes artistas fazem falta pela mensagem que nos permitem pensar e sentir os valores da vida em comunidade.
Fernando Tordo, interpretou as eternas poesias de Ary dos Santos, vai partir com 50 anos de vida artística, dezenas de discos editados e canções intemporais, deixando um país com muitos valores no sector, é certo, mas francamente que os pimbas e as pernas ao léu, nada tem em comum, a arte dos temas musicais e poéticos do Fernando Tordo.
Que tenha muitos êxitos, para acentuar mais a minha tristeza, ao notar a que estado o país chegou, desvalorizando o mérito e a seriedade dos grandes artistas, que em boa verdade não podem ter lugar na mediocridade.
12 de fevereiro de 2014
4 de fevereiro de 2014
2 de fevereiro de 2014
1 de fevereiro de 2014
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