7 de fevereiro de 2017

Estou numa de gratidão ao tempo que passou,Estas maquinas de cortar cabelo, estão no Museu do barbeiro e cabeleireiro(Lisboa) do meu estimado colega e amigo Joaquim Pinto. Foi com estas maquinas que iniciei o meu longo percurso na profissão em Montemor. Um dia o meu mestre David Caiado, não conseguia corta os cabelos com este tipo de maquina, porque ´mastigava e fazia doer o cliente, então espera..Lançou-a porta fora, até ao largo da Praça da República! O meu padrinho Julio Medina, muito velhinho,a um canto da barbearia... Ó David,ó David, isso não se faz, o que é certo é que aconteceu. A evolução técnica nas maquinas actuais, não dá para informar os pormenores, não dá mesmo.
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25 de janeiro de 2017

È uma honra e não uma ridicúla lisonja, apresentar-vos o meu colega Joaquim Pinto, fundador do Museu do Barbeiro-Cabeleireiro, em Lisboa, que visitarei em breve,A nossa profissão, desde há milénios, está ali representada nas mais diversas ferramentas, até aos nossos dias, È também o mais premiado cabeleireiro no País e no estrangeiro, cuja clientela de politicos, artistas, embaixadores, fazem o seu silencio sobre o Benfica, Sporting, que sei eu? No seu salão nem uma mosca, só arte e elevado atendimento profissionalizado, Ora eu, não tinha ali trabalho, se ninguém me cala, sobre o Benfica e os vigaristas da politica, era logo despedido no primeiro dia. Barbeiro de aldeia, por vezes penso na estima deste colega, mas foi com estes "monstros de saber" que aprendi o nada que sei hoje.Também no Porto, outro Museu, de outro amigo e colega, o Manel dos Santos.O tal que escreveu, que a minha mulher merece uma estátua, por me aturar há 51 anos ! Bolas..Que sorte danada eu tive em ter encontrado estes colegas, mas, enfim a cada um o seu destino.
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