1 de outubro de 2009

A ARTE DOS BARBEIROS SANGRADORES

OS BARBEIROS DE ANTIGAMENTE ERAM TAMBÉM CIRURGIÕES E DENTISTAS.
Faziam as pequenas cirurgias e eram também os que tratavam dos destes oficialmente até 31 de Julho de 1870, quando o governo da altura obrigou quem quis ser dentista ficou em dentista, quem não quis ficou em barbeiro.
Esta arte ainda se praticou ate aos anos de 1950, que ainda me lembro do barbeiro tirar dentes.
Um caso muito curioso para quem não sabe, era o cirurgião mor que passava as carteiras de barbeiro e com aptidão de exercer a cirurgia, depois de dois anos de prática no hospital.
Atentamente.
Joaquim Pinto.
Linc:Pinto's Cabeleireiros - Apolo70 - Joaquim Pinto
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NAVALHA DE BARBEAR "MARCA SOLINGER"

Navalha de barbear marca solinger
Esta relíquia de navalha já faz parte da colecção, que daqui a uns anos nem novas se encontram, visto as fábricas se dedicarem a fabricar outras coisas mais adequadas aos tempos de agora.
mas é sempre gratificante cada um na sua arte vá preservando os utensílios do passado.
Atentamente.
Joaquim Pinto.
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CAIXA GERAL DE DEPOSITOS

Exposições de coleccionismo a convite da Caixa Geral de Depósitos.
Em conversa com o meu amigo e cliente Carlos Lopes o nosso Campeão Olímpico, também me acompanhou muitas vezes e o Dr. Pedro Cardoso, e o Dr. Silva Gama quando andamos pelo Pais expondo como tantos outros as colecções de coleccionismo.
Estivemos em 22 Cidades em Portugal e também em Paris.
Atentamente.
Joaquim Pinto.
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Linc:Associação dos Cabeleireiros de Portugal
Lin:Associação Portuguesa de Barbearias, Cabeleireiros

MAQIUNA ELÉCTRICA DE DE CORTE DE CABELO

Maquina de corte cabelo eléctrica.
Esta máquina é das primitivas electrizas, usadas nas barbearias nos anos 1940 quando apareceram no mercado.
Até ali só se usavam as manuais, que hoje em dia só para museu.
Atentamente.
Joaquim Pinto.

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30 de setembro de 2009

ESTOJO DE HIGIENE PESSOAL

ESTOJO DE HIGIENE PESSOAL
Noutros tempos que já lá vão, era muito usado, visto estar muito ligado á barba e seu arranjo da pele e cabelo.
penso que tem a sua importância também ter conservado este este estojo que esta sempre ligado á toilette.
Atentamente.
Joaquim Pinto.

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29 de setembro de 2009

ESPOSIÇÃO DE ANTIGUIDADES BARBEIRO E CABELEIREIRO

Exposição de antiguidades barbeiro e cabeleireiro.
Aristides Batista, Joaquim Pinto e o Dr. Silva gama, quando numa exposição na F I L quando estávamos no Clube Artístico dos Cabeleireiros de Portugal, e que o dr. silva gama o grande entusiasta e entendido nas exposições, cheguei a andar pelo Pais por 22 exposições e até em Paris, a convite da Caixa Geral de Depósitos.
Com o meu amigo Aristides Batista nos encontremos muitas as vezes nas feiras de antiguidades, e tomarmos o nosso café.
Atentamente.
Joaquim Pinto.
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28 de setembro de 2009

ARISTIDES PEREIRA BATISTA




Aristides Pereira Batista
"Cabeleireiro"

Presidente da Assembleia Geral da Associação Portuguesa de Barbearias Cabeleireiros e Institutos de Beleza.

Fui felicitado por este grande mestre em cabeleireiro de senhoras, ao me ceder para o meu blogue e para os colegas cabeleireiros verem os bonitos trabalhos. foi meramente a meu convite, e que irei fazer mais aos cabeleireiros para mostrarem aqui os seus trabalhos exibidos nos seus momento da carreira profissional.
Entendi criar um blogue cultural e profissional que é para ter movimento profissional e com certeza cultural.
Pois este meu amigo Aristides Baptista tenho andado á vários anos em boms contactos de amigo, tal como no Clube Artístico dos Cabeleireiro de Portugal, como na Associação Portuguesa de Barbearias Cabeleireiros e Institutos de Beleza.
Este nosso colega não precisa de esclarecer muito da sua carreira, que é muito conhecida no meio dos cabeleireiros e do publico em geral.
Amigo Aristides Pereira Baptista o meu bem haja por me ter cedido estas fotos.e por me autorizar em por um pouco da sua vida profissional no meu blogue.
Com certeza que está a criar muito interesse nesta divulgação pois para mim é uma grande satisfação.

Atentamente.

Joaquim Pinto.
Linc:Edições Romano
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Linc:Bicho Carpinteiro
Linc:Associação Portuguesa de Barbearias Cabeleireiros e Institutos de Beleza
Linc:Associação dos Cabeleireiros de Portugal

CABAÇA DO PÓ DE TALCO


Cabaça do pó de talco, em borracha.
Era usada tradicionalmente nos salões de barbearias, quando no final do corte de cabelo se punha numa escova e se passava no pescoço para limpar os cabelos cortados, que com o pó de talco secava a pele e o cliente ia mais asseado.

Atentamente.
Joaquim Pinto.
Linc:Museu do Barbeiro e Cabeleireiro - Joaquim Pinto
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27 de setembro de 2009

FERROS PARA ONDULAR E FRIZAR CABELOS


Ferros de ondular os cabelos que vão desaparecendo do nosso conhecimento.

Pois era muito usual todos os cabeleireiros de senhoras terem no seu cabeleireiro, para frisar e ondular os cabelos, e nas barbearia tinham obrigatório também os ferros mais pequenos para enrolar os bigodes.

Atentamente.
Joaquim Pinto..
Linc. http://www.miguelgarciacabeleireiro.com/web/
Linc. Museu do Barbeiro e Cabeleireiro - Joaquim Pinto
Linc. Edições Romano
Linc: Pinto's Cabeleireiros - Apolo70 - Joaquim Pinto

26 de setembro de 2009

PAVILHÃO DOS DESPORTOS "ANO 1968"


Pavilhão dos Desportos Julho de 1968.
é com certeza com muitas saudades que revelo no meu blogue, mas tenho que mostrar aos meus amigos e leitos do blogue.
Não dá muito para conhecer mas passaram 41 anos que ganhei o premio no pavilhão dos desportos, troxe o 3º lugar na geral e venci por distritos.
Era aluno da Escola do Grémio dos Barbeiro e Cabeleireiros foi então que dei o pontapé de saída para uma longa carreira, que não mais parou. tinha apenas 26 anos e me lancei nos palcos da competição desta saudosa profissão que abraçou este Resendense Joaquim Pinto.
Repito não faço mais comentário que me prendo com saudades desta idade que todos temos quando se deixa a mocidade.

Atentamente.
Joaquim Pinto.
Linc.Pinto's Cabeleireiros - Apolo70 - Joaquim Pinto
Linc: Duas ou três coisas
Linc: Bicho Carpinteiro

NAVALHAS DE BARBEAR "CABO EM MARFIM"

Navalhas de barbear com cabo em marfim
Este conjunto de navalhas de cabe em marfim são centenãrias.
Foram oferecidas por um cliente da nossa casa que era do seu Avô.
Por norma esta navalhas consideradas de luxo, eram usadas por particulares, apesar estas estão por estrear que eram de um coleccionador.
Atentamente.
Joaquim pinto.
Linc:Bicho Carpinteir
Linc: Duas ou três coisas
Linc:Going to Lisbon, what should I buy? - Badger & Blade
Linc:The Portuguese Barber's Museum - Straight Razor Place Forums

FERROS DE FRIZAR CABELOS


Ferros de frisar cabelos muito usado nos cabeleireiros de senhoras.
Estes ferros eram aquecidos em lamparina com álcool., onde tinham que ter sempre duas, enquanto uma ia fazendo a ondulação, a oura ia aquecendo o outro ferro para não atrasar o trabalho.
Atentamente.
Joaquim Pinto.
Linc:Pinto's Cabeleireiros - Apolo70 - Joaquim Pinto
Linc:CENTRO COMERCIAL APOLO 70
Linc:Associação Portuguesa de Barbearias Cabeleireiros e Institutos de Beleza

24 de setembro de 2009

PENTEADO HISTÓRICO "REVISTA PENTEADOS"

PENTEADO HISTÓRICO

PENTEADO MARIA ANTONIETA - SEC. XVIII

ESTAS FOTOS FORAM CEDIDAS
PELA REVISTA PENTEADOS
"EDIÇÕES ROMANO"

Atentamente.
Joaquim Pinto.

LINC: Edições Romano
LINC:http://www.miguelgarciacabeleireiro.com/web/
LINC:The Portuguese Barber's Museum - Straight Razor Place Forums

FESTA DA LABAREDA "CONSELHO DE RESENDE


Festa da Labareda no Conselho de Resende.

Estão a decorrer até ao dia 29 de Setembro estas bonitas festas assinalando o dia do conselho. é muito divertida esta Festa da Labareda, visto trazerem a Resende muitas diversões. para os Resendenses e não só, se divertirem.
Atentamente.
Joaquim Pinto.
LINC. LINc. PAUS RESENDE
LINC: Câmara Municipal de Resende

ESTOJO COM NAVALHA DE BARBEAR


Estojo com navalha de barbear.

Esta Navalha de barbear era dum particular que o barbeiro usava quando ia fazer a barba a casa.
Sabemos que antigamente o particular gostava de ter o seu estojo para quando o barbeiro o visitava o servir com as suas peças de arte.
Atentamente.
Joaquim Pinto
Linc.Museu do Barbeiro e do Cabeleireiro Online - Directório SAPO

23 de setembro de 2009

NAVALHAS DE BARBEAR


Navalhas de barbear do ano 1880.

Estas navalhas de barbear do ano de 1880, que há um engano no ano que esta na foto, são umas autenticas relíquias do passado
não é todos os dias que se encontra navalhas tão bem estimadas com esta idade.

Atenciosamente.
Joaquim Pinto.
LINC: Bicho Carpinteiro
LINC: Duas ou três coisas

22 de setembro de 2009

CABAÇAS DO ALCOOL E DO SUBLIMADO


Cabaças do álcool e do Sublimado.

Eram usadas estas cabaças nos salões de barbearias, que antigamente todos os clientes usavam o álcool e sublimado. era o tradicional da época.
Atentamente.
Joaquim Pinto

LINC: Bicho Carpinteiro
LINC: Duas ou três coisas
LINC: Museu do Barbeiro e Cabeleireiro - Joaquim Pinto
Linc: Associação dos Cabeleireiros de Portugal

HISTÓRIA DA ONDULAÇÃO ''PERMANENTE''




















HISTORIAL DA ONDULAÇÃO “PERMANENTE”

“ através dos séculos, a sua história, demonstra as várias tentativas
por parte do homem, em conseguir uma cabeleira ondulada.”

OS EGÍPCIOS, usavam a água e o barro para ondular os seus cabelos,
enrolando-os em pequenos cilindros de madeira e de seguida, eram
colocados a secar ao sol.

POSTERIORMENTE, NA ANTIGUIDADE EM ROMA, praticava-se a ondulação a
ferro, utilizando uma bigorna e um martelo de forma côncava aquecido
numa forja a determinada temperatura , moldando desta forma os cabelos.

NO ORIENTE E NA GRÉCIA, não duvidaram em utilizar os mesmos processos
dos seus vizinhos, porque as mulheres de longos cabelos gostavam de os
ter ondulados.

NO DECORRER DO SÉCULO DE LUIS XIV, os métodos eram infernais. Só podiam
ser empregues em cabeleiras enroladas sobre moldes utilizando a terra re-
flactária, sendo submetidas a uma cozedura durante horas utilizando uma
marmita com água a uma temperatura do meio ambiente, passados em
seguida a um forno.

Foi assim, que durante séculos, foram conseguidos alguns resultados on-
dulatórios, por vezes, pouco felizes.
“ Ainda existem em alguns museus e teatros cabeleireiras em razoável estado
de conservação dessa época.”

EM ÉPOCA MAIS RECENTE, PRECISAMENTE EM 1880, é lançado em França pelo
cabeleireiro francês “MARCEL”, o método da ondulação directa. Este
método ficou conhecido pela ondulação a marcel.

Nessa época, eram utilizados ferros redondos, tipo tenaz de diversos diâme-
tros e configurações, aquecidos num forno metálico tipo (lamparina). Era
utilizado o petróleo como fonte de energia , sendo mais tarde substituído
pelo álcool.

MAIS TARDE, o método” Marcel,” foi evoluindo pelas mãos de RENÉ RAMBAUD,
também ele cabeleireiro francês, formando uma prévia ondulação de caracóis
na forma espiral. De seguida, executava o penteado. Este método foi utilizado
durante mais de 30 anos, tendo ficado conhecido por “ ondulação a Marcel.”

Ainda hoje, é executado este processo nos Campeonatos Mundiais , sendo
também, uma das provas a prestar na avaliação das carreiras profissionais.

FOI NESTA BASE DE PROCESSOS E DO CONHECIMENTO, que se desenvolveram
técnicas de execução e variadíssimos moldes de ferros e outras ferramentas
para ondular ou alongar os cabelos.

EM 1906, EM LONDRES, UM CABELEIREIRO DE ORIGEM ALEMÃ “ KARL NESSLER ,”
também conhecido por “Carl Nestlé,” que conseguiu permanentes com
carácter de “permanência”, submetendo os cabelos a vários tipos de soluções
químicas activadas por aquecimento directo sobre os mesmos.

No início dos seus trabalhos de investigação NESTLÉ, também usou a água
como loção frisadora activada com calor, utilizando para o efeito,
um aparelho de aquecimento a gás, tendo sido abandonado este processo por
falta de permanência e durabilidade da ondulação.

PROSSEGUINDO AS SUAS INVESTIGAÇÕES, por outras vias, por volta de 1909,
descobriu que a utilização do bórax em pasta, era mais eficáz, sabendo que
isso causava frequentes e sérios dados ao cabelo.

POSTERIORMENTE, fez novas experiência, substituindo o bórax por sais alca-
linos de: carbonatos e fosfatos sem conseguir ainda uma eficáz protecção
do cabelo e da pele do couro cabeludo.

ENTRE o período de 1909 1914, diversas vicissitudes se passaram para se ter
um melhor conhecimento da estrutura física e química do cabelo.

Era de vital importância ter-se esse conhecimento afim, de melhorar as solu-
ções químicas. vencer a sua resistência física, como no desenvolvimento e
aperfeiçoamento de um aparelho menos incomodo e de maior eficácia.

EM 1914, NESTLÉ PARTE PARA OS E.U.A., seguindo de perto o evoluir da Primeira
Grande Guerra de 1914 a 1918.

NESTLÉ E O QUÍMICO EMÍLE LONG, melhoraram a química do amoníaco, juntando-
-lhe o sulfato de sódio e ferro. Foi através desta combinação química que
conseguiram de alguma forma (+ ou -), o ponto ideal de frisura e os melhores
obtidos até aqui na frisura dos cabelos.

NESTE MESMO ANO, EUGÉNE SUTTER, aproveitando os resultados da
invenção de Nestlé, desenvolveu um aparelho eléctrico constituído por
20 chauffages que actuavam em simultâneo.
Por outro lado, RENÉ BAMBAUD, criticava esta forma de “permanente”.

WARVING, impunha as suas ideias (domésticas), ou seja: que belas ondulações
e bons cabelos só poderiam ser obtidos através da água.

EM 1924, JOSEPH MEYER, revolucionou um pouco a técnica de enrolagem dos
cabelos, inventando o enrolamento automático.

EM 1926, É APRESENTADO EM PARIS,o primeiro aparelho eléctrico com fios,
e o enrolamento do cabelo pelas pontas com aquecimento progressivo,
desenvolvido pela casa GALLIA.

POSTERIORMENTE, GASTON BOUDOU DA CASA Gallia, desenvolveu e aperfei-
çuou a mais completa gama e técnicas na criação de um leve aparelho a
quente, ainda hoje, existentes em museus e em alguns salões como peças do
passado recente.

PODE AFIRMAR-SE QUE A PARTIR DESTA DATA, jamais parou o progresso
técnico e científico para a obtenção da ondulação dos cabelos em estado
permanente, mas reversível.

NA REALIDADE, O INVENTOR DA PERMANENTE A QUENTE, foi sem dúvida Karl
Nessler, mais conhecido por NESTLÉ.”

NOS ANOS 30, começou a desenhar-se um novo processo químico para
ondular. Foi a aparição da designada permanente “OVER NIGHT,” cujo pro-
cesso requeria para o seu total desenvolvimento, entre 6 a 8 horas de
temperatura ambiental.
Foi um processo sem grande sucesso devido à sua morosidade.

EM 1934, A CASA PERMA, apresenta em Paris , o seu primeiro aparelho, desi-
gnado por “REGINA”, cuja temperatura das ghauffages não chegavam a
atingir entre os 250 a 300º C.

TAMBÉM EM 1934, O PROFESSOR SPEAKMAN, do Depº. das Industrias Têxteis da
Universidade de Leeds, na Inglaterra, desenvolveu uma loção química à base
de sódio à temperatura de 40º.C, dando lugar a um novo impulso à ondula-
ção “permanente,” utilizando um novo tipo de aparelho eléctrico de dimen-
sões reduzidas leve e eficáz com barras de aquecimento e chauffages com o
método de enrolagem dos cabelos pelas pontas, utilizando loções químicas
progressivas.

Este processo de permanente a quente, foi sendo destronado aos poucos pela
permanente a “MORNO,” e posteriormente, pela permanente deeprocessamento
a frio.

A PERMANENTE A MORNO, também conhecida por TÍBIA ou de autocalor. Foram
iniciados os seus primeiros ensaios em 1946, pelas casas:

Gallia e Perma,com a diminuição do calor, entre os 100 e os 120º.C. , compen-
sadas pelo emprego de soluções mais activas em relação às utilizadas para a
permanente a quente.

Foi lançada comercialmente em Paris em 1948.
“ Deve-se mencionar aqui, que outras empresas do ramo da cosmética capilar,
muito contribuiram para o desenvolvimento tecnológico de aparelhos com
designs e com nominativos próprios como no desenvolvimento de fórmulas
químicas para a ondulação “permanente”, tais como:

Franz Stoher , fundador da casa Wella
José Colomer, fundador da casa Henry colomer
L,oreál
como tantos outros,...

FINE, NOS ANOS 40, FOI DESCOBERTA E ENSAIADA A VERDADEIRA
“PERMANALMENTENTE A FRIO.” Esta, baseada numa solução amoniacal, tendo como
princípio activo o Ácido Tioglicólico e/ou derivados,do mesmo. Ainda
actualmente são utilizados nas loções redutoras para a ondulação.

Nasceu nos E.U.A. por volta de 1942 no decorrer da 2ª. Guerra Mundial,
conquistando rápidamente o Mundo, principalmente a Europa Central.

NAS DUAS ÚLTIMAS DÉCADAS DO SÉCULO PASSADO (xx), deu-se uma evolução química
e tecnológica de vital importância na “ondulação permanente.” Na qualidade das
loções químicas (redutoras), nos sistemas de enrolagem (mecânica), de controlo
visual ou por controlo electrónico.

No entanto, todas as inovações introduzidas actualmente continuam imutáveis
aos mesmos princípios de 1942,.Sejam elas, tecnológicas ou outras adaptáveis à
transformação original dos cabelos.

SINTETIZANDO TECNICAMENTE: OS PRINCÍPIOS GERAIS DA ONDULAÇÃO “PERMANENTE,
feitura ou o alojamento dos cabelos, apresentam várias dificuldades que devem
d4e ser ultrapassadas com critérios e rigor.

A principal é, pelo facto de o cabelo se comportar como uma fibra elástica o que
Significa que após sofrer uma variação na sua forma, o cabelo regressa à sua
forma original num determinado espaço de tempo. “É reversível.”
para se evitar esse regresso, é necessário transformar o cabelo, provisoriamente,
numa fibra plástica de modo a poder conservar a forma imposta.

TRÊS PROCESSOS, estão implicados e interligados na obtenção dos resultados
finais:
o amoleimento das cadeias queratínicas
a reconstrução das mesmas
a fixação dos resultados obtidos, através da neutralização.

Actualmente, as loções frizadoras, contém agentes redutores, que ao romperem os
enlaces (duplos), de enxofre do cabelo, produzem o amolecimento deste, permi-
tindo assim, uma reconfiguração da forma desejada. Em seguida, é aplicado um
agente oxidativo, o qual confere uma reordenação dos enlaces (duplos) de enxofre
em nova forma dos cabelos, ou seja, em ondulados.

De modo geral, o processo químico e mecânico para uma boa permanente, depende
essencialmente de seis factores:
– diagnóstico
– processamento mecânico: convencional ou direccionado
– boa penetração da loção redutora
– o pH da loção, ou seja, a sua concentração de força
– tempos de pose com controlo visual no desenvolvimento
ondulatório ou através de meios electrónicos.
6) -- neutralização/fixação dos resultados obtidos.

! A TÉCNICA, A SABEDORIA, E A QUÍMICA, SÃO AS CHAVES FUNDAMENTAIS PARA O SUCESSO...

texto elaborado e cedido por,
José Manuel Lopes.

ENG. LEOPOLDO PEREIRA PINTO MELO E FARO "RESENDE"

"Resende"

Eng. Leopoldo Pereira Pinto Melo e Faro


Passou Pelo nosso salão de Cabeleireiro onde é habitualmente cliente de longa data, este nosso conterrâneo de Resende S João de Fontoura.
É filho da D Carlota da Soenga em S Martinho de Mouros, que conheci muito bem. Tenho na memória do avô Dr. Lobo Melo e Faro Residente na quinta da Soenga, e quando tinha os meus nove anos fui com todas as crianças da escola do Barracão, fomos todos ao funeral do avô Dr, António Lobo de Melo e Faro, que nos deram a cada criança 2 escudos.
Conheci este Estimado cliente ainda rapazes quando nos divertíamos nos bailaricos, porque somos da mesmas idade. Tenho muito orgulho da minha terra, e redobrado orgulho quando são clientes dos Pinto's cabeleireiros Apolo 70. Este conterrâneo muito conversador sobrettudo na nossa terra, e sobre tudo que é uma pessoa muito culta e bastante simpática
como toda a gente de Resende.
Ao Eng. Leopoldo Pereira Pinto Melo e Faro, bem haja pela sua visita ao nosso salão Pinto's Cabeleireiros Apolo 70 em Lisboa.
Atentamente.
Joaquim Pinto.

LINC: PAUS RESENDE
LINC:Museu do Barbeiro e Cabeleireiro - Joaquim Pinto

CABELEIREIROS " SECADOR DE CABELO"


SECADOR DE CABELO.

Eram assam os primeiros secadores a seguir aos de parede com a corrente 110.
por os tubos furados para sair o vento quente, era assim que se usou até aparecer os que ainda hoje se usam.
Atentamente
Joaquim Pinto

Linc: Museu do Barbeiro e Cabeleireiro - Joaquim Pinto
Linc: Bicho Carpinteiro
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