29 de julho de 2014

CLAUDIA MATTA COLEGA NO BRASIL, OS NOSSOS AGRADECIMENTOS


Inesperada e agradável lembrança da minha colega Cláudia Mata, Brasil.

Quando reparei no envelope, que vinha do Brasil, pensei que fosse o livro do Licínio Costeira, escrito pelo guarda costas de Fidel de Castro, mas não..
A minha colega Cláudia, surpreendeu-me com o emblema oficial e a mascote da Copa do Mundo, recentemente realizado.
Fiquei muito agradado com a lembrança, esperando Setembro ( em férias ) poder restituir-te, não a fotografia da nossa  seleção, mas uma bonita imagem do meu belo país.
Obrigada Cláudia Mata, tão longe e tão perto o teu coração, Tu que trabalhas com as elites, vejo-as no teu
facebok, enquanto eu corto as barbas e os cabelos aos honrados pescadores da Vila de São Pedro, elevando-se na atitude o teu profissionalismo.
Junto a minha caricatura e do neto Gabriel, cortando-lhe o cabelo, cujo trabalho é de autoria de um artista da Figueira da Foz, Fernando Campos.
O nosso colega em Lisboa, Joaquim Pinto, não deixará de se juntar a nós neste abraço de colegas que se estimam.

26 de julho de 2014

FORMAÇÃO PROFISIONAL de CABELEIREIROS, TURMA 06 do I.E.F.P. Rua da EMENDA LISBOA


Rosa  Bastos Formadora Formandos de Cabeleireiros no I.E.F.P.

Tivemos mais uma visita de estuda ao museu o cabeleireiro, uma tuna de formandos 06 do I.E.F.P., com a formadora.
Muito nos honrou estas visitas e a boa vontade de aprenderem o que se usava noutros tempos nos cabeleireiros, e que não faltavam perguntas com grande vontade de saberem, que é um sitio próprio para se ver estes lindos utensílios que nos deixam saudades por conhecerem um pouco da história da profissão de cabeleireiros.

25 de julho de 2014

OLIMPIO UM CABELEIREIRO EXEMPLAR

Como posso sentir-me idoso???

São jovens que querem cortes da sua juventude e eu idoso de muitos anos, só tenho que sentir-me no mundo deles, O ultimo na fotografia é o corte do Luis, é igual ao do Enzo Perez. Pente um  nas laterais e depois em cima, o cabelo  é com algum volume, lançado com uma carga de gel, penteado de frente para traz. levando um risco do lado esquerdo A Daniela e o David, na primeira fotografia, são mais clássicos nos seus gostos.
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23 de julho de 2014

FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE CABELEIREIROS, TURMA CAB 03 d a R.da EMENDA LISBOA




Foi uma visita de estudo que esta turma de formandos e a formadora de Cabeleireiros, que aproveitara para fazer também um conhecimento da historia da arte e dos utensílios que eram usados noutros tempos, que já fora a ultima moda, hoje são peças de museu, mas com uma beleza digna de apreciar, que os formandos se encheram de curiosidades por verem utensílios que nunca conheceram, usados pelos antigos colegas de profissão.

Nunca me passou pela ideia ao começar a coleccionar os artigos de barbeiro e cabeleireiro á cerca de 30 anos, e que deu grande interesse e curiosidade para o público visitar, e o mais curioso as escolas de formação de cabeleireiros terem grande interesse em visitar, que esta semana já cá visitaram o museu do cabeleireiro quatros turmas do conceituado I.E.F.P. em Lisboa na R. da Emenda.

22 de julho de 2014

FORMAÇÂO PROFISSIONAL de CABELEIREIROS do I.E.F.P. RUA da EMENDA TURMA CAB, 04




Joaquim Gonçalo Fernandes Formador de Cabeleireiros no I.E.F.P. na R. da Emenda em Lisboa

O museu de barbeiro e cabeleireiro em Lisboa no C. Com. Apolo 70, teve a honra da visita de estudo ao museu, com a Turma de formandos de cabeleireiros acompanhados pelo formador Joaquim Fernandes, que como habitualmente vai ministrando os cursos, que lhe é confiado este ensino, para mais tarde termos óptimos cabeleireiros, para dar continuidade a esta época de excelentes profissionais a nível nacional e internacional.

Quero desejar boa sorte na carreira profissional a esta turma, e que o sucesso seja do melhor, e ao meu bom amigo Joaquim Gonçalo Fernandes os meus parabéns pelo seu belíssimo trabalho, que a tua turma mostrou bem o interesse de aprender, por terem um formador como o meu bom amigo, que lhe sabe transmitir o que é o futuro da profissão.

Um abraço 
Joaquim Pinto

21 de julho de 2014

FORMAÇÂO PROFISSIONAL dos CABELEIREIROS da TURMA 05 do I.E.F.P. DE LISBOA





Maria da Conceição Martins Cardoso Formadora desta turma de Formandos.

Foi uma visita de estudo ao museu do barbeiro e cabeleireiro no C Com. Apolo 70 em Lisboa, onde foi muito gratificante em ver o interesse e com a maior dedicação e profissionalismo dedicado ao museu, e que mostraram gosto em verem as peças que foram preservadas e mantermos vivas as imagens dos nossos antepassados, e verem a historia da profissão de cabeleireiros com os utensílios que antigos colegas usavam

Maria da Conceição Martins Cardoso, que vai ministrando o curso de cabeleireiros a estes formandos lhe foi transmitindo a evolução dos tempos, e fazer ao mesmo tempo uso do seu ensino.

Joaquim Pinto sentesse muito honrado por merecer no seu museu do barbeiro e cabeleireiro a visita da formação de cabeleireiros, onde deixo aqui o convite ás escolas de formação de cabeleireiros, que marquem uma visita de estudo, que serão recebidos com a melhor prontidão.

19 de julho de 2014


Mulheres bonitas fazem-nos sempre falta.Roubei-as ao meu amigo Manel,Porto.

lojas Stilcoup.
Cheguei agora da minha terrinha ( o meu Montemorense faz anos em Setembro eu preciso dele para me sentir vivo ) mas vim repor as respostas aos comentários, se o que nos torna assumidos e responsáveis é esse fulgor do debate das ideias, retirando-se o aproveitamento das que se apresentem mais acertivas, face ao que nos propomos concretizar, ou seja a Comissão de Melhoramentos, na Vila de São Pedro,
Sou por natureza um homem dos diálogos e dos seus contraditórios, não ficando
reduzido se tiver que aceitar as melhores opiniões sobre as matérias em discussão, talvez por esta sensibilidade , não suporte ditadores e arrogâncias.
Deixem-me pessoalizar um pouco a minha vivência na Vila  de São Pedro, onde é certo que me realizei profissionalmente (mas poderia ter sido um bicho do mato) só que sou um tipo do mundo e da vida, prendendo-me a realidades e sentimentos, logo não apreciar as praias e as suas valentes gentes do mar, seria um absurdo se a minha sensibilidade não sentisse esses valores e que me fazem feliz com eles, fazendo de mim vida e paixão pelas coisas..
Mas o que está para além deste rigoroso critério, não sou eu, escutem.....O que está em causa é o serviço que devemos prestar a uma localidade seja ela qual for e neste caso é a Vila de São Pedro, o resto meus caros covagalenses, é vento que passa  e que varre tontices e sobrançerias nas regras e éticas das cidadanias, porque as terras ficam no tempo e eu vou ser o seu insignificante pó.
Posto isto  sejamos claros e não tenhamos nada na manga,fingindo palavras que não são sentidas, saibamos pois traduzi-las com oportunidade.É  já na próxima quinta feira pelas 18h 30 , que se fará a reunião no meu salão, pois aí vou ( vamos ) apresentar já elementos para analisar a hipotética Comissão de Melhoramentos, ou quem sabe outra estrutura de apoio ás iniciativas da vossa terra.
Os meus contactos estão a ser feitos e todos são convidados para essa reunião, restando-me a responsabilidade de vos apresentar o que entendo necessário para principiarmos o debate de propostas sobre o assunto em questão
È neste conjunto riquíssimo de ideias e propostas minhas e vossas que podemos elaborar um programa  de apoio (jamais politico) a uma terra visitada por milhares de pessoas, especialmente no verão.
Vejam este pormenor do que devemos trabalhar e motivar os nossos projectos.
Ao contactar um casal de comerciantes, acharam a ideia interessante e logo ali me questionaram...As chaves de São Pedro, bonitas de se ver, juntas ao Parque das merendas, não faziam mais sentido, localizadas na entrada para a Vila ?
Ideias, debate delas, precisam-se.no que pretendemos estruturar, veremos o povo que se junta na próxima quinta feira 18h 30, onde todos terão voz activa e gosto em trabalhar numa causa colectiva sem fins lucrativos ou políticos.

11 de julho de 2014

MUSEU DO CABELEIREIRO E AS ESCOLAS DE FORMAÇÃO DE CABELEIREIROS




Já começaram a mostrar interesse pelo museu os formadores das escolas de cabeleireiros, que já marcaram uma visita de estudo com os respectivos alunos para virem ao museu para ficarem com uma ideia mais clara do que era a profissão noutros tempos, sobretudo  os utensílios que os nossos colegas usavam.

Já está feita a marcação da visita de uma escola de formação de cabeleireiros, que depois irei dizer qual, que virá dia 21/07/2014, e outra dia 23/07/2014. Sinto-me honrado pelo interesse destes formadores pelo Museu do cabeleireiro; é muito gratificante.

Depois de muitos anos a pesquisar as peças de feira em feira, vi realizado um sonho que trazia comigo. Acho de muito interesse cultural a preservação das peças e conhecermos um pouco das nossas origens profissionais, pois precisamos de saber de onde viemos e para onde  queremos ir.

Também foi feito acerca do museu um belíssimo trabalho de finalistas do curso de Jornalismo de Televisão. 

Para quem quiser fazer uma visita, fica a informação de que as entradas são gratuitas.

▶ SIC - Boa Tarde - O Mestre Barbeiro - YouTube

▶ Joaquim Pinto - Pinto's Cabeleireiros, Fundador do Museu do Barbeiro e Cabeleireiro - YouTube

6 de julho de 2014

Joaquim Pinto, da Vida Militar Clarim a Barbeiro



Nunca me passou pela ideia que ao chegar ao Trem Auto Quartel na Avenida de Berna em Lisboa, de onde fui mobilizado para o serviço militar para o Ultramar como clarim, como a foto documenta, a tocar a sentido ao Comandante do quartel, que no fim me perguntou donde vinha e eu disse que vinha da Figueira da Foz e que tinha acabado a especialidade de clarim, ele me mandasse ir ao gabinete dele, me desse um louvor e 10 dias de ferias, que  agradeci, e que ao dizer-lhe que era barbeiro ele  me mandasse  ir para a barbearia e começasse a trabalhar em barbearias. Foi no Trem Auto na Avenida de Berna em Lisboa hoje Universidade.

O destino marca a hora, já dizia o saudoso Tony de Matos, e o meu destino marcou trabalhar 39 anos pertinho do antigo quartel que é no C. Comercia Apolo 70 em Lisboa no primeiro centro comercial do país.

Passei dois anos na Guiné como barbeiro da companhia de Cav. 703, e Bat de Cav. 705, e foi o começo da minha vida profissional que abracei com muito amor, e que enquanto puder vou honrá-la com o melhor empenho, mas nunca eu, Joaquim Pinto, me esquecerei  do meu saudoso clarim, e que a tropa foi um trampolim para eu começar esta linda profissão cabeleireiro.

5 de julho de 2014

PAUS - RESENDE

sexta-feira, Julho 04, 2014

Aniversário do Padre José Tomás Borges

 Hoje, foi dia de festa no Seminário de Valadares, pois o nosso dilecto  morgado aniversariou. A família esteve em peso em sinal de respeito e de ilimitada amizade fraterna. 
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1 de julho de 2014


Reportagem Tarde Antena 1

Museu do Barbeiro e Cabeleireiro, único em Portugal. Joaquim Pinto é o fundador e juntou objectos que incluem a navalha de fazer a barba do D. Carlos e uma cadeira de ferro forjado, com 200 anos. A Ana Jordão foi ao Apolo 70, em Lisboa, visitar este espa

Reportagem Tarde Antena 1 Primeira Emissão: 28 Fev 2014

▶ Reportagem Antena1 - Joaquim Pinto - YouTube
Duração: 03m
Classificação:

29 de junho de 2014

BARBEARIAS E CABELEIREIROS DE HOMENS DA BAIXA DE LISBO


BARBEARIAS E CABELEIREIROS DE HOMENS DA BAIXA DE LISBOA

Há dias vi uma reportagem na revista de domingo do Diário de Noticias que não poderia deixar de dar os parabéns a este jornal e muito mais a quem escreveu este interessante artigo.

Os barbeiros da baixa caíram infelizmente numa crise que será irreparável para estes nossos saudosos colegas, em que estamos todos solidários com eles.

Quando comecei minha profissão há 44 anos ainda era um luxo ir ao barbeiro á Baixa Lisboeta, que ainda as barbearias eram coisa digna de se entra por ver tanto movimento, e os profissionais não tinham mãos a medir.

Nesse tempo eram grandes profissionais, muito seleccionados para trabalhar nestas barbearias, que eram a fina flor de estabelecimentos e só poderia trabalhar quem fosse muito artista.

Nesse tempo fazia parte da cultura Lisboeta e não só que vinham de longe para tratar um pouco da nossa civilização que era cortar o cabelo e fazer a barba.

Estes grandes artistas que foram os homens do sete ofícios, e verem agora a perder o seu ganha pão desaparecer, a uns homens que foram em outros tempos barbeiros cirurgiões, barbeiros dentistas, barbeiros de guarnecer, e agora estão nestas condições.

Não quero acusar ninguém com esta opinião, os tempos mudam e as coisas acontecem, jamais será meu propósito fazer ideia como aconteceu.

Lembro-me da barbearia na Rua da Conceição, do meu saudoso amigo e meu Formador do curso de cabeleireiro de homens, Sr. Alberto Carvalho Abrantes, que serve a presente par o recordar que foi um dos melhores Cabeleireiro de Homens em Portugal

Aproveito para em nome de todos cabeleireiros que ele deu a Formação de cabeleireiro de homens, a nossa humilde homenagem a um homem que tanto trabalhou em prol da profissão em Portugal e no Estrangeiro e nas tão saudosas barbearias da Baixa Lisboeta que foi o nosso querido amigo que tantas vezes veio almoçar comigo, Sr. Alberto Carvalho Abrantes.
Com amizade
Joaquim Pinto

Por Olimpio Fernandes Cova Gala Figueira da Foz

domingo, 29 de junho de 2014


O silêncio da madrugada e a sua frescura fazem-me bem.

Desde os meus tempos antigos de Montemor (1953) os barbeiros trabalhavam até ás duas da manhã, cortando barbas e cabelos, aos meus conterrâneos, trabalhadores rurais, que regressavam já de noite dos campos do Mondego. Depois de tratar dos animais, é que surgiam nas barbearias na Praça da Republica, onde 5 lojas, os atendiam para receberem no fim do ano, alqueires de milho e feijão, ou então dez tostões por uma barba, se cabelo fosse, vinte e cinco tostões.
Qualquer comparação da profissão do barbeiro da atualidade, com esses tempos. é pura ficção, quase diria que presentemente não temos desemprego neste sector de cabeleireiros de homens e se os meus jovens colegas quiserem trabalhar pelas Vilas. e aldeias, tem o futuro garantido.
Os meus sábados de hoje são diferentes.tenho uma ou duas horas para almoçar,( quando quero encerro ás 13h. uma conquista dos tempos modernos ) com um ou outro amigo, para falar-mos de coisas que nos animam ou pelo contrário de outras que nos arrastam para tristezas imensas e inacreditáveis realidades. Falamos nuito da situação do país, recordamos as pessoas conhecidas e outras que já partiram, somos uns contestatários a favor do bem comum, denunciando as chupadeiras que arruinaram o país. Há!!! falamos de Fidel e de Che, mas aqui ninguém se entende, mas ficamos sempre com vontade de novas reuniões e novas conversas de amizade.
Este sábado não teve os sonhos de antigamente! Teve  dor com noticias que ainda por aqui remoem nesta madrugada silenciosa .percorrendo a varanda e recebendo a sua frescura.. Pretende iludir-me a madrugada, ao trazer consigo o seu silencio que me anima, entretanto...

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28 de junho de 2014

Barbeiros e Cabeleireiros e as Carteiras Profissionais


Que me desculpem se vivo na ignorância ou se editam leis sem ponderarem os efeitos que eu considero negativos e os caminhos profissionais que as futuras gerações se vão reger por tais leis, ou seja, os barbeiros e cabeleireiros não terem uma identificação profissional que lhe confira alguma avaliação e competência profissional que prove o seu uso legal e que efectivamente sabe trabalhar.

Lembramos a quem conhece a história dos barbeiros sangradores que para exercerem seu profissionalismo de sangradores tinham que passar dois anos de prática no hospital de todos os Santos em Lisboa, que era passada a carteira pelo Cirurgião Mor há quatrocentos anos atrás e que já havia carteira e rigoroso controlo em trabalhar com a saúde pública.

Hoje em dia, não precisam de carteiras profissionais, qualquer um abre um cabeleireiro sem qualquer qualificação e sabedoria profissional. As escolas profissionais limitam-se a dar um simples diploma sem qualquer valor, e reparemos chegamos à porta um cabeleireiro ou barbeiro para responder a um anúncio para a necessidade dum salão e qual é o espanto lhe perguntarmos quais suas aptidões profissionais e como as justifica.

Nós cabeleireiros, seremos analfabetos mas não seremos trouxas em dizer que este diploma sobre a matéria da absolvição das carteiras profissionais é para andar para um futuro brilhante e moderno. Eu diria que preferia andar para trás a viver com mentalidades mais modernas.


27 de junho de 2014

sexta-feira, 27 de junho de 2014


Viajei no tempo e recordei colegas

Devo muito aos meus colegas o pouco que aprendi na profissão, pois sempre  admiti que a evolução se deve alimentar nos contatos e nas formações da classe, sem as raivinhas e invejas, mordendo a arte e a sua criatividade, minando-a com alguma ignorância, se por aqui tambem passa alguma liberdade de sermos uteis no colectivo da nossa profissão.
Sempre ajuizei que é no espaço dos nossos salões, que devemos vencer pela dedicação, o todo do serviço prestado, partindo daí para a disponibilidade dos contatos e da cordialidade entre os colegas, nem sempre fácil, porque alguns caminharam e ainda o fazem nos seus percursos com a fantasia dos reis que vão despojados de bens essenciais, o respeito por si e pelos outros no espaço profissional.
Não estou arrependido de ter sido um”pinga amor na profissão "de ter levado com a porta na cara, como aconteceu no ultimo festival da Figueira da Foz, mas o que ficou foi o grande exito da nossa classe, vindos do Minho ao Algarve, enquanto os meus colegas da Figueira,( felizmente para eles) já sabem tudo e projectaram o estatuto da indiferença que nunca me alimentou sobrancerias.
Tenho dado e sem retorno a minha disponibilidade pela profissão, garantindo-vos que o Festival da Figueira, não morrerá nos próximos anos, mas  não me peçam para promover as roupagens dos trezentos e as figurações só para comover o olho, porque este sentimento pelas causas não se compram, continuam a nascer por dentro dos que são felizes com elas.
Sem lisonja e a medriçe  da hipocrisia, recordei hoje o Fernando e o Joaquim, entre tantos outros espalhados pelo país, que de vez em quando ao tocar o telemóvel, fico a pensar o que fiz eu para merecer estas mensagens de amizade

Peças do museu do meu colega J.P. Recordam-se delas nas barbearias?

Mudam-se os tempos e mudam-se os utensílios nos cabeleireiros de homens.

quinta-feira, 26 de junho de 2014


Fernando Nunes, um colega e um artista do Porto, com os seus trabalhos.

Foto
▶ SIC - Boa Tarde - O Mestre Barbeiro - YouTube

26 de junho de 2014

OS BARBEIROS E OS SEUS UTENSÍLIOS

Mudam-se os tempos e mudam-se os utensílios duma arte que tambem apostou na sua mudança nas peças com que faziam seus trabalhos nas barbearia de outros tempos.

Estas preciosas peças do álcool, sublimado e pó de sabão, foram peças que servira algumas décadas no desempenho da arte de barbear, mas hoje está posto de parte na utilização nnas barbearias, mas estão bem patentes como lindas peças no museu do barbeiro e cabeleireiro no Apolo 70 em Lisboa.